Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a Sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. (1 João 3:16).
De todas as histórias maravilhosas que chegaram ao escritório da Adventist Review, para mim não há história melhor para ilustrar a graça do que o presente da vida que Geri Kennedy concedeu ao seu irmão, Craig. Eu já tinha ouvido partes dessa história, mas Geri ainda se sentia relutante em partilhar detalhes tão pessoais. Por fim, ela permitiu que Myrna Tetz, que na época ocupava o cargo de coordenadora editorial, preparasse a história para ser publicada. Craig se encontrava em uma condição desesperadora. Sofria de insuficiência renal aguda. Ele precisava receber com urgência a doação de um rim. Geri lutou com a ideia do que poderia fazer para ajudá-lo. Se os testes fossem positivos, seria ela saudável o bastante para doar um de seus rins? De que maneira seu esposo, filhas e pais reagiriam diante de sua decisão de fazer isso por alguém que consumia álcool e fumava? Será que Craig se sentiria para sempre em débito? Após muita oração e reflexão, Geri decidiu seguir com o plano. Craig implorou para que ela não fizesse a doação. Ela respondeu que acreditava que Deus estava à frente de tudo e que tudo estava nas mãos dEle. – O que posso fazer para recompensá-la? – Craig perguntou. Geri respondeu com um largo sorriso: – Não se preocupe; farei uma lista. Em seguida, acrescentou: – Meu rim não bebe e não fuma, e vai à igreja todo sábado. Por favor, não tente mudar o estilo de vida dele. Na sala de cirurgia, a equipe médica colocou a maca de Geri e a de Craig lado a lado. Eles olharam um para o outro e deram as mãos. Craig perguntou com um olhar sério: – Onde está? – Onde está o quê? Com lágrimas escorrendo pela face, ele respondeu: – A lista. Nesse momento, as lágrimas de Geri começaram a rolar também. – Craig, não há lista nenhuma. Este é um presente. Eu o amo. Deus o ama. Ele nos ajudará a passar por isso. Nem um milhão de palavras poderia expressar o olhar de Craig, Geri recordou mais tarde. Tudo o que ele pôde fazer foi apertar mais forte a mão da irmã, sorrir em meio às lágrimas e acenar com a cabeça. E tudo deu certo. (William Johnsson).
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
"Amarílis Vermelhas!"
Adorai o Senhor na beleza da Sua santidade. (1 Crônicas 16:29).
Na época do Natal, gosto de enfeitar a sala com amarílis vermelhas. São plantas altas, elegantes, com enormes flores de 18 centímetros. Depois de encerrada a floração, planto os bulbos ao ar livre, e por muitos anos sou recompensada com mais belezas de um vermelho vivo a cada primavera. No ano passado, no início de dezembro, comprei uma muda de amarílis com brotos de uns quinze centímetros de altura. Eu sabia que, por volta do Natal, ou mais tardar no ano-novo, teria várias flores grandes. Coloquei o vaso sob a luz solar indireta e, dito e feito! Fui recompensada com quatro flores enormes antes do Natal, e mais duas em janeiro. Eu estava muito ocupada na época do Natal para fazer algo mais do que ocasionalmente regar a planta e admirar as flores do outro lado da sala. Em janeiro, porém, tive um pouco mais de tempo para apreciar as flores. Um dia, parei para examiná-las de perto à luz do sol e descobri algo que não tinha notado antes: As pétalas pareciam salpicadas com finas partículas de purpurina vermelha, semelhantes a tecido com fios metálicos que fazem com que a roupa cintile. Fiquei tão admirada diante da minha descoberta que permaneci ali, incrédula, contemplando a planta por longo tempo. Cheguei a tirar fotos, tentando captar o fenômeno cintilante para mostrar a outros. Por muitos anos, cultivei amarílis vermelhas para o Natal, mas nunca tinha tomado tempo para examiná-las de perto, sob a luz direta do sol. Só então recebi o pleno impacto de sua beleza. Por mais notavelmente bela que seja a flor, a amarílis tem um tesouro oculto que só pode ser apreciado mediante uma observação de perto, sob luz direta. Ocorreu-me que Deus revela muito acerca de Si mesmo através da criação. Em alguns sentidos, Ele Se parece muito com a amarílis. Quanto mais chegamos a conhecê-Lo, mais complexidades do Seu divino caráter descobrimos. Somente tomando tempo para desenvolver um relacionamento íntimo com Ele é que começamos a apreciar a grandeza do Deus a quem servimos. Deus nos recompensa ao tomarmos tempo para nos maravilharmos diante da glória e do resplendor de Seu caráter cada dia, assim como quando contemplei as flores de amarílis à luz do sol. Deus não deixará de deleitar-nos quando volvermos nosso olhar para Ele. Então, adoraremos ao Senhor como somos instruídas em 1 Crônicas 16:29 – na beleza da Sua santidade. (Carla baker).
terça-feira, 27 de novembro de 2012
"Não se Assuste!"
Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia. (Sal. 91:5).
Tudo estava escuro. Jean não enxergava um palmo à sua volta. Havia sombras por todo lado. Mais do que escuridão física, era emocional. Tinha o coração cheio de trevas: dúvidas, revolta, mágoa e medo. Acabava de sepultar o corpo da esposa morta num acidente de trânsito. Os amigos e parentes já haviam ido embora. Ele estava só, ou quase só. Seus três filhos pequenos dormiam ao lado. Eram eles a causa maior de sua preocupação. Como enfrentar a vida sem a esposa amada? Como ocupar no coração das crianças o vazio deixado por ela? Por que Deus tinha permitido aquilo? O futuro se apresentava escuro e a escuridão o amedrontava. De repente, a voz do filho de cinco anos o trouxe à realidade. “Pai”, disse o garoto, “está tudo escuro, não consigo enxergar você. Mas sei que você está aí, não está?” Duas lágrimas rolaram pela face de Jean. Quando a criança voltou a dormir, ele disse a Deus em seu coração: “Ó, Senhor, está tudo escuro na minha vida. Há tanta dor e tristeza. Não consigo Te enxergar. Mas Tu estás aí, não estás?” A noite é a lei da vida. Se há sol, há sombras. Elas chegam hoje ou amanhã. Elas sempre chegam. Ai de mim se eu não souber onde procurar a luz. O Salmo 91 fala de um esconderijo. Deus é o refúgio. Ele está pronto para cobrir Seus filhos com Suas asas, como a galinha protege os seus pintinhos. É por isso que Davi proclama aos quatro ventos: “Não te assustarás do terror noturno.” Abra as janelas da sua alma. Deixe o sol entrar. Não tema. Não se esconda. Desabroche como o casulo. Cada vez que a tormenta chegar à sua vida, lembre-se de que por cima das nuvens o sol continua brilhando. Hoje é um novo dia. Se as coisas não deram certo até aqui, continue lutando em nome de Jesus. Na hora em que desistiram, muitos derrotados não sabiam quão perto estavam da vitória. Não desista. Nada pode derrotar a quem se refugia em Deus. Com esses pensamentos em mente, encare os desafios da vida. Se a sua confiança está depositada em Deus, “não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia”. (Alejandro Bullón).
Tudo estava escuro. Jean não enxergava um palmo à sua volta. Havia sombras por todo lado. Mais do que escuridão física, era emocional. Tinha o coração cheio de trevas: dúvidas, revolta, mágoa e medo. Acabava de sepultar o corpo da esposa morta num acidente de trânsito. Os amigos e parentes já haviam ido embora. Ele estava só, ou quase só. Seus três filhos pequenos dormiam ao lado. Eram eles a causa maior de sua preocupação. Como enfrentar a vida sem a esposa amada? Como ocupar no coração das crianças o vazio deixado por ela? Por que Deus tinha permitido aquilo? O futuro se apresentava escuro e a escuridão o amedrontava. De repente, a voz do filho de cinco anos o trouxe à realidade. “Pai”, disse o garoto, “está tudo escuro, não consigo enxergar você. Mas sei que você está aí, não está?” Duas lágrimas rolaram pela face de Jean. Quando a criança voltou a dormir, ele disse a Deus em seu coração: “Ó, Senhor, está tudo escuro na minha vida. Há tanta dor e tristeza. Não consigo Te enxergar. Mas Tu estás aí, não estás?” A noite é a lei da vida. Se há sol, há sombras. Elas chegam hoje ou amanhã. Elas sempre chegam. Ai de mim se eu não souber onde procurar a luz. O Salmo 91 fala de um esconderijo. Deus é o refúgio. Ele está pronto para cobrir Seus filhos com Suas asas, como a galinha protege os seus pintinhos. É por isso que Davi proclama aos quatro ventos: “Não te assustarás do terror noturno.” Abra as janelas da sua alma. Deixe o sol entrar. Não tema. Não se esconda. Desabroche como o casulo. Cada vez que a tormenta chegar à sua vida, lembre-se de que por cima das nuvens o sol continua brilhando. Hoje é um novo dia. Se as coisas não deram certo até aqui, continue lutando em nome de Jesus. Na hora em que desistiram, muitos derrotados não sabiam quão perto estavam da vitória. Não desista. Nada pode derrotar a quem se refugia em Deus. Com esses pensamentos em mente, encare os desafios da vida. Se a sua confiança está depositada em Deus, “não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia”. (Alejandro Bullón).
