sexta-feira, 21 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010

16 de maio
Serviço Não Requer Título
Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dEle com cântico. Salmo 100:2.
Eu tinha apenas 15 anos e cursava o ensino médio quando se decidiu que eu devia submeter-me a uma cirurgia de ouvido, nariz e garganta. Fiquei assustada, com medo e aterrorizada! E se alguma coisa desse errado? Eu não queria morrer. Enquanto aguardava minha vez de ser levada para a sala de cirurgia, tremia intensa e incontrolavelmente, deitada no leito do hospital. Resolvi fazer uma barganha com o Senhor. “Querido Jesus”, orei, “estou apavorada; não quero morrer. Podes fazer com que a cirurgia dê certo e me acordar? Não me deixes morrer agora. Se fizeres isso por mim, prometo que Te servirei para o resto da vida.”
Algum tempo depois, eu não sabia se estava dormindo, sonhando, acordada, viva ou morta. Não tinha certeza – era uma sensação esquisita. Comecei a procurar respostas ao passar as mãos por todo o meu corpo. Finalmente, encontrei o lugar enfaixado da cirurgia. Então ela fora realizada, e eu estava acordada e viva! Foi uma sensação gloriosa! Imediatamente, me lembrei da promessa feita a Deus algumas horas antes, naquele dia. Virei a cabeça para o lado da janela, como se quisesse olhar para o céu e expressar meu agradecimento a Deus. Em vez disso, vi um navio belissimamente iluminado no oceano, a caminho do cais no porto. Era realmente uma linda cena, e senti paz e felicidade. Eu queria simplesmente comemorar a vida! Minha oração começou: “Querido Deus, muito obrigada porque me acordaste. Agora, sou completamente Tua. Usa-me onde quiseres, para o resto da minha vida. Amém!”
Agora, estou com 45 anos, e Deus tem-me conservado fiel ao meu voto. Não tenho, absolutamente, reclamações a fazer; creio que foi a maior e melhor decisão que já tomei.
A coisa mais nobre que alguém pode fazer com a vida é entregá-la a Deus, na forma de serviço. Na realidade, não importa o tipo de serviço que prestamos, contanto que estejamos a serviço de Deus – isso é tudo o que importa. O serviço para Deus não requer título; requer apenas prontidão.
Um compositor de hinos parece ter captado minha experiência no serviço de Deus quando escreveu, com perfeição, o seguinte cântico: “A serviço do meu Rei meus talentos eu darei; Tenho paz e alegria no serviço do meu Rei.” Que você encontre paz, alegria e felicidade no serviço de Deus, hoje e sempre.
Jacqueline Hope HoShing-Clarke
Serviço Não Requer Título
Servi ao Senhor com alegria, apresentai-vos diante dEle com cântico. Salmo 100:2.
Eu tinha apenas 15 anos e cursava o ensino médio quando se decidiu que eu devia submeter-me a uma cirurgia de ouvido, nariz e garganta. Fiquei assustada, com medo e aterrorizada! E se alguma coisa desse errado? Eu não queria morrer. Enquanto aguardava minha vez de ser levada para a sala de cirurgia, tremia intensa e incontrolavelmente, deitada no leito do hospital. Resolvi fazer uma barganha com o Senhor. “Querido Jesus”, orei, “estou apavorada; não quero morrer. Podes fazer com que a cirurgia dê certo e me acordar? Não me deixes morrer agora. Se fizeres isso por mim, prometo que Te servirei para o resto da vida.”
