sábado, 18 de novembro de 2017

"Vendo o poder de Deus!"

“Oro também para que os olhos do coração de vocês sejam iluminados, a fim de que vocês conheçam a esperança para a qual ele os chamou, as riquezas da gloriosa herança dele nos santos e a incomparável grandeza do seu poder para conosco, os que cremos, conforme a atuação da sua poderosa força.” (Efésios 1.18-19).




O poder de Deus atua em nossa vida e no mundo sempre que o convidamos. É preciso “conhecer o amor de Cristo que excede todo conhecimento, para que vocês sejam cheios de toda a plenitude de Deus” (Ef 3.19).
Uma vez que receba Jesus como Salvador e tenha o Espírito Santo, ele começará a operar em sua vida à medida que orar. Quanto mais orar, ou buscar a presença de Deus, mais o Espírito Santo a guiará e ensinará. Jesus disse que “o Conselheiro, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, lhes ensinará todas as coisas e lhes fará lembrar tudo o que eu lhes disse.” (Jo 14.26).
Deus quer que testemunhemos seu poder em operação no mundo. Ele quer que conheçamos esse poder que “ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos e fazendo-o assentar-se à sua direita, nas regiões celestiais, muito acima de todo governo e autoridade, poder e domínio, e de todo nome que se possa mencionar” (1.20-21). Deseja que compreendamos que Jesus não é fraco em relação a nós, mas poderoso entre nós (2 Co 13.3).
Convide Deus a abrir os olhos de seu coração e entendimento, para que possa ver a ele e ao seu poder agindo em você, em sua vida e no mundo que a rodeia.
ORAÇÃO:
Deus, oro para que os olhos do meu coração sejam abertos para ver a esperança para a qual tu me chamaste. Ajuda-me a entender a verdadeira e gloriosa herança. Capacita-me a compreender a grandeza do teu poder para comigo, porque creio em ti. (Stormie Omartian.

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

"Confrontação e cura!"

“A resposta calma desvia a fúria, mas a palavra ríspida desperta a ira” (Provérbios 15:1).


A arte de confrontar, e que ninguém inveja, de ir falar com o outro e dizer que ele não fez o que era correto, é uma habilidade rara. Há pessoas que, por natureza, gostam de confrontar. Dizem que se há um problema, temos que resolver logo. Mas no mínimo o que se pede nesses casos é que a comunicação seja feita corretamente e não no calor da emoção. Temos que pedir a Deus as palavras certas e que Ele nos ajude a expressar-nos de tal maneira que levemos cura à pessoa. E quanta sabedoria e cuidado devemos ter para que o corte do “bisturi” traga cura e não dano! E não apenas isso, a confrontação deve ser um momento de liberdade e crescimento, e não um momento de acertar e consertar as coisas.
Deus sabe perfeitamente quando é o melhor tempo para corrigir alguém. Vemos isso em Seu trato com Davi, depois do seu caso com Bate-Seba. Sabendo da situação na qual se encontrava Davi, Ele enviou Natã para visitá-lo.
Confrontar um amigo é uma coisa. Confrontar um liderado é diferente da confrontação de um superior. Mas confrontar o rei, não é tarefa que você faz sem perder várias noites de sono, antes e depois. Depois de marcar uma audiência com Davi, Natã começou sua conversa num tom amistoso. Ele usou uma parábola como preparação: “Majestade, é apenas uma questão civil e eu gostaria de ouvir o seu veredito. Dois homens, um rico e um pobre, moravam na mesma cidade. O que era rico tinha muitas ovelhas, e o que era pobre tinha apenas uma cordeira de estimação. Um dia, o homem rico recebeu um viajante com sua comitiva. Na hora de preparar a refeição, em lugar de pegar uma ovelha do seu rebanho, ele pegou a única cordeira que o pobre tinha. Eu gostaria, majestade, de ouvir o seu veredito sobre o assunto” (ver 2Sm 12:1-4).
E Davi, num ímpeto de raiva, disse: “O homem que fez isso merece a morte!” (v. 5). Sem esperar nenhuma palavra mais, Natã respondeu: “Você é esse homem!” (v. 7).
Não podemos controlar a reação da outra pessoa, nem o que ela vai sentir ou pensar. Podemos mostrar a verdade, e levar conosco uma atitude de afeição, mas é o Espírito Santo que vai mudar o coração da pessoa.
No caso de Davi, a confrontação foi proveitosa. Ele não se defendeu nem tentou explicar seu erro. Aceitou a repreensão, e aí começou sua recuperação.
É sábio seguir o conselho bíblico: “Falando a verdade com espírito de amor, cresçamos em tudo até alcançarmos a altura espiritual de Cristo” (Ef 4:15, NTLH). (Amilton Menezes).