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
"Ore Mais!"
O Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos. (Prov. 15:29).
Juana voltava para casa depois da reunião em que me ouvira falar da existência do poder e do amor maravilhoso de Deus. Naquela noite, milhares de pessoas foram tocadas pelo Espírito Santo e muitas delas foram à frente, aceitando a Jesus como seu Salvador. Juana não. Ela era atéia, não cria em Deus. Participou daquela reunião só porque não teve coragem de rejeitar o convite de uma amiga, a quem devia favores. O que ninguém sabia é que naquela noite Juana tinha orado a Deus no seu coração. Ela O havia desafiado. Disse que se Deus era poderoso, poderia fazer com que seu esposo, a quem não via fazia mais de vinte anos, entrasse em contato com ela, e então acreditaria em Deus. Quando abriu a porta de casa, o telefone tocou. Era o esposo. Juana contou esse testemunho em lágrimas. “Eu sei que para Deus não existem impossíveis”, disse. O Senhor sempre atende à oração do justo, afirma o provérbio de hoje. Sempre, não de vez em quando. Sempre. Não do jeito que você deseja, mas sempre Ele está pronto a responder quando você abre o coração carente. Juana era atéia. Deus responde à oração de alguém que não acredita nEle? Essas são coisas maravilhas da fé. Para Deus, não conta a maneira como você viveu. Para Ele, só conta o momento em que, arrependido, você reconhece sua situação e volta os olhos ao Senhor. O Senhor está longe dos perversos, diz a primeira parte do texto: Está “longe”, râhoq em hebraico, não é um assunto de distância da presença divina. Os “perversos” são descritos na Bíblia como aqueles que menosprezam os ensinamentos divinos, se enganam ou vivem como se Deus não existisse. Com essa atitude, afastam-se do Senhor. E quando num momento de dificuldade pedem ajuda, porque até os mais contumazes descrentes clamam a Deus na hora da morte, a oração dessas pessoas não chega ao trono de graça. Não é o arrependimento que os leva a invocar o nome de Deus. É o medo das conseqüências do mal. Busque a Jesus em oração. Converse com Ele, conte-Lhe as suas lutas e tristezas. Acredite que sua oração será respondida porque “o Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos”. (Alejandro Bullón).
Juana voltava para casa depois da reunião em que me ouvira falar da existência do poder e do amor maravilhoso de Deus. Naquela noite, milhares de pessoas foram tocadas pelo Espírito Santo e muitas delas foram à frente, aceitando a Jesus como seu Salvador. Juana não. Ela era atéia, não cria em Deus. Participou daquela reunião só porque não teve coragem de rejeitar o convite de uma amiga, a quem devia favores. O que ninguém sabia é que naquela noite Juana tinha orado a Deus no seu coração. Ela O havia desafiado. Disse que se Deus era poderoso, poderia fazer com que seu esposo, a quem não via fazia mais de vinte anos, entrasse em contato com ela, e então acreditaria em Deus. Quando abriu a porta de casa, o telefone tocou. Era o esposo. Juana contou esse testemunho em lágrimas. “Eu sei que para Deus não existem impossíveis”, disse. O Senhor sempre atende à oração do justo, afirma o provérbio de hoje. Sempre, não de vez em quando. Sempre. Não do jeito que você deseja, mas sempre Ele está pronto a responder quando você abre o coração carente. Juana era atéia. Deus responde à oração de alguém que não acredita nEle? Essas são coisas maravilhas da fé. Para Deus, não conta a maneira como você viveu. Para Ele, só conta o momento em que, arrependido, você reconhece sua situação e volta os olhos ao Senhor. O Senhor está longe dos perversos, diz a primeira parte do texto: Está “longe”, râhoq em hebraico, não é um assunto de distância da presença divina. Os “perversos” são descritos na Bíblia como aqueles que menosprezam os ensinamentos divinos, se enganam ou vivem como se Deus não existisse. Com essa atitude, afastam-se do Senhor. E quando num momento de dificuldade pedem ajuda, porque até os mais contumazes descrentes clamam a Deus na hora da morte, a oração dessas pessoas não chega ao trono de graça. Não é o arrependimento que os leva a invocar o nome de Deus. É o medo das conseqüências do mal. Busque a Jesus em oração. Converse com Ele, conte-Lhe as suas lutas e tristezas. Acredite que sua oração será respondida porque “o Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos”. (Alejandro Bullón).