Algum tempo depois, eu não sabia se estava dormindo, sonhando, acordada, viva ou morta. Não tinha certeza – era uma sensação esquisita. Comecei a procurar respostas ao passar as mãos por todo o meu corpo. Finalmente, encontrei o lugar enfaixado da cirurgia. Então ela fora realizada, e eu estava acordada e viva! Foi uma sensação gloriosa! Imediatamente, me lembrei da promessa feita a Deus algumas horas antes, naquele dia. Virei a cabeça para o lado da janela, como se quisesse olhar para o céu e expressar meu agradecimento a Deus. Em vez disso, vi um navio belissimamente iluminado no oceano, a caminho do cais no porto. Era realmente uma linda cena, e senti paz e felicidade. Eu queria simplesmente comemorar a vida! Minha oração começou: “Querido Deus, muito obrigada porque me acordaste. Agora, sou completamente Tua. Usa-me onde quiseres, para o resto da minha vida. Amém!”
Agora, estou com 45 anos, e Deus tem-me conservado fiel ao meu voto. Não tenho, absolutamente, reclamações a fazer; creio que foi a maior e melhor decisão que já tomei.
A coisa mais nobre que alguém pode fazer com a vida é entregá-la a Deus, na forma de serviço. Na realidade, não importa o tipo de serviço que prestamos, contanto que estejamos a serviço de Deus – isso é tudo o que importa. O serviço para Deus não requer título; requer apenas prontidão.
Um compositor de hinos parece ter captado minha experiência no serviço de Deus quando escreveu, com perfeição, o seguinte cântico: “A serviço do meu Rei meus talentos eu darei; Tenho paz e alegria no serviço do meu Rei.” Que você encontre paz, alegria e felicidade no serviço de Deus, hoje e sempre.
Jacqueline Hope HoShing-Clarke
quarta-feira, 12 de maio de 2010

Coisas Ruins e Pessoas Boas
Compadecei-vos de mim, amigos meus, [...] porque a mão de Deus me atingiu. Jó 19:21.
A cidade toda lamentou a morte do herói tombado. Dan Snyder, de 25 anos de idade, jogava como atacante no time de hóquei Atlanta Thrashers, antes de sua trágica morte num acidente automobilístico. Seu melhor amigo, companheiro de equipe e xará era o motorista da Ferrari naquela noite fatídica. Dan era um jovem de uma cidade menonita não distante de onde moro, e se tornara famoso no hóquei, o esporte favorito no Canadá. Homenagens se sucediam, vindas da família, de amigos, companheiros de equipe, cidadãos da localidade e autoridades do hóquei. Todos testemunhavam quanto à pessoa boa que aquele jovem havia sido. Mas sua vida foi tragicamente abreviada.
Literalmente, centenas de milhares de histórias podem ser contadas sobre pessoas “boas” a quem aconteceram coisas ruins. Para muitos de nós, quando as coisas ruins acontecem, não há cobertura da mídia, não há apoio da população da cidade. Consideramo-nos felizes quando os familiares e amigos estão ao nosso lado. Dependendo das circunstâncias, podemos até sentir-nos abandonados por aqueles de quem esperávamos apoio. A despeito das experiências de vida que deveriam ter-nos ensinado melhor, fazemos uma busca mental, procurando ansiosamente descobrir o pecado oculto e não confessado que tenha resultado nesse castigo. Sabemos, de fato, que as Escrituras não apoiam essa teologia. Se Deus fosse punir-nos pelos pecados que cometemos, nossa existência seria riscada antes de atingirmos a idade adulta. Mas insistimos em nos castigar dessa maneira.
Estou convencida de que, enquanto vivermos neste mundo pecaminoso, coisas ruins ocorrerão, independentemente de nossos atos pessoais. Essa é a natureza do pecado. O maligno nos assalta, especialmente se Satanás acha que há uma chance de desanimar-nos, mas o amor de Deus prevalecerá. Durante os tempos de prova, apeguemo-nos, como Jó, a estas palavras: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19:25, 26).
Querida irmã, tenha certeza de que a pesada cruz que você carrega não é uma punição de Deus. Você está sendo preparada para viver num lugar onde nada ruim voltará a lhe acontecer. Apegue-se a essa promessa!
Avis Mae Rodney
Compadecei-vos de mim, amigos meus, [...] porque a mão de Deus me atingiu. Jó 19:21.
