segunda-feira, 28 de novembro de 2011

"Ótima Semana pra você!"



Seja Você Mesma

Eu, o Senhor, esquadrinho o coração, Eu provo os pensamentos; e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações. Jeremias 17:10


Cresci me sentindo muito “diferente” e, com frequência, não aceita pelos outros. Sou alta e de estrutura grande. Quando criança, não podia misturar-me com meus colegas. Eu tinha algumas amigas, mas me achava muito fraca na sociabilidade, e sentia isso de modo muito agudo. Todavia, sentia-me à vontade na companhia de idosos e conseguia conversar com eles.


Os anos passaram, casei-me, tive quatro filhos e o tempo todo me envolvi com senhoras da terceira idade. Eu as visitava, telefonava e escrevia para elas, e as incentivava a comer alimento nutritivo para se manterem fortes. Eu era necessária; fazia a diferença. Comecei a perceber que aquilo era uma parte da minha vida, e o fato de não ter podido conviver com meus colegas quando era jovem não tinha nenhuma importância. Olho para trás e percebo que a companhia dos meus pais em casa era muito melhor do que a da turma jovem. Estou agora na faixa dos 60 anos e entrando em minha própria terceira idade. Tenho amigas na faixa dos 90 anos, com as quais aprendi muito. Guardo com carinho a lembrança das conversas que tive com minha avó.


Somos todas diferentes. Não nos podemos espelhar em outras pessoas. Como disse uma oradora de um retiro de mulheres: “Você é única – ninguém pode fazer a obra que Deus designou que você fizesse.” Assim digo: tenha confiança na personalidade que Deus lhe deu e use-a para Ele. Tome interesse pelos seus próprios talentos e dons. Ao longo dos anos, procurei incentivar os idosos em sua fé. Estou esperando ver muitos deles no Céu. Realmente tenho essa expectativa. É impressionante como pessoas chegam a uma idade tão avançada sem ter conhecido Jesus.


Você está aqui na Terra com um propósito. Não há uma duplicata sua no mundo todo – nunca houve nem haverá. Você foi trazida para cá com um propósito, para suprir uma determinada necessidade. Não procure mudar sua individualidade; ela é seu maior agente de poder. Deus deu a cada uma de nós um dom (Romanos 12:6-8; 1 Coríntios 12:27-30). Qual é o seu dom? Você pode ser um poder no mundo sendo você mesma e concentrando-se em usar aquilo que Deus lhe deu.



Beryl O´Hare

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

"Peça!"



Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão. Sal. 2:8.




Já é tarde para mim”, disse outro dia um homem de sessenta anos. “Se não construi nada até hoje, o que farei no pouco tempo que me resta?” Você não tem idéia do que pode fazer se colocar sua vida nas mãos de Jesus. O tempo já escreveu páginas gloriosas de pessoas que, mesmo no entardecer da existência, aprenderam a confiar nas promessas divinas. Você também pode escrever uma nova história.



Portanto, não duvide! Não se entregue! Não desista! Mesmo que os anos da juventude tenham passado, e o vigor e a energia da mocidade não estejam mais em você, não tema. A promessa de hoje é. “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.”



Deus fez a promessa de hoje, em primeiro lugar para Jesus, o Messias libertador de Israel. “Constitui o Meu Rei sobre o Meu santo Monte Sião”, afirma o Pai, no verso 6, e depois declara: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança.” Nesta promessa, o Deus Criador do Universo está afirmando que os domínios do Messias não teriam limites. E foi assim. Jesus conquistou o coração do ser humano em “toda tribo, língua, povo e nação”. Apoc. 5:9. A promessa do Pai foi uma realidade na vida de Jesus.



Mas esta promessa é extensiva para você hoje. É um convite a sonhar, a acreditar e a encarar as batalhas diárias da vida sem temor. Na promessa feita a Jesus, o Pai afirmava a respeito das nações inimigas: “Com vara de ferro as regerás e as despedaçarás como um vaso de oleiro.” Sal. 2:9. Esse é o destino dos inimigos que tentam impedir a realização de seus sonhos. Deus promete que você os dominará “com vara de ferro”. Portanto, não duvide. Não se entregue. Não desista.