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
"Atitude de Gratidão!"
Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom. O Seu amor dura para sempre!( Salmo 136:1, NVI).
Ação de graças é uma atitude de gratidão. Em 1 Tessalonicenses 5:18, lemos: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Ao contrário da cultura ocidental de ação de graças, na qual as mesas ficam repletas de peru, purê de batata, recheios e tortas de abóbora, meus avós enfeixavam um décimo de sua colheita e o entregavam à igreja. Isso demonstrava seu espírito de gratidão. Testemunhar sua fidelidade a cada ano, enquanto crescia, alicerçou minha compreensão daquilo que significa ser grato ao Criador do Universo, ao Provedor da vida para cada planta que cresce e cada ser vivo que respira. Certa vez, fiz uma palestra matinal de Ação de Graças, centralizada na essência da gratidão, comparada com o nascimento de uma borboleta. Ela não começa a vida como uma criatura linda, voadora e feliz. Começa como uma lagarta que rasteja. No momento certo, ela tece um casulo ao seu redor e então, ainda dentro do casulo, é transformada numa bela, colorida e alada borboleta, aparentemente dizendo: “Muito obrigada, muito obrigada!” Nosso crescimento, como seres humanos, segue o mesmo padrão. Bebês, criados à imagem de Deus, são dependentes de nutrição e amor. Enquanto crescem, Deus Se ocupa formando e moldando-os conforme Seu caráter através das experiências – incluindo as provações – da vida. Visitando a fábrica de vidro Murano em Veneza, Itália, vi um quadro autêntico de como Deus me molda. Observar como o vidro é colocado sob o fogo e moldado da forma como os artesãos desejam, me fez lembrar que cada lágrima que desliza indica o modo pelo qual Deus me molda à semelhança do Seu caráter. Aqueles belos candelabros e lâmpadas eram autênticas criações testadas pelo fogo. Ter sido apurada no fogo me faz sair como ouro puro. Na verdade, 1 Pedro 1:7 nos diz que nossa fé genuína é ainda mais preciosa que ouro. Saber que Deus está ocupado em me transformar e moldar, habilitando-me para o Céu, me dá esse espírito de gratidão como um fôlego de vida. Jó, em meio ao seu turbilhão, disse: “Bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21). Em resposta a seus amigos, disse: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15, NVI). Ser agradecido significa andar pela estrada da gratidão, pois o espírito de ação de graças nasce na adversidade e nas dificuldades da vida.( Edna B. Bacate-Domingo).
