terça-feira, 31 de julho de 2012

"O toque do seu Amor!"

Cheio de compaixão, Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Quero. Seja purificado!”( Marcos 1:41, NVI).

Sentindo a cálida luz do sol no rosto, achei que aquele sábado de primavera seria uma bem-vinda suspensão temporária do frio do inverno. Mas ele serviu apenas para zombar da minha melancolia. Sentia-me só, abraçando meu filhinho, enquanto as pessoas enxameavam ao nosso redor. Apertei a mão do meu outrora bem-sucedido esposo-pastor. Cada fibra do meu ser queria fugir do pátio daquela igreja de uma grande instituição. Pouco depois de ingressar no ministério, através de uma série de mudanças políticas que não entendíamos e sobre as quais não tínhamos controle, vimo-nos desempregados, morando com meus pais numa cidade grande, intrigados, orando e perguntando a Deus o que fazer. E agora, numa cidade diferente, ali estávamos, num templo. Tínhamos ido para adorar, sabendo, instintivamente, que precisávamos fazer parte de uma comunidade de fé, mas com receio de tentar. Agora ali estávamos, sozinhos. Então, do meio da multidão de milhares de pessoas, ela apareceu, elegante, bem vestida, sorridente, com as filhinhas logo atrás. Estendeu a mão: “Bom-dia”, disse ela, cordialmente. “Meu nome é Elizabeth. Vi vocês na Escola Sabatina. Estou contente com sua presença aqui.” Apertei a mão estendida. No calor daquela mão, no gesto de amizade, de bondade singela de uma irmã, senti Seu toque, Sua graça, Seu interesse. Os sábados se sucederam. A incerteza de nosso ministério e das finanças nos testou a fé durante aquele longo verão. Elizabeth estava lá, cada sábado, sorridente, carinhosa, convidando-nos para a sua casa, mas não bisbilhotando. Cada semana, em outros pátios, outros saguões, ali se encontram – jovens mães recentemente divorciadas e retornando para a igreja; outros ainda com a roupa cheirando a cigarro; pais que vêm sozinhos, com os filhos assustados e se escondendo. Idosos, entrando com dificuldade no santuário. Eu os noto, sozinhos. Será que devo parar, sair do meio do meu grupo e estender-lhes a mão? A lembrança do sorriso de Elizabeth reaparece em minha mente. Quem sabe por que vieram? Poderiam as minhas palavras e o meu toque ser a única atenção dirigida a eles hoje? Então eu paro, estendo a mão – na verdade, a mão dEle – e Sua graça flui e os alcança. (Cinda Lea Sitler).

segunda-feira, 30 de julho de 2012

"O Poder da Leitura!"

 Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus. (2 Timóteo 3:15).

 Certo dia apareceu uma estranha criatura no campus do Bethel College, uma pequena instituição presbiteriana de ensino superior no Tennessee, Estados Unidos. Ele tinha um metro e oitenta de altura, cabelos ruivos despenteados e vestia uma blusa de frio tão velha que havia alfinetes por toda parte para mantê-la em condições de uso. Havia buracos nos sapatos e os dentes da frente já não existiam mais. Ele veio da minúscula vila de Rosser, constituída por apenas três casas, onde morava numa casa de fazenda caindo aos pedaços, sem encanamento interno. Ele nunca andou de bicicleta, entrou em um shopping center ou namorou. E nunca frequentou a escola. Robert Howard Allen, 32 anos, apareceu para matricular-se na faculdade. Assim que a administração aplicou um teste para averiguar o conhecimento de Robert, todos se surpreenderam. Ele “arrasou”. Sua mente estava repleta de conhecimento em literatura clássica e histórica. A abrangência de seu conhecimento estava muito além do que o de qualquer professor da instituição. A administração o dispensou da maioria das matérias do primeiro ano de faculdade. Dez anos mais tarde, Robert Allen concluiu a educação formal, graduando-se pela altamente prestigiada Universidade Vanderbilt em Nashville, Estados Unidos, com PhD em inglês. Ele começou a lecionar inglês para a faculdade. A história desse homem me inspira. Ela mostra o poder do espírito humano para se erguer e ser bem-sucedido em face das situações mais desafiadoras. E que situação desafiadora! Os pais de Robert se divorciaram quando ele ainda era bem jovem. Ele foi criado por parentes de idade avançada que fizeram um acordo com a administração da escola local para que ele estudasse em casa. A princípio, um professor o visitava ocasionalmente, mas logo Robert foi esquecido. Mesmo assim, aos 12 anos Robert já tinha aprendido a ler sozinho e logo começou a ler a Bíblia na versão King James para a tia Ida, que era deficiente visual, completando duas vezes a leitura de capa a capa do Livro Sagrado. Em pouco tempo, estava lendo tudo o que podia encontrar, desde Shakespeare até Will Durant. Ele leu praticamente todos os livros da biblioteca pública de sua cidade e aprendeu também a ler em grego e francês. E começou a escrever poemas. Essa é uma história mais forte do que a ficção – e mais maravilhosa. E tudo começou com a leitura da Bíblia.Hoje é o Dia da Bíblia. Boa leitura!!! (William Johnsson).

