sexta-feira, 26 de maio de 2017

"Tenha fé em Deus!"


O Senhor protegerá a sua saída e a sua chegada, desde agora e para sempre. (Salmo 121:8).




Além de ser proprietária de um restaurante, sou também agente imobiliária. Vendo, construo e administro propriedades. Alguns anos atrás, uma propriedade, em particular, foi vendida enquanto os inquilinos ainda moravam nela. Os inquilinos, porém, estavam cientes de que a propriedade daquele imóvel estava para ser transferida a outra pessoa. Concordaram com o fato de que teriam que desocupar o local.
Uma lei imobiliária declara que o novo proprietário não pode tomar posse de sua aquisição enquanto a papelada não for concluída e assinada por um advogado.
Infelizmente, os compradores dessa propriedade – sem autorização – de modo precipitado aproximaram-se e obtiveram acesso ilegal ao terreno e à casa. Dentro da casa, estava uma criança doente, que resistiu ao novo proprietário e telefonou para seu pai.
“O que ela está tentando fazer?”, quis saber o pai, que agora achava que eu havia autorizado a posse ilegítima e a tentativa de expulsar sua família.
Ausente do escritório por algum tempo naquele dia, perdi a agitação que se seguiu. Quando retornei, os membros da equipe se apressaram em me contar o que acontecera. – Que sorte que você não estava aqui! Dois homens armados, contratados pela família dos inquilinos que precisavam desocupar o imóvel comprado, vieram aqui ao escritório à sua procura!
– À minha procura? – Agora eu estava tão chocada quanto a equipe. – Homens armados? – perguntei, incrédula.
– Sim! – respondeu outro funcionário. – E quando não a encontraram, saíram furiosos. Você deve tomar muito cuidado!
Tomei uma decisão pessoal e arriscada. Em oração, eu visitaria a propriedade recentemente adquirida e confiaria em Deus quanto a uma solução pacífica para o mal-entendido.
– Ah, é você, sua… – gritou o irado inquilino, em uma explosão de palavrões enquanto eu me aproximava, orando. Então ele se acalmou o suficiente para ouvir minha explanação. Em pouco tempo, ele se desculpou por ter me acusado falsamente e me ameaçado. E me ofereceu um lindo cachorrinho como presente.
Tenham fé em Deus, minhas irmãs. Ele disse que aqueles que O amam experimentarão grande paz (Sl 119:165). E prometeu cuidar de nós todos os dias, quando saímos e quando chegamos.
Ethlyn Thompson

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Decepção: Uma via de mão dupla!

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"VÊ SE HÁ EM MIM ALGUM CAMINHO MAU E GUIA-ME PELO CAMINHO ETERNO”. (SALMOS 139:24).





"Você já se sentiu traído ou decepcionado com alguém? Você já sentiu a tristeza de ter sua confiança roubada, vindo de pessoas você menos esperava ?? Tenho quase que absoluta certeza que suas respostas serão sim! Bem, pelo menos eu respondo sim. E, como é ruim aquela sensação, quando ficamos sabendo que determinada pessoa, está falando mal de nós, está fazendo intrigas ou falando inverdades ou nos traiu de alguma forma. Tudo isso é muito triste, e dependendo do grau de intimidade que você tem com a pessoa, a coisa se torna mais complicada. Mas como se diz, tudo serve como aprendizado na vida,  serve como experiência de convivência, serve para descobrirmos que tudo falha, inclusive as amizades. Neste caos de descobertas, quem sabe avassaladoras, mais tarde vamos ver que sobrevivemos as decepções, que o tempo passou e nossa vida continuou,  tudo é lição e ser humano falha mesmo, erra, cai, levanta, continua, segue em frente, porque é preciso seguir em frente!
Bem, mas com o tempo eu particularmente, descobri que eu também decepciono, sim eu também erro, eu também julgo, eu também já traí a confiança de alguém! Sim, nós que já sofremos com a decepções de alguém, também já decepcionamos, já julgamos, já falamos mal de alguém, já decepcionamos nossos pais, amigos colegas de trabalho, ou seja lá quem for! O problemas é parar e nos auto analisarmos. É muito mais fácil e mais confortável nos colocarmos como os "perfeitos", que sempre somos aquelas pessoas "do bem", que não julga, que não decepciona, porque nossa mente se sente mais confortável e sossega nosso ego! Só que não!! Por isso eu já aprendi que somente o que é verdadeiro, mesmo sendo imperfeito é o que fica! E também, já descobri que sou um ser decepcionável e que nunca vou alcançar as expectativas de todos e o contrário da mesma forma! Nem os grandes líderes da Bíblia conseguiram esse feito, nem Jesus Cristo tão pouco. Mas cabe a nós sabermos como lidar com esses impasses do mundo real, pois o mundo é imperfeito, e  o PERFEITO ainda está por vir! 
É a vida e ela deve seguir. Um feliz dia para todos nós ! (Tita).