Ação de graças é uma atitude de gratidão. Em 1 Tessalonicenses 5:18, lemos: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Ao contrário da cultura ocidental de ação de graças, na qual as mesas ficam repletas de peru, purê de batata, recheios e tortas de abóbora, meus avós enfeixavam um décimo de sua colheita e o entregavam à igreja. Isso demonstrava seu espírito de gratidão. Testemunhar sua fidelidade a cada ano, enquanto crescia, alicerçou minha compreensão daquilo que significa ser grato ao Criador do Universo, ao Provedor da vida para cada planta que cresce e cada ser vivo que respira. Certa vez, fiz uma palestra matinal de Ação de Graças, centralizada na essência da gratidão, comparada com o nascimento de uma borboleta. Ela não começa a vida como uma criatura linda, voadora e feliz. Começa como uma lagarta que rasteja. No momento certo, ela tece um casulo ao seu redor e então, ainda dentro do casulo, é transformada numa bela, colorida e alada borboleta, aparentemente dizendo: “Muito obrigada, muito obrigada!” Nosso crescimento, como seres humanos, segue o mesmo padrão. Bebês, criados à imagem de Deus, são dependentes de nutrição e amor. Enquanto crescem, Deus Se ocupa formando e moldando-os conforme Seu caráter através das experiências – incluindo as provações – da vida. Visitando a fábrica de vidro Murano em Veneza, Itália, vi um quadro autêntico de como Deus me molda. Observar como o vidro é colocado sob o fogo e moldado da forma como os artesãos desejam, me fez lembrar que cada lágrima que desliza indica o modo pelo qual Deus me molda à semelhança do Seu caráter. Aqueles belos candelabros e lâmpadas eram autênticas criações testadas pelo fogo. Ter sido apurada no fogo me faz sair como ouro puro. Na verdade, 1 Pedro 1:7 nos diz que nossa fé genuína é ainda mais preciosa que ouro. Saber que Deus está ocupado em me transformar e moldar, habilitando-me para o Céu, me dá esse espírito de gratidão como um fôlego de vida. Jó, em meio ao seu turbilhão, disse: “Bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21). Em resposta a seus amigos, disse: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15, NVI). Ser agradecido significa andar pela estrada da gratidão, pois o espírito de ação de graças nasce na adversidade e nas dificuldades da vida.( Edna B. Bacate-Domingo).
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
"Preste atenção nos sinais!"
Olhando o céu, vocês sabem como vai ser o tempo. E como é que não sabem explicar o que querem dizer os sinais desta época? Mateus 16:3, NTLH

Não estava me sentindo bem naquele dia – havia contraído uma gripe durante a viagem – mas, assim mesmo, estava voltando de Trinidad para minha casa em St. Lucia. Quando o avião fez um pouso em Barbados, a caminho de St. Lucia, saí do avião na frente da minha companheira de viagem, Carmen, uma colega de trabalho e amiga. Normalmente esperamos uma pela outra, mas eu estava com um pouco de pressa, ansiosa por descansar meu corpo dolorido. Na pressa, simplesmente segui uma multidão de pessoas à minha frente.
Em pouco tempo, eu me vi parada numa fila da alfândega. Olhei em volta, à procura de Carmen. Ela não se encontrava em lugar nenhum. Estaria eu no lugar errado?
Aproximei-me de uma funcionária da alfândega, entreguei-lhe meus documentos e perguntei se estava no lugar certo. Ela confirmou meus piores temores. Apontou para trás, para as portas por onde eu havia entrado. Uma grande placa dizia “Chegadas”, mas eu estava em trânsito. Como deixei de ver a placa?
Entrei por outro conjunto de portas, orando enquanto andava. Dessa vez, tive certeza de que veria Carmen, mas ela não se encontrava em lugar nenhum. Comecei a ficar realmente preocupada. Como fui me perder tanto, em tão pouco tempo? Olhei pelas janelas de vidro e reconheci a área onde devia estar, mas, de alguma forma, não sabia como chegar lá. O aeroporto estava em reforma, e as saídas e entradas regulares estavam bloqueadas. Olhei meu bilhete e percebi que era hora de embarcar. Orei: Deus, por favor, não me permitas perder o voo para casa!
Nesse momento, uma comissária de bordo entrou por uma porta e lhe perguntei como chegar ao portão certo. Ela apontou para a saída. Passei rapidamente por ela e desci o corredor até o portão. Na metade do caminho, vi Carmen aproximar-se da grande porta automática de vidro. Que alívio!
Se eu tão somente houvesse prestado atenção a alguns sinais importantes, em vez de seguir a multidão, não me haveria perdido. Aquilo que teria sido uma caminhada fácil e breve até o avião seguinte se transformou em apuros desnecessários e pânico. Quase perdi o voo para casa. Ao se aproximar a volta de Jesus, não sigamos a multidão, mas prestemos atenção especial aos sinais ao nosso redor, para não perder o único voo para o lar eterno.
Cavelle S. Regis
"Justiça Salvadora!"
Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé.”( Romanos 1:17).