"Como Palmeira!"


O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.( Sal. 92:12).

Estou cansado. A viagem de Foz do Iguaçu, no sul do Brasil, a Lexington, na parte centro-oeste dos Estados Unidos, levou quinze horas. O sono quase me domina enquanto Jorge dirige o veículo que nos conduz a Nashville. Apesar do cansaço, é impossível deixar de admirar o pôr-do-sol e especialmente o colorido majestoso das folhas. “Você devia ter chegado aqui quinze dias atrás; era uma explosão de cores e formas”, diz o meu companheiro. O outono está chegando ao fim no hemisfério norte. As folhas ainda caem, deixando um espetáculo deprimente que anuncia o inverno. Quem contempla as árvores aparentemente secas e sem vida, não imagina que depois do longo inverno outras folhas brotarão e virá novamente a explosão de cores e formas. Isso me anima. O verso de hoje diz: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.” Sal. 92:12. Esse verso fala de esperança, a despeito das circunstâncias duras e difíceis que possam aparecer. Esperança é a certeza de que amanhã tudo vai ser melhor do que hoje porque Jesus está no controle da vida. A palmeira era considerada a rainha das árvores naquelas terras desérticas. Enquanto outras árvores não passavam de arbustos, por falta de água, a palmeira crescia ereta e garbosa porque aprofundava suas raízes até achar o líquido nas profundezas da areia sem vida. Assim são os justos. Eles sabem onde procurar sabedoria, e aprendem a viver uma vida de prosperidade e felicidade apesar das adversidades que a vida pode apresentar. Já é tarde na estrada que leva de Lexington a Nashville, mas nunca é tarde para quem busca a Jesus, fonte de justiça e de vida. As folhas caem por aqui, anunciando a chegada do inverno rigoroso. Apesar disso, não há por que ficar triste ou temer. Esse inverno também passará e chegará a primavera, anunciando que um dia, talvez mais próximo do que esperamos, chegará a primavera eterna onde o Sol da Justiça brilhará para sempre. Não desanime. Encare este novo dia com o coração cheio de esperança, porque: “O justo florescerá como a palmeira, crescerá como o cedro no Líbano.” (Alejandro Bullón).

domingo, 29 de julho de 2012

"Iscas de Pescaria!"

Vigiem e orem para que não caiam em tentação.( Marcos 14:38, NVI).