"Promessa certa!"

"Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou." (Apocalipse 21:4).



Da sacada do apartamento no segundo andar, onde moro aqui no Brasil, vejo uma linda palmeira. Sempre que posso, contemplo a sua beleza, e também me deleito em observar a vida dos pássaros, que se desdobra em meio à sua copa. A pomba-rola é muito comum no meu país, e não foi surpresa, um dia, ver um casal delas nos ramos. Suspeitei que estivessem à procura de um lugar seguro para construir seu ninho.
Foi isso mesmo! A seguir, durante vários dias, as duas aves trabalharam incansá­velmente. Uma pousava com um raminho no bico. Então levantava voo, quase se encontrando com o companheiro que chegava trazendo uma longa folha de grama seca para entretecer no ninho em crescimento. Com que fidelidade, cuidado e carinho trabalhavam, sem reclamar! Fiquei empolgada na manhã em que pude vislumbrar pela primeira vez os dois ovinhos brancos no ninho, enquanto os papais trocavam de vigília no processo de incubação. Eu também aguardava o dia em que vida nova abriria seu caminho, bicando aquelas minúsculas casquinhas de ovo.
Então, em uma tarde, o céu escureceu. De repente, uma forte tormenta desabou sobre nós. Pela janela, observei os ramos da palmeira balançando em meio à forte ventania. Temi pelo pequeno ninho. Então, com o coração dolorido, vi quando uma rajada arrancou da copa da árvore o ninho cuidadosamente preparado. Com tristeza, vi os dois ovinhos quebrados no chão. A boa notícia, porém, é que os pais passarinhos sobreviveram e começaram a construir um ninho novo.
Que lição objetiva isso representou para mim! Essa tempestuosa perda, sofrida por um casal de rolinhas, me faz lembrar que a dor humana, em escala muito maior, causa estragos sobre milhões a cada dia, enquanto Satanás sopra suas cruéis e furiosas tormentas sobre nossa vida. Talvez você tenha experimentado, recentemente, um desses dolorosos temporais em sua vida. No entanto, por causa de quem Deus é, e por aquilo que Seu Filho fez por nós na cruz, podemos ter esperança - como aqueles pássaros - de que tempos melhores ainda virão. Assim, conservamos o ânimo. O Cristo ressurreto prometeu que voltaria e nos levaria para um lugar em que não haverá mais lágrimas, morte, aflição ou tristeza. Enquanto isso, hoje, podemos ter a certeza de que, mediante a habitação do Espírito Santo, nunca estamos sós em nossas tempestades. 
                                                                                                    Maria Bellesi Guilhem

quinta-feira, 4 de maio de 2017

"Eu toco o Céu quando meu joelhos tocam o chão!"

                                  



"Minha irmãzinha!"

Refrigera-me a alma. (Salmo 23:3, ARA).