Muito tempo atrás, um jovem sincero tentou tudo o que a igreja de sua época tinha a oferecer, e nada deu certo. Uma nova religião nasceu. Martinho Lutero, intelectualmente dotado, mas atribulado em espírito, renunciou ao mundo e a seus prazeres para seguir a vida solitária do claustro. Monge da ordem franciscana, ele castigou seu corpo na tentativa de encontrar paz com Deus. Orações, jejuns, penitências, vigílias – ele era incansável em sua busca. “Fui um bom monge, e segui as regras de minha ordem de maneira tão rígida que posso dizer que, se um monge alcançasse o Céu por seu comportamento, eu seria essa pessoa”, Lutero escreveu mais tarde. “Se tivesse continuado um pouco mais, teria me matado com as vigílias, orações, leituras e outras obras.” Lutero, então, teve a oportunidade de visitar Roma. Cheio de alegria, contemplou todos os lugares sagrados e as relíquias encontradas ali que, segundo acreditava, poderiam saciar a alma sedenta. Mas todas elas falharam em trazer-lhe o conforto que tanto almejava. A igreja prescreveu a confissão, e foi exatamente isso que ele fez por horas a fio, até esgotar a paciência de seu confessor. Mas, no silêncio da noite, ele se lembrou de algo que não tinha confessado. Ou pior: e se houvesse outros pecados dos quais não conseguisse se lembrar? A igreja também prescreveu algo místico: lançar-se no oceano do amor de Deus. Mas, ao contemplar Cristo vindo para julgar o mundo, Lutero não conseguiu amá-Lo. “Amar Deus? Eu O odiava!” Foi sua resposta desesperadora. Em seguida, ele foi escolhido para ensinar Bíblia na Universidade de Wittenberg. Começando com Salmos, ele se deparou com o clamor de desamparo que Jesus proferiu da cruz: “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Sl 22:1). Esse também era o clamor do coração de Lutero! Ele concluiu Salmos, começou Romanos e, em seguida, Gálatas. Lutando para compreender o que Paulo quis dizer com “justificação”, ele finalmente descobriu que “a justiça de Deus é a justificação pela qual, por meio da graça e da absoluta misericórdia, Deus nos justifica pela fé”. Lutero foi libertado, e nasceu a Reforma. (William Jonhsson).
Muito tempo atrás, um jovem sincero tentou tudo o que a igreja de sua época tinha a oferecer, e nada deu certo. Uma nova religião nasceu. Martinho Lutero, intelectualmente dotado, mas atribulado em espírito, renunciou ao mundo e a seus prazeres para seguir a vida solitária do claustro. Monge da ordem franciscana, ele castigou seu corpo na tentativa de encontrar paz com Deus. Orações, jejuns, penitências, vigílias – ele era incansável em sua busca. “Fui um bom monge, e segui as regras de minha ordem de maneira tão rígida que posso dizer que, se um monge alcançasse o Céu por seu comportamento, eu seria essa pessoa”, Lutero escreveu mais tarde. “Se tivesse continuado um pouco mais, teria me matado com as vigílias, orações, leituras e outras obras.” Lutero, então, teve a oportunidade de visitar Roma. Cheio de alegria, contemplou todos os lugares sagrados e as relíquias encontradas ali que, segundo acreditava, poderiam saciar a alma sedenta. Mas todas elas falharam em trazer-lhe o conforto que tanto almejava. A igreja prescreveu a confissão, e foi exatamente isso que ele fez por horas a fio, até esgotar a paciência de seu confessor. Mas, no silêncio da noite, ele se lembrou de algo que não tinha confessado. Ou pior: e se houvesse outros pecados dos quais não conseguisse se lembrar? A igreja também prescreveu algo místico: lançar-se no oceano do amor de Deus. Mas, ao contemplar Cristo vindo para julgar o mundo, Lutero não conseguiu amá-Lo. “Amar Deus? Eu O odiava!” Foi sua resposta desesperadora. Em seguida, ele foi escolhido para ensinar Bíblia na Universidade de Wittenberg. Começando com Salmos, ele se deparou com o clamor de desamparo que Jesus proferiu da cruz: “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Sl 22:1). Esse também era o clamor do coração de Lutero! Ele concluiu Salmos, começou Romanos e, em seguida, Gálatas. Lutando para compreender o que Paulo quis dizer com “justificação”, ele finalmente descobriu que “a justiça de Deus é a justificação pela qual, por meio da graça e da absoluta misericórdia, Deus nos justifica pela fé”. Lutero foi libertado, e nasceu a Reforma. (William Jonhsson).
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
"Junto às águas!"
Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem-sucedido. (Sal. 1:3).