Estávamos numa viagem de quatro dias de acampamento nas montanhas do norte da Geórgia, com nosso neto, Luke. Ele estava com sua vara de pescar nova, caixa de apetrechos e diversos anzóis e iscas. Era um dia bonito, com 27 ºC, céu claro e brisa suave. Nossa barraca ficava de frente para o lago, subindo a colina a partir do atracadouro da pescaria. Meu marido decidiu tirar uma soneca após o desjejum, enquanto Luke e eu iríamos pescar. Pegamos o filtro solar, cadeira dobrável, um livro para ler, garrafas de água, óculos escuros e descemos a trilha. Podíamos ver peixes saltando, à distância, e nos acomodamos no atracadouro sob o qual víamos peixes nadando. No dia anterior, Luke e vovô tinham ido ao mesmo lugar e pegaram um peixe de 10 centímetros. Este dia seria diferente. Os peixes simplesmente não mordiam a isca. Eles nadavam ao redor das iscas e iam embora. Satanás usa iscas para nos iludir. Geralmente pensamos em iscas materiais, como programas questionáveis de TV ou filmes que trazem Satanás diretamente para dentro da nossa sala; mas ele tem outras iscas que às vezes mordemos. Existem iscas como alguém falando de você pelas costas. Ou seu esposo, filhos ou colegas de trabalho procurando provocá-la para discutir. Ou talvez sua melhor amiga se voltando contra você. Todas essas situações machucam e nos colocam na defensiva. Lembra-se de ter lido que Jesus era falsamente acusado de algumas coisas, e muitas vezes os fariseus tentavam apanhá-Lo em armadilhas, torcendo Suas palavras para ver se Ele entrava na discussão? Jesus continuava a ser objetivo e controlado, porque passava tempo – às vezes a noite toda – em oração, e Se entregava à vontade do Pai. Nós também podemos vencer os ataques de Satanás se passarmos tempo com Jesus todos os dias – para mim, de manhã é melhor – e vivermos a vida sendo submissas à Sua vontade. Ele nos ajudará a sempre vigiar e orar, permanecendo atentas aos engodos de Satanás. Como diz a paráfrase do texto de hoje, na versão The Message: “Permaneçam alerta, em oração, para não entrarem na zona de perigo sem terem sequer consciência disso. Não sejam ingênuos.”( Célia Mejia Cruz ).

"Não fique Parado!"

Assim sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado.( Prov. 6:11)

. As coisas no mundo da Internet acontecem com velocidade extraordinária. Um site como o “Google”, que teve início apenas há sete anos, faturou no ano de 2005 por volta de seis bilhões de dólares. É dinheiro que deixa confuso qualquer mortal. Num mundo cada vez mais globalizado, é impossível ficar parado. Permanecer na inércia ou mover-se como se ainda estivéssemos vivendo a euforia do descobrimento da roda pode ser fatal. Como andar de charrete, quando existe o trem-bala? Como enviar as mensagens de barco se, com o clicar de um botão, a notícia pode dar a volta ao mundo? O provérbio de hoje tem como propósito despertar as pessoas que, sob o argumento de estarem “esperando no Senhor”, ficam de braços cruzados enquanto a caravana dos vencedores avança. Pobreza e necessidade não podem nunca ser características do cristão. Humildade e simplicidade, sim. Mediocridade e conformismo, jamais. O trabalho é um dom divino, entregue ao ser humano antes da existência do pecado. A ocupação seria uma bênção. Uma vida de ócio não teria sentido. Depois da entrada do pecado, o trabalho passou a ser um elemento terapêutico. É verdade que o cansaço e a fadiga fariam com que a criatura fugisse naturalmente do esforço. Mas o trabalho ainda continuaria sendo o maior instrumento formativo e restaurador. Não faça do trabalho apenas uma ferramenta para ganhar dinheiro. Faça dele um ato de serviço. O dinheiro não satisfaz. O serviço realiza e a conseqüência é o dinheiro. A pessoa que se entrega a uma vida de inatividade, verá que mais cedo ou mais tarde a pobreza aparecerá na sua vida como um ladrão. Sorrateira, lenta, mas inevitável. Não há como fugir dessa realidade. Faça de hoje um dia de realizações. O mundo gira. Se você não acompanhar o seu movimento, com certeza ficará para trás. Dialogue com Jesus. Coloque os seus planos e projetos nas mãos dAquele que não conhece derrota e parta para a luta. Não fique parado, porque se o fizer “sobrevirá a tua pobreza como um ladrão, e a tua necessidade, como um homem armado”. (Alejandro Bullón).

quinta-feira, 26 de julho de 2012

"Bolhas de Sabão!"

Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã! Que é a sua vida? Vocês são como a neblina que aparece por um pouco de tempo e depois se dissipa. (Tiago 4:14, NVI).