Primeiro, confie em Deus. Depois, identifique o problema. Ninguém pode lutar contra um inimigo anônimo. Você pode envelhecer dando socos para todos os lados sem acertar uma só vez. Portanto, peça sabedoria a Deus para identificar o problema e determinar as causas. Depois, em nome de Jesus, parta para a solução, lembrando que o próprio Deus lhe prometeu: “Pede-Me, e Eu te darei as nações por herança e as extremidades da Terra por tua possessão.” (Alejandro Bullón).


sábado, 19 de novembro de 2011



Um Pacotinho Cheio de Balas

Ao Senhor pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam. Salmo 24:1


Pensei em partilhar com você uma pequena história, simples mas muito profunda. Minha amiga Petula e seu menino de 4 anos, Bronson, saíram para um passeio. No caminho de volta, ela abriu um pacotinho de balas e pôs quatro na mãozinha dele. É lógico que imediatamente ele colocou duas na boca, e duas caíram ao chão. Petula relatou que ele chorou como se não houvesse o dia de amanhã, embora pudesse ver o pacotinho que ela segurava e soubesse que ele estava cheio de balinhas. Por um momento ela pensou: Por que ele está chorando, quando sabe que a mamãe tem um pacotinho cheio?


Agora, a moral da história. Não é impressionante como o Senhor usa nossas experiências para nos fazer conhecer Seu amor imensurável? Ele diz que suprirá todas as nossas necessidades, segundo a Sua riqueza em glória (Filipenses 4:19). A pergunta é: Cremos realmente naquilo que Deus diz? Já fui como aquele garotinho, lamentando algo que perdi. Eu me esquecia de que nosso Pai celeste tem um vasto suprimento de tudo aquilo de que eu precisava. Esse suprimento não está trancado nem escondido. Está disponível. Filipenses 4:6 diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” Seja a perda pequena ou grande, o Senhor tomará providências em seu favor.


O filhinho de Petula me faz lembrar de que nosso Pai também tem reservado para nós algo melhor do que aquilo que podemos ter perdido. Não mais lamento aquilo que perdi, porque Deus tem me abençoado mais do que eu poderia imaginar. Não nos preocupemos com essas coisas; mas, em vez disso, concentremo-nos no que ganharemos devido à graça de Deus em nosso favor. Há muitas promessas bíblicas quanto a isso, mas gosto de uma que se encontra no Salmo 37:4, 5: “Agrada-te do Senhor, e Ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará.”


Deixemos de colocar limites para o Senhor e confiemos nEle. Saibamos que Seu plano para nós é muito superior àquilo que podemos pensar ou sonhar. Lembre-se de que nosso Pai é o criador deste vasto Universo, e Suas bênçãos são infindáveis.
(Annabell Hall).

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Evite Provocações!



Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia. Prov. 17:12.



Ele foi preso em flagrante por matar com um tiro de escopeta o filho do vizinho. O garoto tinha deixado a bola cair no jardim do homem, estragando uma muda de orquídea. Perguntado pela polícia, o assassino declarou que estava farto de bagunça. A vizinhança ficou estarrecida.



O verso de hoje fala do perigo que o insensato representa. Salomão afirma: “Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos.” Nas terras da Palestina, não havia melhor figura para referir-se a uma situação perigosa. Encontrar-se com uma ursa que tivesse perdido os filhotes seria fatal. O texto de hoje compara o insensato com esse animal.



A irracionalidade toma conta do coração do insensato na hora da raiva. A cultura, a posição social, a formação acadêmica ou a religião são incapazes de trazê-lo de volta à razão. Corações impulsivos são vítimas dos instintos alimentados pelo orgulho ferido.



Se você é um homem sábio, não discuta com o tolo. Ceder a vez no trânsito, calar diante das provocações, guardar silêncio diante dos insultos não é sinal de covardia, mas de prudência.



Perdi um colega porque um dia ele parou no meio do trânsito para pedir explicações de alguém que fizera uma manobra perigosa. O motorista do outro carro pegou um revólver, atirou nele e fugiu. O saldo foi uma família triste e desamparada.



Nenhum tipo de injustiça justifica dialogar com um insensato. O tolo é tolo porque carece do temor de Deus. A que tipo de entendimento pode chegar você, discutindo com uma pessoa dominada pela raiva e em cuja vida Deus nada significa?



Deus está sempre pronto a proteger você. A melhor maneira de fazê-lo não é colocando a mão para impedir que a bala o atinja, e sim dando-lhe prudência para fugir da “ursa que perdeu os filhotes” e que não mede conseqüências.