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Talento não é tudo!"

Pois a quem tem, mais será dado, e terá em grande quantidade. Mas a quem não tem, até o que tem lhe será tirado. (Mateus 25:29).



Há cerca de 2.400 anos, um jovem artista grego talentoso chamado Timantes estudou com um respeitado tutor. Depois de vários anos, os esforços do profes­sor pareciam ter valido a pena, pois Timantes pintou uma esplêndida obra de arte. Infelizmente, ele ficou tão fascinado com a pintura que passou dias contemplando-a.

Certa manhã, ao chegar para admirar sua obra-prima, encontrou-a toda man­chada de tinta. Chocado e furioso, foi falar com o mestre, que admitiu ter des­truído a pintura. "Fiz isso para o seu próprio bem. Aquela pintura estava atrasando seu progresso. Comece de novo e veja se você pode fazer melhor." Timantes acei­tou o conselho do mestre e produziu Sacrifício de Ifigênia, considerada uma das mais sensacionais pinturas da antiguidade. Uma possível cópia dessa obra foi des­coberta em Pompeia. Na mitologia grega, Ifigênia era descendente de Zeus e filha de Agamenon, líder das forças gregas em Tróia.

Outro fato parecido ocorreu séculos mais tarde, na época da Renascença, e envolveu Bertoldo di Giovanni. Se você nunca ouviu falar desse nome, não se preocupe. Você vai reconhecê-lo se eu disser que ele foi aprendiz de Donatello, o maior escultor de seu tempo, e professor de Michelangelo, o maior escultor de todos os tempos. Michelangelo tinha apenas 14 anos quando procurou Bertoldo, mas já mostrava enorme talento. Bertoldo percebeu que as pessoas geniais também precisam de incentivo para crescer e passou a desafiar o jovem prodígio.

Certo dia, Bertoldo chegou ao estúdio e lá estava Michelangelo se divertindo com uma escultura, mas criando arte abaixo de sua habilidade. Bertoldo pegou um martelo e transformou a obra em pedacinhos, gritando: "Michelangelo, talento é fácil; dedicação é difícil!" O que ele queria dizer é que a pessoa não precisa de esforço para ter talento, mas precisa de disciplina e trabalho para exercer e aperfeiçoar o talento.

No livro Desafiando o Talento, Geoff Colvin demonstrou que o talento não é o fator mais importante na vida das pessoas que se destacam. Para o sucesso real, além do talento e do contexto familiar/social favorável, é necessária a prática intencional. A pessoa, deliberadamente, tem que se concentrar e procurar aper­feiçoar o talento.

No reino de Deus, como demonstra a parábola de Jesus, a aprovação não vem pela quantidade inicial de talentos, mas pelo esforço no uso deles e o resultado final. Que Deus o ajude a aperfeiçoar sua capacidade, multiplicar seus talentos e alcançar seu potencial máximo!  (Um olhar Para o Céu - Marcos de Benedicto).




terça-feira, 7 de novembro de 2017

"O acidente!"


Em toda a aflição do Seu povo Ele também se afligiu, e o Anjo da Sua presença os salvou. Em Seu amor e em Sua misericórdia Ele os resgatou; foi Ele que sempre os levantou e os conduziu nos dias passados. (Isaías 63:9).