Quem é ele? A quem Davi está se referindo? Todo ser humano gostaria de ser uma pessoa com as características que o salmista descreve aqui. Este salmo fala de frutos, de abundância, de uma permanente produtividade e de prosperidade. A Bíblia, e particularmente os livros dos Salmos e dos Provérbios, ensinam que Deus deseja filhos prósperos em todas as áreas da vida. Você pode sonhar com um casamento cheio de amor, uma carreira profissional de êxito, títulos universitários, realização pessoal, equilíbrio financeiro, filhos prósperos e relacionamentos enriquecedores. Nada disso diverge da vida cristã. Mas essas coisas não podem ser o propósito da sua existência, e sim o resultado de algo mais profundo. Se você fizer da prosperidade a razão de sua vida, poderá chegar ao fim dos seus dias sem nada, ou talvez com algo, mas vazio e frustrado. Você terá corrido na direção errada. A meta estava no sul e você foi para o norte. No salmo de hoje, o homem próspero é comparado com uma árvore cheia de frutos. Os frutos abundantes e as folhas verdes dessa árvore são o resultado de estar junto à corrente de águas, pois elas são sua fonte de vida e energia. Enquanto o humanismo ensina que há energia e força dentro de você, o cristianismo enfatiza que você precisa buscar essa energia em Jesus, a fonte de vida. Uma árvore sem água morre ou, na melhor das hipóteses, aparenta estar viva, mas não dá frutos. Até as palmeiras no deserto precisam aprofundar suas raízes em busca de água. Como pode existir uma vida de êxito sem Jesus? Quando você empreende uma viagem através de seu mundo interior, se depara com passagens escuras que as lanternas de seu racionalismo não conseguem iluminar. É algo doloroso, contraditório e devastador. Mas é real. É absurdo negar esse fato. Como também é absurdo pensar que dessa fonte seca pode brotar vida sem a intervenção de Alguém que está acima do ser humano. Você quer ter sucesso que abranja todas as áreas da vida? Antes de encarar os desafios de hoje, pense que só será realmente feliz aquele que for como “árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha”. (Alejandro Bullón).
Quem é ele? A quem Davi está se referindo? Todo ser humano gostaria de ser uma pessoa com as características que o salmista descreve aqui. Este salmo fala de frutos, de abundância, de uma permanente produtividade e de prosperidade. A Bíblia, e particularmente os livros dos Salmos e dos Provérbios, ensinam que Deus deseja filhos prósperos em todas as áreas da vida. Você pode sonhar com um casamento cheio de amor, uma carreira profissional de êxito, títulos universitários, realização pessoal, equilíbrio financeiro, filhos prósperos e relacionamentos enriquecedores. Nada disso diverge da vida cristã. Mas essas coisas não podem ser o propósito da sua existência, e sim o resultado de algo mais profundo. Se você fizer da prosperidade a razão de sua vida, poderá chegar ao fim dos seus dias sem nada, ou talvez com algo, mas vazio e frustrado. Você terá corrido na direção errada. A meta estava no sul e você foi para o norte. No salmo de hoje, o homem próspero é comparado com uma árvore cheia de frutos. Os frutos abundantes e as folhas verdes dessa árvore são o resultado de estar junto à corrente de águas, pois elas são sua fonte de vida e energia. Enquanto o humanismo ensina que há energia e força dentro de você, o cristianismo enfatiza que você precisa buscar essa energia em Jesus, a fonte de vida. Uma árvore sem água morre ou, na melhor das hipóteses, aparenta estar viva, mas não dá frutos. Até as palmeiras no deserto precisam aprofundar suas raízes em busca de água. Como pode existir uma vida de êxito sem Jesus? Quando você empreende uma viagem através de seu mundo interior, se depara com passagens escuras que as lanternas de seu racionalismo não conseguem iluminar. É algo doloroso, contraditório e devastador. Mas é real. É absurdo negar esse fato. Como também é absurdo pensar que dessa fonte seca pode brotar vida sem a intervenção de Alguém que está acima do ser humano. Você quer ter sucesso que abranja todas as áreas da vida? Antes de encarar os desafios de hoje, pense que só será realmente feliz aquele que for como “árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha”. (Alejandro Bullón).
domingo, 18 de novembro de 2012
"Não haverá mais lágrimas!"
Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou.( Apocalipse 21:4, NVI).
Meu esposo e eu estávamos nas Ilhas Gregas, na viagem dos nossos sonhos. O tempo estava lindo, e o mar era de um azul que nunca tínhamos imaginado. Havia passeios maravilhosos e dias cheios de felicidade. Tudo era perfeito. Uma tormenta, porém, se formava.