Cada dia você pode ser vítima da violência. Transite por lugares menos perigosos. Evite as provocações, seja humilde e sábio porque “melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia”. (Alejandro Bullón).

terça-feira, 15 de novembro de 2011



Só Deus Compreende

E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram. Apocalipse 21:4


Na pequena igreja que frequentei por sete anos, fiz papel de mãe para mais de 20 juvenis, adolescentes e jovens. Nossa relação começou com aulas da linguagem dos sinais e cresceu tremendamente, desdobrando-se no ministério entre os surdos, acampamentos com outras igrejas e envolvimento em programas educativos e sociais, entre outras atividades. Com certeza, eu amava meus “filhos”.


Naquela igreja, éramos três membros da área da enfermagem. Estávamos sempre de plantão para a comunidade e ajudávamos com alegria onde fosse possível. Éramos também boas amigas e, algumas vezes, duas saíam de férias ao mesmo tempo, mas em geral uma ficava a postos em casa. Então, num outono, pela primeira vez, nós três saímos juntas para passar férias na Flórida. Ainda assim, continuávamos a um telefonema de distância. Certa manhã, às 6 horas, uma das minhas meninas ligou muito perturbada. Ela informava que um dos garotos havia falecido repentinamente, após breve enfermidade. Naturalmente, ficamos chocadas. Ele havia morrido quatro dias antes do seu décimo sexto aniversário e cinco dias antes de apresentar seu primeiro sermão da Voz da Mocidade. Todos estavam aguardando esse evento, e agora ele não se realizaria. O garoto era cortês, carinhoso, respeitador e confiável, muito apreciado por seus companheiros e pelos adultos também.


Foi realmente difícil assimilar aquele falecimento. Expressei meu agradecimento a Deus pela vida dele, mesmo tendo sido tão curta. As lembranças agradáveis permanecem. Temos sentido falta dele, mas me recordo das expressões das demais crianças: “Podia ter sido qualquer um de nós.” Isso me fez parar e pensar no quanto é incerta a vida, e sobre a importância de viver sempre para Deus.


Não vieram respostas para as perguntas que tínhamos. Haveria algo que as enfermeiras poderiam ter feito para mudar a situação, se estivessem lá? Teria que ter acontecido dessa maneira? A promessa de vida eterna, na Nova Jerusalem, é a esperança que devemos acariciar. Deus conhece cada situação, dor e sofrimento, e alivia a todos com amor incondicionalmente. Como fico feliz! Espero que seja essa a mensagem que todos os jovens (bem como os de mais idade) tenham a oportunidade de aprender.



Donette James

sexta-feira, 11 de novembro de 2011



Um Mar de Mudanças!

O Senhor é refúgio para os oprimidos, uma torre segura na hora da adversidade. Salmo 9:9, NVI


Depois de quase 15 anos, meu esposo, Harold, e eu fizemos uma memorável viagem de retorno à Rússia e observamos um mar de mudanças e cenas incríveis. Harold fora convidado para ser o orador na formatura da Universidade Adventista Zaoksky, e estávamos ansiosos por ver com os próprios olhos algumas das muitas mudanças que tiveram lugar desde a queda do comunismo. A primeira prova dessa transformação foi quando entramos no mais novo aeroporto da região de Moscou – Domodedovo. Bem iluminado, repleto de lojas cheias de artigos caros e uma ampla variedade de convidativos restaurantes servindo comida russa (e até pizza!) – tudo muito diferente do que era antes.


O tempo muda as pessoas e os lugares, e o tempo pode trazer liberdade ou arrebatá-la. Mas como é maravilhoso retornar à antiga União Soviética e encontrar igrejas brotando como narcisos na primavera, jovens recebendo o diploma no dia da formatura e saindo para pastorear em lugares nos quais seus avós sofreram perseguição. A música russa sempre me tocou o coração. E, se você for à Rússia, tocará o seu também.


Eu me senti como se a visita trouxesse um gostinho do Céu, por podermos novamente estar com queridos amigos de anos passados.
Onde andavam as crianças que conhecemos naquela época? A bela moça que regia o coro da universidade fora a criança que, anos atrás, nos havia recebido com as boas-vindas especiais da Rússia – pão e sal. Outros formandos vieram posar para fotos e dar-nos abraços apertados. Visitamos a Casa Publicadora Fonte da Vida e encontramos muitos pastores que haviam recebido um jogo de comentários bíblicos como presente dos irmãos e das irmãs dos Estados Unidos, Canadá e Austrália. Contaram-nos como haviam aprendido inglês ao estudar os comentários.


O Evento teve um gostinho da Nova Terra! Pudemos pregar sem necessidade de permissão ou supervisão do governo. Pudemos cantar até que nossos pulmões estivessem a ponto de explodir. Podíamos distribuir literatura cristã! Eu lhe digo – parecia um vislumbre do Céu para mim! Vem, Senhor Jesus, vem!



