sexta-feira, 14 de março de 2014

"O Livro que falou!"


Pois Tu tens sido uma fortaleza para mim, um refúgio nos meus dias de aflição. Salmo 59:16, NTLH


Há quase dois anos, recém-saída da adolescência, fui inspirada por Deus a fazer mudanças drásticas em minha vida cristã. Decidi renovar minha experiência cristã por inteiro. Comecei a orar com mais frequência e a ler todos os livros espirituais que podia comprar numa livraria cristã próxima. A vida estava mudando. Deus começou a transformar minha vida.

Mas essas mudanças vieram com tribulações medonhas. O diabo decidiu que não me daria descanso, já que eu decidira ficar perto de Deus. Aos poucos, tudo parecia dar terrivelmente errado. Amigos próximos começaram a se voltar contra mim. Comecei a ter problemas com alguns dos membros da igreja. Questionei a mim mesma. Certamente, algo estava errado comigo. Até na família as coisas davam errado. Fiquei extremamente deprimida.

Lembrei-me de ter lido que todos os que vivem uma vida piedosa sofrerão perseguição. Uma amiga íntima me confortou, dizendo que, por eu estar me esforçando para viver corretamente, o diabo queria me subjugar. Concluí que, se devo estar à altura dos reclamos do Céu, devo entender que isso vem com suas lutas.

Comecei a ter noites insones, durante as quais espíritos maus começaram a atacar. Por vezes, precisei dormir com a luz acesa, como forma de deter seus ataques. Enquanto lutava com os espíritos ao longo das horas de escuridão, descobri que, quando chamava o nome de Jesus, encontrava alívio.

Uma noite, o diabo investiu com uma porção dupla de aflição, mas Deus tinha uma porção dupla de bênção. Acordei no meio da noite, quando a cama começou a sacudir – e não era eu quem a sacudia. Eu sabia que os espíritos maus estavam ao redor, porque sentia a mesma coisa incômoda que havia experimentado por semanas. Passei um medo extremo e, como criança que precisa da mãe, clamei ao Senhor. De repente, o quarto ficou em silêncio. Sentei-me, trêmula. Ao olhar para o lado da cama, vi o livro devocional e o abri. Quase automaticamente, os olhos passaram por alto alguns parágrafos e caíram diretamente sobre o título, que dizia em negrito: "Não Tema; Deus Está com Você." Diante disso, as lágrimas fluíram profusamente, enquanto a paz dominava o coração. Naquele momento, Deus Se revelou a mim – Ele falou por intermédio de um livro. Precisamos apenas clamar a Deus durante as provas e deixar que Ele nos fale palavras de paz ao coração.



Junet S. Jackson

sábado, 1 de março de 2014

"Completamente Livres!"

Ele pode salvar completamente todos quantos vão a Deus por meio dEle. Uma vez que viverá eternamente, estará sempre ali para lembrar a Deus que Ele já pagou os pecados deles com o Seu sangue.” Hebreus 7:25.