A cidade toda lamentou a morte do herói tombado. Dan Snyder, de 25 anos de idade, jogava como atacante no time de hóquei Atlanta Thrashers, antes de sua trágica morte num acidente automobilístico. Seu melhor amigo, companheiro de equipe e xará era o motorista da Ferrari naquela noite fatídica. Dan era um jovem de uma cidade menonita não distante de onde moro, e se tornara famoso no hóquei, o esporte favorito no Canadá. Homenagens se sucediam, vindas da família, de amigos, companheiros de equipe, cidadãos da localidade e autoridades do hóquei. Todos testemunhavam quanto à pessoa boa que aquele jovem havia sido. Mas sua vida foi tragicamente abreviada.
Literalmente, centenas de milhares de histórias podem ser contadas sobre pessoas “boas” a quem aconteceram coisas ruins. Para muitos de nós, quando as coisas ruins acontecem, não há cobertura da mídia, não há apoio da população da cidade. Consideramo-nos felizes quando os familiares e amigos estão ao nosso lado. Dependendo das circunstâncias, podemos até sentir-nos abandonados por aqueles de quem esperávamos apoio. A despeito das experiências de vida que deveriam ter-nos ensinado melhor, fazemos uma busca mental, procurando ansiosamente descobrir o pecado oculto e não confessado que tenha resultado nesse castigo. Sabemos, de fato, que as Escrituras não apoiam essa teologia. Se Deus fosse punir-nos pelos pecados que cometemos, nossa existência seria riscada antes de atingirmos a idade adulta. Mas insistimos em nos castigar dessa maneira.
Estou convencida de que, enquanto vivermos neste mundo pecaminoso, coisas ruins ocorrerão, independentemente de nossos atos pessoais. Essa é a natureza do pecado. O maligno nos assalta, especialmente se Satanás acha que há uma chance de desanimar-nos, mas o amor de Deus prevalecerá. Durante os tempos de prova, apeguemo-nos, como Jó, a estas palavras: “Porque eu sei que o meu Redentor vive e por fim Se levantará sobre a Terra. Depois, revestido este meu corpo da minha pele, em minha carne verei a Deus” (Jó 19:25, 26).
Querida irmã, tenha certeza de que a pesada cruz que você carrega não é uma punição de Deus. Você está sendo preparada para viver num lugar onde nada ruim voltará a lhe acontecer. Apegue-se a essa promessa!
Avis Mae Rodney
sábado, 8 de maio de 2010
sexta-feira, 7 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
segunda-feira, 26 de abril de 2010

Um Modelo Para Seguir
Morava em Cesareia um homem de nome Cornélio, centurião da corte chamada Italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus. Atos 10:1, 2
A Bíblia contém muitas histórias de valor especial para as mulheres. Esta história é sobre outro grupo a quem os judeus desprezavam. Cornélio era centurião romano, responsável por uma unidade militar de 100 soldados, em Cesareia, sede das forças romanas. A casa de Cornélio era um modelo a ser seguido. O texto de hoje fala dessas quatro qualidades.
Ele era piedoso. A Palavra de Deus fala dele como sendo justo e temente a Deus, respeitado por todo o povo judeu. Como é lindo ouvir pessoas dizendo que um homem ou uma mulher é uma pessoa piedosa. Como está seu relacionamento com Deus? É você uma pessoa piedosa?
Não só Cornélio, mas a família toda temia a Deus. Numa família que conheço, o pai não é temente a Deus – é um ébrio. Nunca frequenta a igreja nem participa dos cultos domésticos que a mãe e os filhos realizam cada dia. O pai chega muito tarde da noite e, com frequência, espanca a esposa e os filhos. Eles vivem literalmente com medo. Não têm paz de espírito. Quando a família toda ama a Deus, o lar se torna um Céu.