Elas flutuam pelo ar como nuvens redondas e transparentes – pequenas, enormes e medianas. Às vezes, parecem gêmeas ou trigêmeas. Com frequência, refletem os iridescentes raios do sol. Bolhas de sabão. Ficamos encantadas com elas na infância, e, como adultos, participamos da alegria do verão, soprando bolhas com nossos filhos e netos. Que delícia é observar os pequeninos tentando pegá-las com as mãozinhas! Soprar bolhas é quase tão divertido quanto estourá-las, vendo as esferas perfeitas desaparecerem na atmosfera, sumindo como se nunca houvessem existido, como vapor. E mesmo que não as estouremos, elas se autodestroem dentro de alguns segundos. De acordo com o apóstolo Tiago, é assim que Deus considera nosso tempo de vida, nossos 70 anos, mais ou menos (ver Salmo 90:10). Deus os vê como bolhas que estão aqui por alguns fugazes momentos, “como neblina que aparece por instante e logo se dissipa”. Nossas belas casas com jardim, nossas roupas e sapatos de grife, nossa carreira, nossas discussões e mal-entendidos, nossas ambições – tudo, à luz da eternidade, não passa de bolhas! Contudo, damos muita ênfase a acumular para o aqui e o agora. Trabalhamos dia e noite para embelezar nossas bolhinhas, aumentando-as, tornando-as mais magnificentes que as bolhas dos nossos vizinhos. Instalamos dispendiosos sistemas de segurança para proteger nossas bolhas dos ladrões e pagamos serviços de limpeza para conservá-las brilhando, imaculadas. Depois, enchemos as bolhas com numerosas esferas caras e vaporosas. Lá flutuam elas à vista de Deus como neblina que aparece por um breve período de tempo e se dissipa. Que dizer da eternidade? Que preparativos fazemos para as mansões que Jesus está preparando para nós? Será que nos damos conta de que teremos outro lar, o eterno, quando formos levadas para o Céu? Como seria triste, naquele dia, se tentássemos continuar apegadas às nossas lindas bolhas. Elas estourarão, desaparecerão, e então perderemos a eternidade! Que nossa oração seja: Senhor, “ensina-nos a contar os nossos dias” (Salmo 90:12), como Deus os vê – neblina – para que tomemos decisões sábias sobre o aqui e agora, bem como sobre o que está por vir. Annette Walwyn Michael

"Pouco a Pouco!

Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento.( Prov. 13:11).

Em agosto de 2005, um grupo de ladrões cavou um túnel durante três meses e levou 40 milhões de dólares, em moeda nacional, do Banco Central na cidade de Fortaleza, Brasil. Algumas semanas depois, o chefe da gangue foi seqüestrado, torturado e morto por desconhecidos. Perdeu o dinheiro e também a vida. O texto de hoje descreve a fragilidade ou a inutilidade do dinheiro ganho facilmente. Pessoas sábias seguem um caminho melhor, obedecem ao conselho divino. O conselho de Deus hoje, na Nova Versão Internacional da Bíblia, diz: “O dinheiro ganho com desonestidade diminuirá, mas quem o ajunta aos poucos terá cada vez mais.” Há duas expressões que devem ser consideradas: “trabalho” e “aos poucos”. O trabalho é um dos poucos caminhos honestos para conseguir dinheiro. Outros poderiam ser a herança ou algum presente oferecido por amor. Peça a Deus força, saúde, iniciativa, diligência e laboriosidade. O resultado disso será o dinheiro. O trabalho é a maior bênção outorgada por Deus ao ser humano. A expressão “aos poucos” é talvez a mais difícil de ser compreendida e aceita. A natureza humana é apressada e imediatista. Quer tudo hoje, aqui e agora. Talvez por causa da fugacidade e fragilidade da própria vida. Quem sabe pela ansiedade atrelada ao desejo de realização imediata. Não importa. A realidade é que não temos paciência para esperar. A expressão “aos poucos” não se encaixa na vertiginosa maneira de ver a vida. E, no entanto, o plano divino para a criatura está determinado pelo “aos poucos”. Você não cresce de um dia para outro. Não emagrece como resultado de uma fórmula mágica. Não envelhece em um dia, nem sara em um minuto. Nada acontece em fração de segundos. A vida e a natureza estão assinaladas pelo “aos poucos”. Só desse modo se constrói uma fortuna. Senhor, ensina-me a ser paciente, a ver nascer e morrer o sol de todo dia. Ensina-me a viver hoje, cumprir minha missão agora e a esperar que os resultados apareçam naturalmente. Faça sua esta oração, porque “os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento”. (Alejandro Bullón).