Ter dois irmãos mais velhos era ótimo, mas, por volta dos 8 anos de idade, lembro-me de ter desejado que mamãe tivesse um bebê. Eu me encantava com bebês. Eles eram fofinhos e engraçados. Nossos vizinhos eram pais de um bebê chamado Dougie. Tinha que me contentar em dar colo para os bebês dos outros e brincar com as minhas bonecas.
Vários anos mais tarde, minha mãe me chamou ao seu quarto para me contar que estava grávida. Fiquei eufórica. Eu seria a irmã mais velha de uma bonequinha viva!
Eu tinha quase 12 anos quando a pequena Lynette Marie nasceu. Pouco tempo depois, ela chegou à nossa casa para passar sua primeira noite com a família. Com o bebê deitado no carrinho, lembro-me de ter segurado a mamadeira para ela. Mamãe estava trocando a fralda quando, repentinamente, segurou-a e gritou: “Comece a orar!” Observei que mamãe tentava ressuscitar Lynette Marie, que não respirava mais.
Os dias e as semanas seguintes viraram simplesmente um borrão na minha memória. Antes que a saga terminasse, declararam que minha irmãzinha ficaria grandemente incapacitada. Os médicos insistiram para que meus pais a colocassem em um lar do Estado. Meu coração se partiu. Supliquei e implorei aos meus pais que a mantivessem conosco, em casa, prometendo que eu cuidaria dela. A tristeza me encheu o coração, enquanto minha mente juvenil travava uma luta com orações aparentemente não atendidas e uma cerimônia de unção que não produziu um milagre.
O que fazemos na vida quando enfrentamos desvios dos nossos sonhos – quando eles se tornam pesadelos? E Deus? Ele Se importa? De algum modo, minha família foi em frente, embora a tristeza morasse junto conosco, e a dor e o sofrimento continuassem através dos anos.
Agora, muitos anos mais tarde, minha irmã, com quase 50 anos de idade, mora em um ambiente do tipo familiar, com cuidadores 24 horas, na mesma cidade de Massachusetts onde ela nasceu. Junto com meu idoso pai, tenho a guarda compartilhada de Lynette. Amo minha irmã. Sobre minha escrivaninha, existe uma foto em preto e branco em que estou sentada numa cadeira, segurando minha doce irmãzinha.
Medito sobre essa jornada de montanha-russa – os altos da alegre expectativa e os baixos do desapontamento – lembrando-me do meu coração partido ao entender que minha pequena irmã ficaria em casa por apenas seis meses. Embora eu ainda não entenda por que as coisas aconteceram da maneira como aconteceram, permaneço em terreno firme hoje porque seguro a mão de Deus. Vivo com o Seu júbilo, porque confio que, algum dia, terei minhas perguntas respondidas e explicadas por meu bondoso Pai celestial. O mesmo acontecerá com você.
(Valerie Hamel Morikone).

quarta-feira, 19 de abril de 2017

"Que oração receberá resposta?"

Resolveu ir à casa de Maria, mãe de João, cognominado Marcos, onde muitas pessoas estavam congregadas e oravam. (Atos 12:12).




As batidas eram fortes e persistentes, mas também interromperam a reunião de oração, de modo que os membros da igreja procuraram ignorá-las. Por fim, Rode, a criada, foi até a porta. E lá estava Pedro. Quando finalmente lhe permitiram que entrasse, “contou-lhes como o Senhor o tirara da prisão” (Atos 12:17). Uma resposta óbvia à oração, certo? Parece.


Mas, na primeira parte de Atos 12, a Escritura nos diz: “Por aquele tempo, mandou o rei Herodes prender alguns da Igreja para os maltratar, fazendo passar a fio de espada a Tiago, irmão de João. Vendo ser isto agradável aos judeus, prosseguiu, prendendo também a Pedro” (v. 1-3). Tiago morreu, Pedro continuou vivo. Supõe você que a igreja tenha orado quando o rei Herodes prendeu Tiago? Nem posso imaginar que não tenham orado – afinal de contas, ele era o líder da igreja. Mas suas orações não foram atendidas. Tiago foi morto. Foi algum capricho de Deus? Ele amava a Pedro, mas não a Tiago? Os membros não oraram com suficiente fervor ou não usaram as palavras certas? O que estava acontecendo?


Lemos histórias de acontecimentos miraculosos, de pessoas salvas da morte certa. Lemos que Deus promete socorrer-nos. Lemos: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. [...] Porque aos Seus anjos dará ordens a teu respeito, para que te guardem em todos os teus caminhos. [...] Porque a Mim se apegou com amor, Eu o livrarei; po-lo-ei a salvo, porque conhece o Meu nome. Ele Me invocará, e Eu lhe responderei; na sua angústia Eu estarei com ele” (Salmo 91:7-15). Mas fazemos orações que não recebem resposta. Queridos nossos morrem. Acidentes acontecem.