Um dia, para ter notícias de casa, telefonei para minha filha Neila. Perguntei se estava tudo bem, e ela me respondeu que sim.
Mas percebi tristeza na voz dela. – O que aconteceu? Você está triste.
– Mamãe, acabo de saber que tenho um tumor no pâncreas.
Tumor? Pâncreas? Meu mundo pareceu desmoronar num instante. Ao perceber minha angústia, ela disse: – Não fique assustada, mãe. Pode ser benigno.
Voltamos para casa imediatamente. Começou uma sucessão de dias escuros, seguidos por dias ainda mais tristes de cirurgia, quimioterapia, alguns dias de descanso e depois uma nova série de químio. Desejávamos conservar a esperança, mas sentíamos que a doença progredia.
“Ó Deus”, orei, “não estou preparada para perder minha filha. Por favor, salva minha filha!” A parte difícil foi dizer: “Que se faça a Tua vontade.”
Vieram os longos dias no hospital: analgésicos, morfina, depois doses maiores de morfina para ajudá-la a suportar a dor. “Mamãe, se Deus me ama, por que estou sofrendo deste jeito?”
Como responder? Como fazer com que ela entendesse – e eu também – que, embora não vejamos o Sol, sabemos que ele está lá? Embora não entendêssemos, tínhamos que confiar e saber que Deus estava conosco durante aquele tempo de extrema dor; que Ele sofria conosco e nos enxugava as lágrimas. Minha oração mudou: “Pai, não deixes que ela perca a crença em Ti. Ajuda-a para que ela se apegue à sua fé!” Por fim, ela pediu: “Mãe, ore para que Deus perdoe meus pecados.” Ela havia entregado a vida totalmente a Jesus! Então, como um barco que navega para mais e mais longe da praia, a vida dela se foi.
Mas esse não é o fim. Um dia, a morte será tragada pela vitória. Então proclamaremos: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1 Coríntios 15:55, NVI).
Eunice Michiles Malty
Meu esposo e eu estávamos nas Ilhas Gregas, na viagem dos nossos sonhos. O tempo estava lindo, e o mar era de um azul que nunca tínhamos imaginado. Havia passeios maravilhosos e dias cheios de felicidade. Tudo era perfeito. Uma tormenta, porém, se formava.
Um dia, para ter notícias de casa, telefonei para minha filha Neila. Perguntei se estava tudo bem, e ela me respondeu que sim.
Mas percebi tristeza na voz dela. – O que aconteceu? Você está triste.
– Mamãe, acabo de saber que tenho um tumor no pâncreas.
Tumor? Pâncreas? Meu mundo pareceu desmoronar num instante. Ao perceber minha angústia, ela disse: – Não fique assustada, mãe. Pode ser benigno.
Voltamos para casa imediatamente. Começou uma sucessão de dias escuros, seguidos por dias ainda mais tristes de cirurgia, quimioterapia, alguns dias de descanso e depois uma nova série de químio. Desejávamos conservar a esperança, mas sentíamos que a doença progredia.
“Ó Deus”, orei, “não estou preparada para perder minha filha. Por favor, salva minha filha!” A parte difícil foi dizer: “Que se faça a Tua vontade.”
Vieram os longos dias no hospital: analgésicos, morfina, depois doses maiores de morfina para ajudá-la a suportar a dor. “Mamãe, se Deus me ama, por que estou sofrendo deste jeito?”
Como responder? Como fazer com que ela entendesse – e eu também – que, embora não vejamos o Sol, sabemos que ele está lá? Embora não entendêssemos, tínhamos que confiar e saber que Deus estava conosco durante aquele tempo de extrema dor; que Ele sofria conosco e nos enxugava as lágrimas. Minha oração mudou: “Pai, não deixes que ela perca a crença em Ti. Ajuda-a para que ela se apegue à sua fé!” Por fim, ela pediu: “Mãe, ore para que Deus perdoe meus pecados.” Ela havia entregado a vida totalmente a Jesus! Então, como um barco que navega para mais e mais longe da praia, a vida dela se foi.
Mas esse não é o fim. Um dia, a morte será tragada pela vitória. Então proclamaremos: “Onde está, ó morte, a sua vitória? Onde está, ó morte, o seu aguilhão?” (1 Coríntios 15:55, NVI).
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