O capitão de mar John Clout não tinha sido um herói da fé, pelo contrário, um incrédulo. A mudança completa de sua vida aconteceu assim: Enquanto ele fazia uma de suas muitas viagens foi subitamente atacado no meio do oceano por um mal fatal. O médico de bordo disse-lhe que tinha apenas 24 horas de vida. O capitão ficou aterrorizado, pois não estava preparado para morrer. Ordenou então que alguém da tripulação lesse a Bíblia para ele e orasse. Afinal apareceu o filho do cozinheiro, o pequeno Willie Platt. O capitão lhe disse: “Willie, leia algo sobre a misericórdia de Deus para um pecador como eu.” O rapazinho não sabia o que ler, mas encontrou um verso marcado pela mãe antes de morrer, que dizia: “Mas Ele foi traspassado pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos trás a paz estava sobre Ele, e pelas Suas pisaduras fomos sarados.” Isaías 53:5.
O capitão disse: “Isto soa com o que eu necessito. Leia outra vez.” Animado, Willie disse ao capitão que ia ler o verso como a mãe lhe ensinara. “Está bem Willie.” Reverentemente o menino leu: “Jesus foi traspassado pelas transgressões de Wille Platt; o castigo que traz a paz a Wille Platt estava sobre Jesus e pelas pisaduras de Jesus, Willie Platt é sarado”.
Neste momento o capitão estava bem perto do menino, na sua cama. Então lhe disse: “Filho, leia outra vez, agora ponha o nome do seu velho capitão no verso.” Willie, vagarosa e com mais reverência ainda leu: “Jesus foi traspassado pelas transgressões de John Clout e Jesus foi moído pelas iniquidades de John Clout; o castigo que traz a paz a John Clout estava sobre Jesus e pelas pisaduras de Jesus, John Clout é sarado.”
O capitão repousou a cabeça completamente sobre o travesseiro e repetiu várias vezes este maravilhoso texto, pondo o seu próprio nome cada vez que o dizia. Afinal a luz do céu brilhou dentro da sua alma escurecida. Acabara de receber a Jesus, Aquele que “pode salvar totalmente os que por Ele se chegam a Deus…” e se tornar justificado pela graça que salva e pela fé que santifica. (Hebreus 7:25).
Por que não ler Isaías 53:5 agora, pondo ali o teu nome, e sentir que foste justificado por Jesus, mediante tua fé nEle?  E o teu contínuo andar com Deus manterá tua santificação em dia até que Jesus volte para glorificar-te.
Tu tens a promessa da presença permanente de Deus, pois Ele diz: “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.” Hebreus 13:5 (Autor desconhecido)- Blog Amilton Menezes.
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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

"Vida Nova!"

 fevereiro

Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e Se entregou por mim. Gálatas 2:20


Em algum momento, no início de 2005, sonhei que morreria no sétimo mês daquele ano. Contei sobre isso a uma amiga apenas, porque ela estaria comigo durante o verão, e achei que ela devia saber. Ironicamente, o sétimo mês, julho, é o mês do meu aniversário.
Saí de Trinidad e fui para o Canadá plenamente consciente desse sonho, e honestamente não esperava retornar para casa. Todos os dias, enquanto me encontrava no shopping Sheridan, na parte oeste de Toronto, vendendo materiais religiosos e ouvindo falar das atividades "sombrias" que costumavam acontecer ali, achei que eu seria baleada ou ferida de algum outro modo. Minha amiga não se sentia à vontade quando eu relembrava o sonho, já que a maioria dos meus sonhos têm tido significado, e eu achava que este não seria diferente.

Sei que, com Deus, não existem coincidências, e creio que foi por ordem divina que o programa do qual eu participava escolhera Gálatas 2:20 como o tema das férias de verão. Ensinei ao grupo o cântico "Estou Crucificado com Cristo", que se tornou popular pela interpretação de Phillips, Craig e Dean. Fala sobre Cristo vivendo em mim; embora estando crucificada com Cristo, ainda vivo. Todos os dias, durante o momento devocional, repetíamos o texto do dia e cantávamos esse cântico.

Morrer para o "eu" parece tolice. Por ser necessário andar pela fé e não pela vista, preciso confiar em Deus, mesmo onde não consiga percebê-Lo. Tenho que viver um dia de cada vez, confiando nEle porque, certamente, Deus não revelou Seus planos a não ser em Sua Palavra. Tenho certeza de que eles devem prosperar e não me prejudicar, pois são "planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro" (Jeremias 29:11).

Ao pensar nesses assuntos, percebi que, às vezes, quero fazer as coisas do meu jeito, e então preciso reconsiderá-las por causa da vontade dEle, revelada em Sua Palavra. Meus pensamentos, sentimentos e atos não devem apenas ser submetidos a Ele, mas morrer. Qualquer coisa que eu fizer deve ser feita não por minha vontade, mas por meio de Cristo vivendo em mim.

Foi só quando o verão acabou que percebi qual morte havia ocorrido – o início da minha morte para o "eu"!

Nadine A. Joseph

sábado, 22 de fevereiro de 2014

"Antes de uma decisão importante, ORE!"