Cornélio era homem generoso; dava muitas esmolas. Era um homem conhecido por sua caridade. Devemos ter interesse pelos pobres. É nosso dever ajudar os pobres, necessitados e desafortunados. Dorcas, cuja história é contada justamente antes da história de Cornélio, também era conhecida por ajudar os pobres. Salomão escreveu: “Como é feliz quem trata com bondade os necessitados!” (Provérbios 14:21, NVI). Acrescenta: “Tratar com bondade o necessitado é honrar a Deus” (v. 31, NVI). Ajudando os pobres, emprestamos a Deus. Tem você preocupação pelos pobres e necessitados?
Cornélio era um homem de oração. Israel era uma comunidade que orava. Costumava orar em todas as ocasiões. Como o Israel espiritual, devemos ser constantes na oração. A igreja deve ser uma comunidade que ora. A oração é companheirismo com Deus; ela nos influenciará a vida, dia a dia. Jesus pediu que Sua igreja vigiasse e orasse. Cada lar devia ser uma casa de oração.
Quão mais felizes seríamos nós se seguíssemos esses piedosos exemplos!
Saramma Stephenson
Morava em Cesareia um homem de nome Cornélio, centurião da corte chamada Italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus. Atos 10:1, 2
A Bíblia contém muitas histórias de valor especial para as mulheres. Esta história é sobre outro grupo a quem os judeus desprezavam. Cornélio era centurião romano, responsável por uma unidade militar de 100 soldados, em Cesareia, sede das forças romanas. A casa de Cornélio era um modelo a ser seguido. O texto de hoje fala dessas quatro qualidades.
Ele era piedoso. A Palavra de Deus fala dele como sendo justo e temente a Deus, respeitado por todo o povo judeu. Como é lindo ouvir pessoas dizendo que um homem ou uma mulher é uma pessoa piedosa. Como está seu relacionamento com Deus? É você uma pessoa piedosa?
Não só Cornélio, mas a família toda temia a Deus. Numa família que conheço, o pai não é temente a Deus – é um ébrio. Nunca frequenta a igreja nem participa dos cultos domésticos que a mãe e os filhos realizam cada dia. O pai chega muito tarde da noite e, com frequência, espanca a esposa e os filhos. Eles vivem literalmente com medo. Não têm paz de espírito. Quando a família toda ama a Deus, o lar se torna um Céu.
Cornélio era homem generoso; dava muitas esmolas. Era um homem conhecido por sua caridade. Devemos ter interesse pelos pobres. É nosso dever ajudar os pobres, necessitados e desafortunados. Dorcas, cuja história é contada justamente antes da história de Cornélio, também era conhecida por ajudar os pobres. Salomão escreveu: “Como é feliz quem trata com bondade os necessitados!” (Provérbios 14:21, NVI). Acrescenta: “Tratar com bondade o necessitado é honrar a Deus” (v. 31, NVI). Ajudando os pobres, emprestamos a Deus. Tem você preocupação pelos pobres e necessitados?
Cornélio era um homem de oração. Israel era uma comunidade que orava. Costumava orar em todas as ocasiões. Como o Israel espiritual, devemos ser constantes na oração. A igreja deve ser uma comunidade que ora. A oração é companheirismo com Deus; ela nos influenciará a vida, dia a dia. Jesus pediu que Sua igreja vigiasse e orasse. Cada lar devia ser uma casa de oração.
Quão mais felizes seríamos nós se seguíssemos esses piedosos exemplos!
Saramma Stephenson
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Confissões de Lúcifer...
"Sujeita-vos portanto a Deus,mas, resisti ao diabo e ele fugirá de vós"(Tiago 4:7). ...Depois de passar 6.00o anos vagueando pela Terra, aprendi muito da natureza humana, suas fraquezas, virtudes e seus desejos mais secretos. Tenho certeza que minha causa foi derrotada, entretando estou trabalhando freneticamente para levar ao destino que me aguarda o mais número possível de pessoas, pois sei que pouco tempo me resta.