Pessoas sofrem doenças e tragédias. Ficamos desanimadas e deprimidas. O que acontece?
O que acontece é que vivemos num mundo cheio de pecado. Deus responde, sim, às orações, mas nem sempre como achamos que deve – às vezes Ele precisa dizer: “Devido ao pecado, acontecem coisas ruins. Mas estou sempre com você. Algum dia, em breve, retornarei, e nada de ruim acontecerá novamente. Será então que todas as Minhas promessas serão cumpridas.” Não se trata de quanto nós oramos, de quão bons ou maus nós somos, nem de que palavras usamos. Trata-se de que Deus sabe o que é melhor, e ainda está cuidando de nós. Nós oramos e O louvamos pelas vezes em que escapamos do mal; devemos também expressar-Lhe nossa gratidão porque um dia Ele responderá a todas as nossas orações.

(Ardis Dick).

terça-feira, 18 de abril de 2017

Vamos Orar?!"







Pai, por vezes temo que minhas necessidades não sejam satisfeitas pelo Senhor. Preocupo-me com algo que possa me acontecer; temo não ter o suficiente para enfrentar o que me possa vir. Conceda-me fé para crer que o Senhor suprirá minhas necessidades. Remova o medo de que o Senhor não proveja o que preciso. E, no lugar desse medo, coloque uma fé profunda no Senhor e em Seu grande poder em meu favor. Faça minha fé crescer a ponto de eu crer em coisas que nem consigo imaginar nesse momento. Amém!

quarta-feira, 12 de abril de 2017

As filhas de Zelofeade!



Aproximaram-se as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, neto de Gileade, bisneto de Maquir, trineto de Manassés; pertencia aos clãs de Manassés, filho de José. Os nomes das suas filhas eram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
Elas se prostraram à entrada da Tenda do Encontro diante de Moisés, do sacerdote Eleazar, dos líderes de toda a comunidade, e disseram:
“Nosso pai morreu no deserto. Ele não estava entre os seguidores de Corá, que se ajuntaram contra o Senhor, mas morreu por causa do seu próprio pecado e não deixou filhos. Por que o nome de nosso pai deveria desaparecer de seu clã por não ter tido um filho? Dê-nos propriedade entre os parentes de nosso pai”. Números 27:1-4
Todas nós passamos alguma vez pela situação em que alguém nos diz que as coisas não podem mudar, que nossa voz não é importante e que devemos nos acalmar e aceitar as coisas como são. Mas, se são injustiças, nossa responsabilidade é falar seguindo alguns conselhos. Primeiro, quando você está em uma situação aparentemente impossível, confie em Deus. Ele sempre está do lado da justiça. Segundo, não tenha medo de falar.
Finalmente, una-se a suas irmãs. Busque amor, apoio e orações naquelas que se preocupam contigo. Busque o apoio e o carinho das irmãs que Deus te concedeu. Com as filhas de Zelofeade, aprendemos que para Deus, a mulher que tem coragem para levantar-se e falar em nome da justiça, será escutada e lembrada.
Abaixo leia conclusão da história delas e que mudança fantástica foi efetuada nas leis de herança.:
E Moisés levou a causa delas perante o Senhor.
E falou o Senhor a Moisés, dizendo:
As filhas de Zelofeade falam o que é justo; certamente lhes darás possessão de herança entre os irmãos de seu pai; e a herança de seu pai farás passar a elas.
E falarás aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém morrer e não tiver filho, então fareis passar a sua herança à sua filha.
E, se não tiver filha, então a sua herança dareis a seus irmãos.
Porém, se não tiver irmãos, então dareis a sua herança aos irmãos de seu pai.
Se também seu pai não tiver irmãos, então dareis a sua herança a seu parente, àquele que lhe for o mais chegado da sua família, para que a possua; isto aos filhos de Israel será por estatuto de direito, como o Senhor ordenou a Moisés. (Números 27:5-11).

Uma nova melodia"

“Tirou-me de um poço de perdição, dum tremedal de lama; … e me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus” (Salmo 40:2 e 3).