terça-feira, 24 de julho de 2012

"Bençãos por toda a parte!"

Enches o meu copo até derramar.( Salmo 23:5, NTLH).

Minha vida está cheia de pequenas bênçãos que, com muita frequência, passo por alto. Como no dia em que precisávamos encontrar um parquímetro onde estacionar, para que meu esposo me acompanhasse até a sala de aula, e encontramos um com 27 minutos ainda no medidor! Um lugar perto do colégio e com tempo sobrando para que não precisássemos pagar o estacionamento. Que bênção! Sem mencionar a bênção dos recursos para ter o carro próprio, pagar o seguro e a gasolina. Ou a bênção do meu esposo poder me levar para a aula, já que temos um carro só. Depois, agradeço a Deus por podermos pagar meu retorno às aulas e por eu ter sido aceita. Quando começamos a pensar nisso, as bênçãos estão todas ao nosso redor! Pensar em uma delas geralmente leva a outra e mais outra. Naquele dia eu estava agitada e nervosa, sem pensar nas bênçãos grandes e pequenas que Deus me dispensa o tempo todo. Mas encontrar um local de estacionamento, ainda com dinheiro no parquímetro, fez com que eu subitamente me conscientizasse do amor e cuidado de Deus por mim. Entendi quão importante sou para Deus. Sim, você pode argumentar que encontrar um lugar foi coincidência ou que simplesmente tivemos sorte naquele dia. Mas eu o vejo como uma bênção que fez meu cálice transbordar. Naturalmente, meu marido podia ter-me deixado em qualquer outro lugar. Era um dia bonito; sou jovem, saudável e forte. Eu podia ter atravessado o campus até minha sala. Contudo, por Deus me amar, Ele sabia que, podendo passar um pouquinho mais de tempo andando e conversando com meu marido, eu teria um dia mais alegre. Meu cálice realmente transborda de bênçãos, e meu coração transborda de gratidão pelo fato de meu Deus ser tão cuidadoso, compreensivo e impressionante! Incentivo-a a ficar atenta às bênçãos de Deus hoje. Você pode se surpreender com o que descobrirá, logo que começar a procurar as abundantes bênçãos de Deus em sua vida. Talvez, hoje seja um dos dias em que você se sinta pressionada a encontrar algo que não seja uma bênção. Por outro lado, talvez o dia se encha de pequenas provações e atritos suficientes para deixá-la maluca. Talvez, hoje, você se depare com uma tragédia que a abale até o âmago. Não importa como será seu dia nem como você se sentirá, Deus a ama profundamente e derrama Seu amor por você em bênçãos de todos os tamanhos. Que seu cálice transborde de bênçãos hoje! (Julie Bocock-Bliss ).

segunda-feira, 23 de julho de 2012

"Baratas!"

O pecado entrou no mundo por meio de um só homem, e o seu pecado trouxe consigo a morte. Como resultado, a morte se espalhou por toda a raça humana porque todos pecaram.( Romanos 5:12, NTLH ).