Não é fácil a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente porque ele conta com um exército fiel espalhado pelo mundo inteiro que com suas ORAÇÕES produzem uma reviravolta em qualquer intento. Felizmente são poucos os que oram de verdade, porque a maioria esta mais preocupada consigo mesma, outros começam bem, me incomodam mas logo desistem, pois não tem perseverança.
Fico admirado com o fascínio que exerço sobre alguns crentes, que falam mais de mim do que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar. Pois, quando acaba as orações eu continuo fazendo as mesmas estripulias. O que esses cristãos não entendem é que não devem lutar contra mim, mas buscar mais Aquele que tem mais poder do que eu. Quando eu quase destruí a vida de Jó ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas dizia todo o tempo que sua causa estava diante de Deus, e que o seu Redentor Vive. Tenho prazer especial em atormentar esses que ficam mais preocupados comigo o dia todo. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu não estou. Com os tais eu nem me previno, pois sei que são cristãos inseguros da fé que dizem possuir. Eles fazem parte do grupo que fazem uma boa propaganda de mim, pois julgam que eu tenho mais poder do que realmente tenho. Na verdade eu sou um pobre diado, condenado e derrotado mas da forma como falam, é como se eu fosse onisciente e onipotente. Será que eles naõ sabem que eu não posso fazer nada sem a permissão do Todo Poderoso? Ah, se não fosse por Ele, mas tudo bem a propaganda é a alma do negócio.
Sou constantemente acusado de tirar muita gente da igreja. É mentira! Eles saem porque são levados pelos seus próprios interesses. Não tenho muita pretensão de tirar eles de suas igrejas, bem pelo contrário quero que fiquem lá, frios e apáticos espirituais. Que briguem entre si, que se dividam e façam panelinhas entre eles. Outra estratégia que uso é a de fazer com que a igreja se pareça cada vez mais com o mundo, pois assim os cristãos não vão precisar mudar muito e continuarão a fazer as mesmas coisas de antes. Não é genial!
Adoro soprar mentiras aos seus ouvidos, afinal sou o Pai da mentira. Se digo a eles que são derrotados eles nem saem da cama. Digo-lhes que Deus não os perdoou pelos seus pecados e eles se enchem de culpa. Acho muito engraçado quando usam sal grosso contra mim. na verdade nem ligo. Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um crente que é fiel e tem a Palavra de Deus no coração, desse eu fujo. Como minha hora se aproxima eu estou trabalhando num projeto grandioso.É uma estratégia tão ardilosa que poucos percebem. Todos buscam uma divindade para adorar, por isso eu estou dando "Deus" de todos os tipos e gostos. Estou enchendo o mundo de "Deus", para que eles fiquem tão confundidos que não saibam que é o Deus verdadeiro. Cada um pode ter o seu do jeito que quiser. Quero confundi-los para pensarem que estão servindo a Deus. Agora, não aceito levar a culpa sozinho- eu só dou o que eles querem. Brilhos, glórias, moda, ídolos. Séculos atrás eu lhes dei um bezerro de ouro, mas agora eles querem ídolos que cantam, pregam e profetizam. Muitos falam que eu sou feio, com chifres, pêlos etc..... Se vocês ouvissem aquele tal de apóstolo Paulo, saberiam como eu sou de verdade- sempre fui um anjo, fala mansa e muito convincente. Para terminar eu quero dizer que não sou ateu ou agnóstico. Eu creio e tremo diante de Deus.Mas eu não consigo me submeter. Submissão significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente indo comigo que também crê em Deus, frequenta a igreja mas é da mesma opinião, isto é, não gosta de ser submisso a Deus. Autoria:Pr. Daniel Rocha- Psicólogo e pastor da igreja Metodista.