Às vezes somos tentados a pensar que nossa vida não tem valor algum. Sentimo-nos desanimados, com vontade de desistir. Nessas horas, precisamos lembrar-nos de que Deus deposita muita esperança em nós. Não pelo que somos capazes de fazer, mas pelo que Ele pode fazer em nós e por nós.
Um grande músico tinha o sonho de interpretar suas músicas nos órgãos das catedrais da Alemanha. Ele já havia tido acesso a alguns órgãos antigos, mas não ao da catedral de Freiburg. Sem revelar sua identidade, dirigiu-se ao zelador da famosa catedral, pedindo-lhe permissão para experimentar o instrumento. Por causa de sua roupa modesta e singela naquele dia, ouviu um eloquente “não”. Mas ele não desistiu. Com paciência e polidez, pediu mais uma vez. “Bem – respondeu o zelador –, o senhor pode tocar apenas uma música, nada mais”. E, para reforçar sua permissão limitada, colocou-se atrás do músico.
Satisfeito e feliz, o músico começou a dedilhar as teclas, enchendo os ares de música sublime, contagiante. O zelador, ao mesmo tempo atônito e admirado, não conteve as lágrimas. Estava embevecido com a qualidade da música e com a genialidade do intérprete. Até que as colunas da catedral começaram a vibrar ao som do potente órgão.
Emocionado, o zelador olhou para o músico e perguntou-lhe: “Por favor, diga-me o seu nome”. Com um modesto sorriso, ele disse: “Meu nome é Félix Mendelssohn”. Com voz trêmula, o zelador exclamou: “O senhor poderia me perdoar? Não posso entender como tentei impedir que o maior músico da Alemanha tocasse nesse órgão, do qual jamais pensei que pudessem sair sons tão maravilhosos!”.
O mesmo pode ocorrer em nossa experiência cristã. Jesus bate à porta do nosso coração, desejoso de nele entrar. Ali dentro existe um “velho homem” à espera do poder transformador do Evangelho. Mas a maçaneta está pelo lado de dentro. Se permitirmos que o Mestre os mestres deslize os dedos sobre as cordas de nosso coração, diremos como o salmista: “O Senhor tirou-me de um poço de perdição, dum tremedal de lama… e me pôs nos lábios um novo cântico”.  (Amilton Menezes).

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Âncora!

“Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura” (Hebreus 6:19).





Para os cristãos, a âncora era um símbolo importante. Um símbolo de estabilidade e segurança. Nos corredores das catacumbas, três símbolos eram vistos pintados nas paredes: a pomba, como símbolo do Espírito Santo, o peixe (ICHTHUS, as iniciais de “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”), e a âncora, símbolo da esperança. A ideia que transparece é a de que, como cristãos, vamos enfrentar problemas e tempestades na vida.

Marinheiros e navegantes sempre lembravam uns aos outros antes de se lançarem ao mar: “Não saia do porto sem levar uma âncora”.

A vida cristã se assemelha em muito a um barco no meio do mar. Nela enfrentamos períodos de bonança e tranquilidade. Enfrentamos tempestades grandes e pequenas.

Às vezes, somos tomados de surpresa com uma crise após outra, uma tempestade após outra: é a perda do emprego, problema de saúde na família, desentendimento com os filhos, conflitos com o cônjuge ou a hostilidade no ambiente de trabalho. Você descobre que está à deriva.

John Maxwell, autor de vários livros na área de liderança cristã, escreveu:

“A esperança brilha mais quando a hora é mais escura. A esperança motiva quando o desânimo aparece. […] A esperança canta quando todas as melodias silenciaram. […] A esperança escuta respostas quando ninguém está falando. A esperança supera os obstáculos quando ninguém está ajudando. A esperança enfrenta dificuldades quando ninguém está se preocupando. A esperança sorri confiantemente quando ninguém está sorrindo. A esperança tem as respostas quando ninguém está perguntando. […] A esperança ousa dar quando ninguém está repartindo. A esperança traz a vitória quando todos estão perdendo.”

Edward Mote, autor da letra do hino “Minha Esperança”, mostra como entendia a esperança como âncora em meio às tribulações. Uma das estrofes diz: “Se não Lhe posso a face ver, eu mesmo assim não vou temer, / Em cada transe a suportar, vou sempre nEle confiar” (Hinário Adventista, nº 253).

Onde está ancorada sua fé? No meio da tormenta, quando ondas gigantes se levantam contra seu pequeno barco, onde ancorar? Por que não lançar sua âncora nas firmes promessas da Palavra de Deus, na riqueza de Sua graça, de Seu cuidado e amor? (Tempo de Relfetir).

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