Andar de bicicleta é a minha forma preferida de exercício. A luz solar, o ar fresco e o movimento físico se unem numa sinfonia de louvor que me eleva o ânimo e me induz à oração. Meu esposo e eu, com frequência, andamos juntos como recreação. Na verdade, ele me deu uma bicicleta nova em 2012. Com ela, pedalei mais de 6 mil quilômetros naquele ano, mil a mais do que no ano anterior. Decidi tentar 1.600 quilômetros adicionais durante os dois meses restantes de atividade ao ar livre.
Então aconteceu – o acidente! Não vi o rolo de arame na estrada naquele dia frio de dezembro e colidi com ele. Jogada para fora da bicicleta e sobre o pavimento, bati o quadril, as costas e a cabeça – felizmente, protegida pelo capacete. Depois de um banho quente em casa, decidi que um médico devia examinar meu polegar direito, que eu não conseguia mexer – algo que não é bom para uma professora de piano. Enquanto esperava no setor de radiologia, a anestesia induzida pelo choque perdeu o efeito. Ondas de dor, dor esmagadora, passavam pelo meu corpo. Eu mal podia me mover, devido às costas doloridas. Radiografias abrangentes revelaram costas machucadas, fratura na bursa do quadril e uma fratura deslocada nos ossos do polegar, precisando de cirurgia. Fiquei acamada durante meses. A inatividade forçada devido aos ferimentos era uma verdadeira provação para mim. Embora tentasse orar e contar as bênçãos, eu detestava me sentir tão impotente, fraca, dolorida e deprimida.
Em retrospecto, porém, aprendi que a dor é uma grande professora. Suas lições são inesquecíveis. Aqui estão apenas algumas das que ela me ensinou.
• Deus não causou o acidente, nem estava me castigando. “Como um pai tem compaixão de seus filhos, assim o Senhor tem compaixão dos que O temem” (Sl 103:13).
• Satanás estava tentando me imobilizar, porém a cura veio por meio do repouso. “O ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir” (Jo 10:10). “No arrependimento e no descanso está a salvação de vocês, na quietude e na confiança está o seu vigor” (Is 30:15).
• Deus esteve comigo o tempo todo. “Em toda a aflição do Seu povo Ele também Se afligiu” (Is 63:9).
Estou de volta à minha bicicleta outra vez, e agradecida a Deus pelos trechos rodados. Não, não alcancei os 8 mil quilômetros, mas atingi o alvo que Cristo tinha para mim: entusiasmo renovado por Seus propósitos para a minha vida.
Antoinette Franke

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

"Graça Suficiente!"

Minha graça é suficiente para você, pois o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.  (2 Coríntios 12.9).


Você tem mais facilidade de orar pelos outros que por si mesma? Eu tenho. Para mim, é mais fácil orar por meu marido, meus filhos, familiares, amigos, conhecidos e pessoas que vi no noticiário que orar por minhas próprias necessidades. Em parte, isso se deve ao fato de ser mais fácil identificar as necessidades dos outros. Além de numerosas, minhas necessidades costumam ser complicadas e difíceis de definir.
Nós, mulheres, quase sempre achamos que sabemos do que precisamos. Muitas vezes, porém, estamos emocionalmente envolvidas demais com as pessoas a nosso redor e com a vida diária para saber como devemos orar por nós mesmas. Também há momentos em que nos sentimos oprimidas pelas circunstâncias, e nossa oração não passa de um clamor por socorro. A graça de Deus, porém, é suficiente.
O salmista, em meio à dor, não hesitou em erguer aos céus um clamor: “Responde-me quando clamo, ó Deus que me fazes justiça! Dá-me alívio da minha angústia; tem misericórdia de mim e ouve a minha oração.” (Sl 4.1).
Se você quer crescer na fé, e não ser atormentada por dúvidas, confie que Deus a ouve quando você clama. Entregue a ele tudo que a incomoda, mesmo que você não consiga expressar com exatidão seus sentimentos e anseios. Nosso Deus é um Deus poderoso e a graça dele é suficiente para nos suprir em todas as áreas de nossa vida.
ORAÇÃO
Senhor, em momentos de sofrimento ou tribulação, peço que me permitas sentir tua presença de modo ainda mais intenso. Quero tornar-me mais forte em meio às provações, e não mais fraca. Ajuda-me a permanecer firme em tua verdade e graça.
                                                                                                                   (Stormie Omartian).

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

"Até quando Senhor?"

"Levanta-te, Senhor, na tua indignação, mostra a tua grandeza contra a fúria dos meus adversários, e desperta-te em meu favor, segundo o juízo que designaste". (Sal. 7:6).

Existem momentos em que literalmente você não sabe para onde ir. Nada dá certo. Parece que tudo e todos estão contra você. Na realidade, vivemos num mundo inimigo. Esta não é uma visão pessimista da vida e sim a descrição que a própria Bíblia faz deste planeta. 
A terra que antes da queda de Adão e Eva era generosa e produtiva, tornou-se árida. O próprio Criador disse: “maldita é a terra por tua causa: em fadigas obterás dela o sustento durante os dias de tua vida. Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo”.
Esta inimizade não ficou limitada à natureza. Afetou também o relacionamento humano. Caim levantou-se contra Abel e o assassinou. Qual foi a razão? Nenhuma. Inveja, talvez. Ciúme doentio, desejo gratuito de ver o irmão derrotado, não sei. Uma coisa sei, a partir de então os inimigos existem, a espreita da vítima. Você não consegue identificá-los, porque estão perto de você? Na vizinhança, no trabalho, na escola e até dentro da própria família. 
Evidentemente Deus não suporta a injustiça, muito menos quando esta é praticada contra um filho seu. Por que, então, dá a impressão de que o Senhor, às vezes, não se importa com a sua dor? Por que passam dias, semanas, meses e até anos e Deus permanece, aparentemente, impassível?  Por que permitiu que Jó descesse às profundezas do sofrimento, acusado pelo próprio Satanás? Por que deixou que um filho rebelde e ingrato como Absalão ou um ser diabólico e malvado como Saul, perseguisse o seu ungido Davi? 
No texto de hoje você pode ouvir o clamor do Salmista: Onde estás, Senhor? Levanta-te na tua indignação. Não podes permitir que meus inimigos riam de mim. Mostra a tua grandeza, desperta-Te!
Acaso Deus dormia? A Bíblia afirma que Deus não dorme nem adormece. Está sempre vigilante. Ama você, preocupa-se por você e está pronto a correr em seu auxílio. Espere, espere um pouco. Lembre-se do final da história de Jó e de Davi. Finais gloriosos de júbilo e de vitória.
Enquanto esse momento não chega, continue clamando: “Levanta-te, Senhor, na tua indignação, mostra a tua grandeza contra a fúria dos meus adversários, e desperta-te em meu favor, segundo o juízo que designaste”.
Alejandro Bullón