Sempre que Deus comunicava algo importante a Seu povo, ou sempre que uma decisão importante tinha de ser tomada, antes havia oração, em geral acompanhada de jejum.
Quando os apóstolos tiveram de escolher um substituto para Judas, estavam reunidos em oração (Atos 1:14). Quando os cristãos da igreja de Jerusalém começaram a enfrentar severa perseguição, oraram por coragem, levantando “juntos a voz a Deus” (Atos 4:24). Ao se tornar claro para os cristãos convertidos do judaísmo que até os samaritanos podiam ser salvos, enviaram Pedro para orar por esses novos seguidores de Jesus (Atos 8:15). Quando Pedro foi preso, a igreja reuniu-se para orar por ele (Atos 12:12). Deus separou Paulo e Barnabé enquanto a igreja em Antioquia adorava e jejuava (Atos 13:2).
Não é de surpreender, portanto, que Paulo e Barnabé só auxiliassem na organização da liderança das igrejas que fundaram depois de orar e jejuar (Atos 14:23). Não podiam permanecer em cada igreja; tinham de seguir adiante. Para que a igreja continuasse a prosperar, eram necessários líderes solidamente cheios do Espírito. Assim, Paulo e Barnabé buscaram o Senhor e esperaram por Sua orientação. O resultado foi o crescimento das igrejas, mesmo após a partida de Paulo e Barnabé.
Sempre que tiver de tomar decisões importantes e enfrentar questões difíceis, ore. Estaremos confiando em Deus, e apenas nEle, para nos alimentar e saciar a fome com Seu Espírito. Essa prática é especialmente poderosa se a seguirmos com outros cristãos, em unidade.
Senhor Deus, sei que minhas orações ganham novo poder quando jejuo e oro. Ajuda-me a fazer isso sempre que tiver de tomar uma decisão importante. Faz-me pronto para lidar com as grandes oportunidades que estão adiante de mim.  (Escrito por Stormie Omartian)

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

"Orar é aceitar a insuficiência humana!"

Faça-se a Tua vontade, assim na terra como no céu” (Mateus 6:10)

Deus responde todas as orações? Por que às vezes sentimos como que se Ele tivesse tempo para todos, menos para nós? Alguma vez você já se sentiu tão pequeno, indigno e tão pecador que pensou não ter direito de que Deus prestasse ouvidos à sua oração? Então existe algo que você precisa entender hoje: seu senso de insuficiência é a sua melhor oração. O primeiro passo para começar a perceber em nós a resposta divina é sentir que somos fracos e carentes.
Quando oramos e contamos a Deus tudo que acontece em nossa vida, quando chega a noite e Lhe abrimos o coração para falar sem preocupação do relógio, não é porque devamos fazer um relatório do que fizemos ao longo do dia, mas para criar em nós o sentido da dependência e necessidade dEle.
Ainda que não falássemos nada, se simplesmente caíssemos de joelhos reconhecendo que precisamos dEle, o Senhor Jesus ouviria e atenderia nossas necessidades.
Você que é mãe, talvez consiga entender o que estou dizendo. Olhe para esse bebê maravilhoso que você tem no colo. Não sabe falar, mas tem necessidades, precisa de alimento, de atenção e do calor da mãe. Tudo que sabe fazer é chorar, mas você não está esperando que ele fale para atender suas necessidades. Você se esforça para adivinhar o que ele está precisando, porque o ama. Você é mãe em função dele. Esse pequeno bebê é objeto de todo seu carinho e atenção, não importando se é oito da noite ou duas da madrugada.
É mais ou menos assim que Deus nos trata. Ao orar, você para de fugir de Deus. Você abre o coração e Lhe permite entrar. Permite que Ele faça parte dos detalhes mais íntimos da vida. Você nunca mais está só. Ele e você tornam-se uma só pessoa. Ele em você santificando sua vontade e vivendo em você as grandes obras de vitória.
Agora que ambos são um e vivem juntos, aprenda a confiar nEle. Aprenda a não se desesperar quando as respostas divinas não são conforme suas expectativas humanas. Orar é sentir a insuficiência humana e abrir o coração a Deus como a um amigo. Muitas vezes Ele terá de dizer-lhe: “O que Eu faço, tu não sabes agora, mas depois o entenderás”.
Deus sempre dirige a nossa vida como nós também a dirigiríamos, se pudéssemos ver o fim desde o princípio, diz Ellen White. E o futuro se encarregará de mostrar-nos como as horas em que pensávamos que Deus não atendia as nossas orações, foram as horas em que Ele esteve mais próximo de nós. (Escrito pelo Pr. Alejandro Bullón)
Reflita sobre isso no dia de hoje. (Blog Amilton Menezes).
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quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

"Oração por proteção no casamento!"