Rose Otis




--------------------------------------------------------------------------------

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

"Louvado seja Teu Nome!"



Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor. Sal. 113:3.

É comum louvar a Deus quando o coração transborda de alegria e gratidão. É também comum procurá-Lo quando as coisas parecem escapar do controle e você sente que não tem mais forças para continuar resistindo aos furacões da vida. Não falo de furacões como o Katrina ou o Vilma, que arrasaram tudo, mas pelo menos deixaram a esperança da reconstrução. Refiro-me àqueles vendavais emocionais que levam embora até a vontade de continuar vivendo.

O que acontece quando o ser amado um dia olha para você e diz: “Foi bom enquanto durou, mas estou partindo porque quero ser feliz”? O que você sente quando, depois de toda uma vida de trabalho, a traição de alguém em quem você confiava parece destruir todos os seus sonhos? Como reagir diante do corpo inerte do filho amado, ou do diagnóstico de um câncer terminal em plena juventude?

Buscar a Deus nos momentos de alegria e de tristeza será mais fácil se a declaração do verso de hoje for uma realidade na experiência. Louvar o nome de Deus precisa ser um ato permanente. “Do nascimento do sol até ao ocaso.” Andando, viajando, trabalhando, vivendo, o louvor deve estar presente em cada pulsar do coração.

O humanismo de nossos dias concentra a atenção do homem no próprio homem. “Busque a solução dentro de você”, afirma. “Tire a energia interior”, declara. A teologia bíblica é teocêntrica. Segundo ela, todos os caminhos e intenções humanas devem convergir para Deus. A Bíblia ensina que Deus está no Céu, mas quer estar na vida da criatura. Todos os dias e em todos os momentos.

Deixará você que Deus caminhe ao seu lado hoje? Pedir-Lhe-á orientação antes de tomar a decisão que precisa tomar? Desligar-se da presença de Jesus, um minuto que seja, é como tirar o tubo de oxigênio de um enfermo terminal.

Se você aprender a sentir a presença de Deus em todo o tempo, será mais fácil fazê-lo em meio à dor, quando as lágrimas o impedirem de enxergar o Senhor.

Abra o coração a Jesus. Abrace seus amados antes de sair de casa. Encoraje o fraco, conforte o triste e encare com segurança os desafios deste dia. Ah! Não se esqueça: “Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor.” (Alejandro Bullón).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011



Anfitriãs Generosas

Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também. João 14:2, 3


Conheci Lesley Austin quando me tornei membro do grupo das mães de crianças na fase pré-escolar. Ela era uma mulher simpática, com um interessante sotaque escocês. O que mais me impressionou foi seu talento como anfitriã. Seu objetivo era fazer com que todas se sentissem à vontade e soubessem quanto Jesus as ama.


Eu estava um pouco apreensiva quanto a algumas atividades que incluíam alimento. Sou vegetariana há muitos anos e sei que meu jeito de comer não corresponde ao cardápio normal em eventos. Também não quero que as pessoas alterem seu programa por minha causa. Afinal de contas, estamos apenas falando sobre comida aqui! Bem, evidentemente Lesley não entendeu assim. Uma vez tendo sabido de meu regime alimentar, passou a providenciar para que houvesse algo para mim em cada evento, grande ou pequeno. Chegou mesmo a se preocupar para que houvesse algo para mim nos restaurantes aos quais nosso grupo ia. Depois de servida a refeição, ela dizia: “Estão todas gostando?” e rapidamente acrescentava: “Mary, como está o seu cardápio?”


E minha boa amiga, Celeste Ruby Crosby, parece ter assumido a responsabilidade de ser a principal fornecedora de alimento para minha família quando há um evento da igreja. Ela traz vários pratos para um “junta-panelas”, apontando para aqueles que ela fez de modo especial para a tribo Angelin. (A parte triste é que ela cozinha melhor do que eu o alimento que comemos!)


Sinto-me constrangida ao ver que algumas pessoas fazem um esforço extra por minha causa, especialmente porque gosto de servir os outros. Suponho que preciso acostumar-me a isso, porque minhas amigas não vão deixar de se importar comigo – e Deus também não. Ele Se importa tanto que prometeu preparar um lugar para mim, e tenho certeza de que será além dos meus sonhos mais ousados. Só imagino como será o Céu e como o supremo Anfitrião me receberá – como se eu fosse a única ali.



Mary M. J. Wagoner-Angelin




--------------------------------------------------------------------------------
Powered By Blogger