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Desfrute do poder da oração!


“Eu lhes envio a promessa de meu Pai; mas fiquem na cidade até serem revestidos do poder do alto.” (Lucas 24.49)




O começo da minha vida cristã foi incrível. Sentia-me crescer nas coisas de Deus cada semana. Estava aprendendo a caminhar com o Senhor e a orar ao Deus do impossível.
Como sua filha, tenho o direito de chegar ao Pai celestial em oração (Jo 1.12; Hb 10.19). Mas também sou responsável pelo meu lado da parceira com Deus em oração. Se não usarmos a chave de oração, é bem provável que nada aconteça. Não haverá nada liberado ou desbloqueado.
A oração é uma arma eficaz e poderosa. O problema é que, às vezes, deixamos de usar essa arma que nos disponibiliza o poder de Deus. Deparamo-nos com uma situação e nos esquecemos de usar a oração para nos mover poderosamente em meio a ela e através dela.
Frequentemente, achamos que o poder da oração não está disponível a pessoas comuns como nós. Mas Deus diz que ele é para todo aquele que o ama de todo seu ser e que ama ao próximo como a si mesmo. O poder de Deus está sempre disponível, mas se não usamos a chave da oração, não nos apropriaremos desse poder para nossa vida.
É a vontade de Deus esperar por nosso convite. Se orarmos e convidarmos o poder soberano de Deus a se manifestar, então ele se moverá em poder. Assim, seu reino entrará em nossa vida, nas circunstâncias e operará aquilo que ele desejou para nós lá nos céus. Quando compreendermos isso, ficaremos inspirados a orar como nunca.
ORAÇÃO
Senhor, sei que não é por minha força ou sabedoria que coisas poderosas acontecem em minha vida. Sei que tu és a fonte desse poder. Que teu Espírito Santo encha mais uma vez minha vida e flua livremente através de mim. Confio em ti para realizar além de tudo o que posso pensar ou imaginar. Ajuda-me a compreender a grandeza de teu poder. (Stormie Omartian).

terça-feira, 15 de agosto de 2017

"Vamos Orar?"




Deus, ajuda-me a não me preocupar com a aparência
exterior, com buscas egoístas e com a condição da minha própria casa, mas que, em vez disso, me preocupe com o crescimento espiritual, o serviço altruísta e a condição da Tua casa. Quero sempre ter minhas prioridades na ordem correta, de modo que minha caminhada contigo continue sendo mais próxima e mais profunda. Fico feliz em saber que Tu sempre estás comigo e que tens poder para me salvar de todas as situações desagradáveis que aparecem no meu caminho. Ajuda-me a lembrar que minha segurança é sustentada por Teu grande amor por mim. Amém!

segunda-feira, 14 de agosto de 2017

"O silêncio de Deus!"





.É cedo em Salt Lake City. O meu vôo para Tucson partirá em poucos minutos e aproveito o tempo para responder uma pergunta que fizeram no meu blog. Por que quando mais você precisa de respostas, Deus guarda silêncio?

A resposta mais simples seria: “Deus sempre sabe o que faz.” E é justamente no fato de que “Deus sempre sabe o que faz,” que os cristos se refugiam para suportar a dor, que muitas vezes os sufoca.

Ao longo da Bíblia encontramos muitas ocasiões nas quais Deus guardou silêncio. João Batista, por exemplo, morreu, quase esquecido, esperando uma visita de Jesus. Jó atravessou o vale da aflição e da morte e em momento nenhum Deus lhe disse porque permitia que sofresse.