Senhor, eu convido Tua presença para habitar nosso casamento. Peço-te que protejas meu marido (esposa) e a mim de qualquer tipo de ruptura na comunicação entre nós. Capacita-nos a compartilhar nossos pensamentos e sentimentos, e a dialogar sempre. Ensina-nos a confiar um no outro a ponto de compartilhar todas as nossas maiores esperanças, sonhos, medos e lutas. Ajuda-nos a passar o tempo comunicando-nos Contigo todos os dias, para que a comunicação entre nós seja sempre satisfatória. Ensina-nos a expressar abertamente o amor que sentimos um pelo outro, e afasta de nós toda indolência e egoísmo capazes de nos impedir de fazê-lo. Ajuda-nos a não proferir palavras destruidoras, mas apenas palavras edificadoras.
Livra-nos da tentação de mentir um ao outro sobre qualquer coisa, ou de enganar um ao outro. Ajuda-nos a ser totalmente sinceros e francos a respeito de tudo. Ensina-nos a falar com honestidade, sabedoria, instrução e entendimento. Não queremos estar sempre aprendendo e jamais conseguindo chegar ao conhecimento da verdade.
Ensina-nos a ouvir um ao outro e a identificar os sinais, para haver melhor entendimento entre nós. Ajuda-nos a encontrar atividades para realizar juntos e amadurecer juntos, jamais separados.
Capacita-nos a transmitir amor, apreciação e respeito um ao outro, o tempo todo. Ensina-nos a reconhecer o plano do inimigo de furtar, roubar e destruir o nosso casamento. Capacita-nos a identificar os métodos do inimigo e a entender as tentativas dele de provocar brigas e discussões entre nós. Ajuda-nos a ter autoridade instantânea sobre todos os ataques do inimigo sobre nós – principalmente quanto à comunicação. Ajuda-nos a reconciliar as desavenças com amor, transigência e consideração. Capacita-nos a estar sempre em comunhão contigo e fortalece a união entre nós. Oro em nome de Jesus. (Blog do Amilton Menezes).
(Escrita por Storme Omartian)

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

"Deus Providencia!"


Fui moço e agora sou velho, mas nunca vi um homem bom abandonado por Deus e nunca vi os seus filhos mendigando comida. Ele sempre é generoso em dar e emprestar, e os seus filhos são uma bênção. Salmo 37:25, 26, NTLH

Enquanto escrevo isto, minha família e eu estamos passando por um período difícil. Acabei de usar os últimos tíquetes-alimentação que eu tinha, adquirindo algumas coisas para o desjejum, e, bem, o almoço terá que cuidar de si.

Em pé na cozinha, dividindo o restante do pão e despejando um pouco de cereal numa tigela, lembro-me de uma promessa, o texto de hoje: "Já fui jovem e agora sou velho, mas nunca vi o justo desamparado, nem seus filhos mendigando o pão." Esse texto é tão altissonante que sou levada a cantar e dar louvor a Deus no íntimo. Apresso-me a escrever essas palavras como testemunho de Sua fidelidade. Sei que é Ele quem me traz isso à lembrança e me dá esta canção para cantar.

Recapitulo cada período de escassez pelo qual já passamos, cada momento de quase pânico e estresse, e este em particular. Reconheço que minha família nunca passou fome por um dia que fosse, nem faltou gasolina no carro para podermos trabalhar, nem uma conta sequer ficou sem ser paga. Estamos abrigados e aquecidos, enquanto a chuva bate no telhado e o vento uiva. Acima de tudo, temos o amor de Cristo dentro de nós, e nosso amor e respeito de uns para com os outros. Isso nos dá a certeza de que passaremos por este deserto assim como aconteceu com todos os outros, e o superaremos louvando nosso Pai, Jeová Jiré (Deus é provedor). Superaremos tudo com um cântico.