Baratas! “Como você vai dissecar uma barata?” perguntou meu marido Monroe. Tínhamos acabado de nos mudar para o Colégio Missionário Bugema, em Uganda. Ele seria o professor de biologia, e a tarefa do dia seguinte para a classe seria dissecar baratas. Como e onde consegui-las? “Sem problema, professor. Nós o ajudaremos a encontrar algumas”, adiantou-se um dos meninos. “Venha conosco à cozinha de manhã cedo e encontraremos um monte.” Dito e feito! Na manhã seguinte vários meninos estavam lá para ajudar Monroe. Acenderam a luz da cozinha enquanto levantaram uma enorme panela do chão. Centenas de baratas de cinco centímetros se espalharam por toda parte. De uma pancada só, os garotos encheram uma panela e saíram vitoriosamente da cozinha. Essa foi nossa primeira experiência com as imundas criaturas – mas não a última! Cobrimos as prateleiras da cozinha e do armário com jornais, para mantê-las limpas. À noite, ouvíamos o ruído e sabíamos que as horríveis criaturas estavam fazendo a festa com os jornais limpos. Era uma batalha constante, tentando livrar-nos delas. Pelo menos, eram grandes o suficiente para que as encontrássemos. No Egito, ao limpar a cozinha de um apartamento para o qual nos mudaríamos, subi para limpar a parte superior de um armário sujo e engordurado. Para meu horror, minha mão e braço se cobriram com minúsculas criaturas rastejantes. Gritei e pulei da cadeira para sacudi-las fora. Essas eram o oposto das grandes que combatemos em Uganda, mas não havia dúvida quanto à sua identidade. Eu as detestava tanto quanto às grandes, voadoras, de Uganda. Tivemos que aprender a conviver com elas, mas nunca aprendi a apreciá-las. As baratas me fazem pensar no pecado. Tanto os pecados grandes como os pequenos existem por toda parte. Não podemos escapar deles. Alguns são mais fáceis de reconhecer, mas todos são sorrateiros e imundos. Odeiam a luz e procuram escapar para a escuridão, e levam consigo uma doença letal chamada morte. Precisamos permanecer alerta, a fim de podermos eliminá-las da nossa vida. (Frances Osborne Morford).

domingo, 22 de julho de 2012

"Fuja para Longe!"

Livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.( Prov. 6:5).

Se a presa soubesse que o caçador quer agarrá-la, nunca seria caçada. Se a avezinha percebesse que o passarinheiro quer prendê-la, fugiria para longe. Mas a arma do caçador é a astúcia. Com sutileza, aproxima-se. Chega perto sorrateiramente, e quando a vítima percebe o perigo, já é tarde. A liberdade acabou e, muitas vezes, até a vida. “Livra-te!”, é o conselho divino. Há muitos passarinheiros espreitando a sua vida. São pequenos hábitos que se transformam em vícios, pensamentos negativos que viram ações, sentimentos doentios que se traduzem em atos e que acabam destruindo os valores, ideais e sonhos. Se você pudesse identificá-los à primeira vista, certamente fugiria. Mas se você se aproximar inadvertidamente, não os verá como ameaça. Chegam, ocupam um lugar na sua mente, acomodam-se em seu coração, aderem-se ao seu corpo e sugam lentamente o que de mais precioso você tem. Quando você acorda, já é tarde e tudo está destruído. Perdeu a liberdade. Não é mais dono da própria vida. É um escravo de sentimentos, circunstâncias e situações irreversíveis. Como uma pessoa se torna escrava das drogas? Como um casal chega ao divórcio? Como alguém acaba endividado? A resposta é: lentamente, passo a passo, dia após dia. Nenhuma empresa entra em falência da noite para o dia; nenhum casamento se destrói no lapso de uma semana; nenhum câncer aparece em poucos dias. Você não vê os tumores, mas percebe os sintomas. São detalhes diários que vão se acumulando. Palavras, gestos aparentemente inocentes, que você ignora, propositadamente ou não. Hoje, você tem a oportunidade de revisar suas intenções, palavras, pensamentos e sentimentos. Hoje, ainda há tempo para pedir perdão, para reconhecer que errou, para dizer: “Eu o amo.” Hoje, você ainda não perdeu a liberdade. Pode decidir para o bem ou para o mal. Por que não escolher o caminho do bem, da humildade, da renúncia e do amor? Amanhã pode ser tarde demais. Por isso, não saia para os desafios da vida sem se lembrar do conselho divino: “Livra-te, como a gazela, da mão do caçador e, como a ave, da mão do passarinheiro.” (Alejandro Bullón).
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