De uma coisa estou certo. Deus ama muito você. O que mais Ele deseja é que você seja feliz e se, apesar de amá-lo, permite que a dor toque a sua vida é porque na sua infinita sabedoria, Ele tem preparado algo melhor para você. Embora neste momento você não compreenda isso.

Diante da minha resposta talvez você esteja se perguntando “Qual é então, o valor da fé? Para que Jesus aparece na vida de gente? Ah querido, a fé não existe para que as dificuldades desapareçam, mas para que elas não destruam você. Jesus disse “No mundo tereis aflições, mas confiai, eu venci o mundo.”

Um exemplo disso foi o que aconteceu com Pedro, no mar da Galiléia. Era noite escura. Havia tormenta, ventos contrários e ondas gigantescas. Pedro e seus companheiros pensaram que tinham chegado ao fim. E clamaram a Jesus.

O Senhor, sempre aparece quando você clama a Ele. E Jesus apareceu aquela noite, mas a tormenta não desapareceu.

Quer dizer que quando Jesus aparece na vida, nem sempre as dificuldades desaparecem? Exatamente isso.

Mas algo extraordinário aconteceu aquela noite. O medo, o desanimo e o desespero, sumiram do coração dos discípulos e, o medroso Pedro, transformado pelo poder da fé, foi capaz de andar vitorioso por cima das dificuldades e do mar enraivecido.

Deus não quer filhos fraquinhos. Ele não corre ao primeiro grito do bebê que chora. Ele quer cristãos fortes, como a palmeira, formada no deserto, com sol e com vento.

Então, quando Deus não responde a pergunta de por que você sofre, permita a Deus continuar trabalhando em silêncio, lapidando a sua vida no esmeril da dor, para produzir um belo diamante.
Você vale mais do que um milhão de diamantes. Você é o sonho de Deus.    (Alejandro Bullon).

domingo, 6 de agosto de 2017

"Júnior!"


"Naquele tempo Eu ajuntarei vocês; naquele tempo Os trarei para casa." (Sofonias 3:20).




Certa vez, em outubro eu voltava de carro para casa. Era tarde, estava escuro e chovia. Notei um cachorro grande, correndo para lá e para cá no meio do trânsito. Ele vai ser atropelado, pensei. Ele arrastava uma corrente. Devo parar ou não? É um cão grande, pode me morder. Está molhado. Como é que consigo fazê-lo entrar no carro? Debatendo essas ideias, passei por ele. Depois me senti culpada o caminho todo até minha casa. Então, a fim de parar de me sentir culpada, eu disse em voz alta: "OK, Senhor, o próximo cachorro que puseres em meu caminho vai entrar no carro!"
Não é surpresa o que Deus fez a seguir. Duas semanas depois, enquanto voltava para casa, vi outro cachorro grande. Esse corria na direção de cada carro que passava. Parando o veículo, olhei para ele. Que olhar suplicante! Era como se dissesse: "Alguém, por favor, me levaria para minha casa?" Saltei para fora do carro, abri a porta traseira e disse: "Entre. Você está indo para casa!" Surpreendentemente, ele deu um salto e entrou.
Imagine um cão molhado, enlameado, em um assento bonito de couro. Coloquei o cachorro sem lar em nosso quintal cercado. Instantaneamente, ele começou a correr em círculos, como se procurasse alguém. Sabendo que ele agora estava seguro, fui buscar alimento, água e uma cadeira. Ele comeu e bebeu como quem está morrendo de fome. Depois disso, sentei-me na cadeira e coloquei meus dois braços ao seu redor e o tranquilizei: "Deus sabe onde fica a sua casa. Seu pessoal está provavelmente orando por você agora mesmo. Deus vai levá-lo ao seu lugar." Liguei para vários amigos pedindo que orassem pelo cão, encontrei o endereço do abrigo e o coloquei de volta no carro. Enquanto ele seguia no banco traseiro (dessa vez sobre uma toalha), continuei falando com ele: "Deus sabe onde está sua família, e eles vão buscar você." Três dias depois, telefonei para o abrigo para ouvi-los dizer, empolgados: "O nome do cão é Júnior e sua família veio buscá-lo no dia seguinte. Na verdade, eles vinham aqui todos os dias à procura dele, até que você o trouxe."
À semelhança de Júnior, muitos de nós fugimos do "lar" – nossa jornada com Deus – para ir aonde desejávamos e fazer o que queríamos. Contudo, quando lhe confessamos nossa condição de perdidos, Ele está bem aqui, ao nosso lado (onde sempre esteve). Ele tem intercedido por nós e observado nossa mudança de coração, sempre ansioso para estar conosco no lar celestial.
                                              (Diane Pestes)
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