Tempos difíceis virão para testar-nos e para nos tentar a não confiar em Deus e a crer que Ele nos abandonou, mas apeguemo-nos às Suas promessas. Ele prometeu: "Sejam fortes e corajosos; não se assustem, nem tenham medo deles, pois é o Senhor, nosso Deus, quem irá com vocês. Ele não os deixará, nem abandonará" (Deuteronômio 31:6, NTLH). Ele também prometeu suprir todas as nossas necessidades, segundo Suas gloriosas riquezas (ver Filipenses 4:19). Então, regozije-se na adversidade porque, quando as coisas parecem chegar ao ponto mais baixo e tenebroso, esse é o momento de você ter certeza de que Deus está abrindo um caminho para você e para mim, a fim de que vejamos o Seu livramento. Mais ainda, isso significa que temos um testemunho a partilhar, um cântico que Ele nos dará para cantar.



Greta M. Joachim-Fox-Dyett

sábado, 15 de fevereiro de 2014

"Meu admirador secreto!"


Eu a amei com amor eterno; com amor leal a atraí. Jeremias 31:3

Sétima série. Aquela fase maravilhosa, terrível, desengonçada, de ter pensamentos como: Sou bonita? Sou importante para alguém? Ai, não! Outra espinha! Ahhh! E por último, mas não menos importante: Eu queria saber se alguém vai me mandar um cartão neste ano.
Todas essas perguntas dançavam em minha cabeça naquela fria tarde de fevereiro, justamente antes do Dia de São Valentim [no Brasil, Dia dos Namorados]. Depois das aulas, passei pela porta dos fundos de casa e entrei na sala da frente para apanhar a correspondência. Nossa caixa do correio não ficava fora da casa. Em vez disso, a correspondência era entregue por meio de uma pequena abertura na parede, junto à porta da frente. A correspondência era colocada pela abertura e caía no chão. Naquele dia, apenas um envelope estava no chão. Eu o ergui. Virei-o. Nele estava escrito o meu nome! Não havia endereço – apenas meu nome. Alguém havia entregado algo justamente para mim! Ansiosamente abri o envelope e descobri, para meu deleite, um cartão! Não havia nenhuma mensagem florida na frente. Para dizer a verdade, não havia palavra nenhuma. Curiosa além da conta, abri o cartão. "Feliz Dia de São Valentim", foi o que li.
Mas não trazia assinatura. Só um código: GL2. O que é isso? Nada no meu cérebro registrava GL2. Não conhecia ninguém com essas iniciais. Não tinha ideia do que meu admirador secreto queria dizer com esse código desconhecido! O coração disparou enquanto eu tentava, sem sucesso, identificá-lo. Alguém me considerava especial! Alguém gostava de mim! Cativada por aquele cartãozinho enviado por um remetente desconhecido, entendi, em meu desajeitado coração de sétima série, que alguém se importava comigo.

Alguma vez você já se perguntou: "Tenho importância para alguém?" Já houve um tempo em que você se sentiu menos do que especial? Bem, querida, tenho boas notícias! Hoje chegou uma mensagem com o seu nome escrito. Foi assinada com todo o amor que seu coração pode conter, e se destina justamente a você. Ela diz: "Com amor eterno te amei." Na verdade, Ele a conhecia antes mesmo que você nascesse (ver Salmo 139:16). Ele Se deleita em você – até canta canções a seu respeito! (Ver Sofonias 3:17). E fica fascinado com sua beleza! "Tu és Minha!" (Ver Isaías 43:1, NTLH). Você acha difícil acreditar nessas palavras? Esses dizeres são para você, amiga! Nunca descobri a identidade do admirador secreto, mas não há mistério quanto ao remetente dessa mensagem para você!

O Amante de sua alma a enviou. Você é importante para Ele!

DeeAnn Bragaw

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

"Você não é cristã!"


E conhecerão a verdade, e a verdade os libertará. João 8:32

Quando voltei da igreja para casa, meu esposo estava terminando de preparar o almoço que eu havia começado antes. Mas ele estava fazendo um molho escuro, em lugar do molho à base de tomate, como eu havia pedido.

– Você nunca presta atenção! – explodi, zangada. – Você faz simplesmente o que quer. Isso não me ajuda, se você não fizer o que peço.

Meu marido olhou para mim e reagiu: – Você nem mesmo é cristã!

Recuei até o canto do guarda-louças da cozinha. Estava chocada. Em geral, eu não levaria em conta o comentário dele. O que é que ele sabia? Acaso ia à igreja todas as semanas e estudava a Bíblia cada manhã? Não! Mas desta vez senti o Espírito Santo falando por intermédio dos lábios dele.