Não é fácil a vida de um adversário do Todo Poderoso, principalmente porque ele conta com um exército fiel espalhado pelo mundo inteiro que com suas ORAÇÕES produzem uma reviravolta em qualquer intento. Felizmente são poucos os que oram de verdade, porque a maioria esta mais preocupada consigo mesma, outros começam bem, me incomodam mas logo desistem, pois não tem perseverança.
Fico admirado com o fascínio que exerço sobre alguns crentes, que falam mais de mim do que de Deus. Rio muito quando eles tentam me amarrar. Pois, quando acaba as orações eu continuo fazendo as mesmas estripulias. O que esses cristãos não entendem é que não devem lutar contra mim, mas buscar mais Aquele que tem mais poder do que eu. Quando eu quase destruí a vida de Jó ele não me dirigiu uma palavra sequer, mas dizia todo o tempo que sua causa estava diante de Deus, e que o seu Redentor Vive. Tenho prazer especial em atormentar esses que ficam mais preocupados comigo o dia todo. Eles dizem que me vêem em todos os lugares, até onde eu não estou. Com os tais eu nem me previno, pois sei que são cristãos inseguros da fé que dizem possuir. Eles fazem parte do grupo que fazem uma boa propaganda de mim, pois julgam que eu tenho mais poder do que realmente tenho. Na verdade eu sou um pobre diado, condenado e derrotado mas da forma como falam, é como se eu fosse onisciente e onipotente. Será que eles naõ sabem que eu não posso fazer nada sem a permissão do Todo Poderoso? Ah, se não fosse por Ele, mas tudo bem a propaganda é a alma do negócio.
Sou constantemente acusado de tirar muita gente da igreja. É mentira! Eles saem porque são levados pelos seus próprios interesses. Não tenho muita pretensão de tirar eles de suas igrejas, bem pelo contrário quero que fiquem lá, frios e apáticos espirituais. Que briguem entre si, que se dividam e façam panelinhas entre eles. Outra estratégia que uso é a de fazer com que a igreja se pareça cada vez mais com o mundo, pois assim os cristãos não vão precisar mudar muito e continuarão a fazer as mesmas coisas de antes. Não é genial!
Adoro soprar mentiras aos seus ouvidos, afinal sou o Pai da mentira. Se digo a eles que são derrotados eles nem saem da cama. Digo-lhes que Deus não os perdoou pelos seus pecados e eles se enchem de culpa. Acho muito engraçado quando usam sal grosso contra mim. na verdade nem ligo. Agora, o que eu temo mesmo é uma vida santificada. Contra um crente que é fiel e tem a Palavra de Deus no coração, desse eu fujo. Como minha hora se aproxima eu estou trabalhando num projeto grandioso.É uma estratégia tão ardilosa que poucos percebem. Todos buscam uma divindade para adorar, por isso eu estou dando "Deus" de todos os tipos e gostos. Estou enchendo o mundo de "Deus", para que eles fiquem tão confundidos que não saibam que é o Deus verdadeiro. Cada um pode ter o seu do jeito que quiser. Quero confundi-los para pensarem que estão servindo a Deus. Agora, não aceito levar a culpa sozinho- eu só dou o que eles querem. Brilhos, glórias, moda, ídolos. Séculos atrás eu lhes dei um bezerro de ouro, mas agora eles querem ídolos que cantam, pregam e profetizam. Muitos falam que eu sou feio, com chifres, pêlos etc..... Se vocês ouvissem aquele tal de apóstolo Paulo, saberiam como eu sou de verdade- sempre fui um anjo, fala mansa e muito convincente. Para terminar eu quero dizer que não sou ateu ou agnóstico. Eu creio e tremo diante de Deus.Mas eu não consigo me submeter. Submissão significa obediência, e eu não quero ser servo. Aliás, tem muita gente indo comigo que também crê em Deus, frequenta a igreja mas é da mesma opinião, isto é, não gosta de ser submisso a Deus. Autoria:Pr. Daniel Rocha- Psicólogo e pastor da igreja Metodista.
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