Por que ando reagindo com raiva contra meu esposo, tão frequentemente, nos últimos tempos?, perguntei a mim mesma.
Então senti como se Deus me dissesse: "Você é cristã, sim; caso contrário, não se importaria por Me ter representado mal. Mas a sua raiva não Me representa. Quero levá-la a outro nível, para se tornar como Jesus." Eu sabia que Satanás, o acusador, nunca diz palavras de esperança com suas acusações, e por isso tive certeza de que era Deus falando.

"OK, Pai", orei silenciosamente. "Vou jejuar e orar até que me mostres qual é o meu problema."

Enquanto lia, estudava e orava pedindo sabedoria, Deus me conduziu à história de Davi e Saul. Percebi que eu estava cheia de ressentimento; não, era mais profundo que isso. Estava cheia de inveja e, como Saul, isso me levava a palavras e comportamento feios, irracionais. Mas de que tinha inveja? Então Deus me mostrou que eu invejava o relacionamento acolhedor que meu esposo e minha filha adulta tinham um com o outro. Eu me sentia de fora, e isso me deixava infeliz – e aos outros também.

Em vez de me sentir arrasada com essa descoberta, fiquei emocionada por finalmente entender. Quase gritei: "Sim, Senhor, leva isso embora. Cura-me!" E Ele o fez. Estou livre. A verdade a meu próprio respeito me libertou. Deus sabia que eu precisava ver isso antes que minha filha chegasse para as férias de verão. Então pude desfrutar o prazer da convivência com eles, sem me sentir deixada de fora. Que presente de Deus!

Lana Fletcher

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

"Isso eu não faço!"


Pois é Deus quem efetua em vocês tanto o querer quanto o realizar, de acordo com a boa vontade dEle. Filipenses 2:13

Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o Seu propósito. Romanos 8:28

Há coisas em sua vida que você coloca na categoria do "Eu não faço..."? Com certeza, todas nós fazemos isso em algum momento ou outro, independentemente de as nossas razões serem bem fundamentadas ou substanciais. Ao examinarmos a Bíblia, porém, encontramos dezenas de pessoas que poderiam facilmente ter escolhido dizer: "Eu não faço..." durante momentos críticos, mas que, sob convicção e humildade, escolheram o oposto e produziram grande bem.

Considere por um momento a perda de oportunidade e a perda espiritual permanente se os seguintes personagens bíblicos houvessem escolhido essa atitude. Imagine o que teria acontecido se Noemi dissesse: "Não faço amizade com minhas noras", ou se Rute houvesse respondido: "Não vou respigar no campo de Boaz." Se Raabe houvesse declarado: "Não recebo espias", sua família toda haveria se perdido. Que aconteceria se a viúva de Sarepta dissesse: "Não hospedo profetas", ou se a mulher samaritana junto ao poço de Jacó houvesse dito: "Não converso com judeus"? Rebeca poderia ter decidido: "Uma coisa que não faço é andar de camelo", e teria perdido seu lugar na história. Finalmente, a mulher com o fluxo de sangue teria perdido tudo se pensasse: "Não ponho a mão em bainhas."
Semelhantemente, o que aconteceria hoje se Deus dissesse: "Não faço curas – espirituais, mentais, sociais, emocionais ou físicas"? Ou então "Não mais atendo as viúvas". E se Deus declarasse: "Também não cuido de pessoas divorciadas ou lares desfeitos"? Imagine se Deus decidisse: "Não ligo para a solidão, desesperança, desamparo." Pior de tudo, o que seria se Ele decidisse: "Finalmente, não recebo mais pecadores!" Que catástrofe seria! Mas o amor e o cuidado de Deus são tão abrangentes que atravessam todas as barreiras humanas de etnia, cor, gênero, status e crença religiosa. Ele nos aceita a todas, todos os dias.

Parece óbvio que devíamos reexaminar nossa lista de "Não faço..." Talvez precisemos acrescentar exatamente as coisas que Deus já nos tem pedido que façamos. Você sabe quais são elas, no seu caso. E, sim, isso pode exigir toda a nossa humildade, mas valerá a pena.
Estou reorganizando minha lista. E você vai "fazer" o mesmo?

Althea Y. Boxx

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