quinta-feira, 23 de maio de 2013

"Primeiro Presente Divino do Dia!!"

Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes. Tiago 1:17



São 4h30 da manhã. Acordei, sentindo-me renovada. Quando acendi a luz, o presente de Deus já esperava por mim – a bênção multifacetada e o desafio de um novo dia. Nem sempre apreciei esse presente como o faço hoje, mas a vida ensina muitas lições, e uma delas é que a verdadeira alegria vem de contar as bênçãos.
Em primeiro lugar, estou viva. Durante esta noite que passou, milhares perderam a vida, alguns de modo sereno, outros sob circunstâncias trágicas. Deus, porém, me deu outro dia, cheio de oportunidades de regozijar-me na satisfação proveniente de fazer uma pequena diferença para o bem na vida de outras pessoas. Que privilégio!
Não estou sentindo dor. Houve meses aparentemente infindáveis em que o sono foi mínimo, e eu vivia sob o efeito de um analgésico após outro, contando os minutos que passavam lentamente. Que Deus me livre de achar outra vez que a boa saúde é algo que acontece de modo automático. Muito obrigada por um início de dia sem dor, Senhor.
Deus me ama. Como é preciosa a nossa conversa no início da manhã! Presto atenção ao sábio conselho de Sua Palavra, e conversamos sem pressa sobre todas as alegrias e os problemas do presente. Juntos, lembramo-nos das necessidades de muitos a quem Ele ama. Preocupações persistentes perdem sua força, e estou preparada para enfrentar qualquer desafio que o dia possa trazer.
Pela janela aberta, respiro o ar puro e fresco, enquanto ouço os sonolentos trinados das criaturinhas de Deus, louvando-O com cânticos. Em breve chegará a hora da minha caminhada, mas ainda não. A visita matutina de Deus é preciosa demais para ser abreviada.
Naturalmente, continuaremos nossa conversa em alguns intervalos durante o dia, mas agora ninguém nos interrompe com telefones tocando, prazos fatais por cumprir ou emergências com as quais lidar. Inquestionavelmente, é o melhor momento do dia.
Mais uma coisa, Senhor. Muito obrigada porque hoje ainda posso enxergar para ler Tua Palavra. Que bênção é essa! Deus conhece meu problema ótico, e cada dia que consigo ler a Bíblia significa um bônus. Talvez chegue o dia em que até as letras grandes fiquem ilegíveis, mas será um dia de cada vez, pois cada dia é uma dádiva perfeitamente moldada para as necessidades e os desafios daquele dia. O amanhã pode ser seguramente confiado às mãos de Deus.
                                                                                                    (Revel Papaioannou).









sexta-feira, 17 de maio de 2013



Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Salmo 32:1
 
Tenho uma gata chamada Dermie, que é, em parte, japonesa de cauda curta, considerada uma raça muito inteligente de gato. Também é característica dessa raça que, uma vez adquirido um mau hábito, ela não o abandona. Considere Dermie, por exemplo, que é de uma raça caseira, e os gatos caseiros são conhecidos por ter maior expectativa de vida, e saúde melhor que os gatos que preferem andar ao ar livre. Nós a amamos e queremos que esteja em segurança, seja saudável e fique conosco por longo tempo. Mas ela ama os aromas do lado de fora e gosta de perseguir as aves que andam por lá. Assim, em toda oportunidade que tem, procura abrir as persianas das janelas – e é muito boa nisso também! Paciente e decidida, ela tenta abrir as persianas com as patas, até abri-las ou até eu enxotá-la. Uma vez tendo aberto a persiana, ela faz passar seu corpo peludo através do espaço, até ficar entalada entre a tela e a janela. A essa altura, as persianas geralmente se fecham por trás dela. Então, tudo o que ela faz é empurrar a tela para fora e saltar para a liberdade. Sua obsessão em ir para fora ficou tão séria que tivemos que fechar as partes da casa com janelas que se prestam às grandes escapadas de Dermie. Mas ela continua tentando.

Dermie sempre volta para casa depois de fugir. Às vezes, acaba de sair quando percebe que se esqueceu de comer primeiro, e quer voltar para dentro de casa. Mas minha vontade é que ela fique dentro, pois não preciso me preocupar com a possibilidade de ela ser atropelada por um carro, atacada por outro animal ou qualquer outra coisa ruim.

Dizem que as pessoas e seus bichos de estimação podem acabar ficando parecidos. Acho que, nesse caso, Dermie e eu estamos agindo do mesmo modo. Não, não escapo pela janela para correr por aí e rolar no chão, mas me afasto da vontade de meu Pai e tento fazer as coisas do meu jeito. Vez após vez. Sempre lamento e quero voltar para os limites da Sua vontade, mas, de alguma forma, acho difícil quebrar maus hábitos. Às vezes, sou como Sara, do Antigo Testamento, achando que minha contagem do tempo é melhor que a de Deus, ou que Ele precisa da minha ajuda. Às vezes, simplesmente estou ocupada e me esqueço de perguntar a Deus o que é melhor. Outras vezes, permito que meus desejos se tornem o foco dos meus pensamentos.

Independentemente do motivo pelo qual estou fora do plano de Deus, a Sua porta está sempre aberta, aguardando meu retorno. Sinto-me grata porque meu Pai é paciente e perdoador. E você?


Julie Bocock-Bliss

quinta-feira, 16 de maio de 2013

"Um dia de cada vez!"

Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda boa obra e crescendo no conhecimento de Deus. Colossenses 1:10


Recordo-me de um incidente que li certa vez a respeito de um senhor idoso que se havia desgastado pelo trabalho árduo, mas ainda estava à procura de algum emprego pelo qual pudesse obter seu sustento. Certo nobre, que possuía cem toras de madeira para serem cortadas, foi informado do desejo daquele senhor. Disse-lhe que se cortasse a madeira, ganharia cem dólares pelo trabalho. O senhor rejeitou a oferta dizendo que não podia fazer aquilo. Era-lhe impossível, pois já estava idoso e incapaz de realizar tal trabalho. “Bem”, respondeu o nobre, “faço-lhe uma proposta diferente. O senhor pode cortar apenas uma tora hoje? Se puder, pagarei um dólar pelo serviço. A proposta foi aceita e a tora de madeira foi cortada naquele dia. “Agora”, disse o nobre, “o senhor pode cortar outra tora amanhã.” Outra tora foi cortada no dia seguinte e, assim, o trabalho inteiro foi realizado. Em cem dias, o trabalho foi completado, e o trabalhador desfrutava da mesma saúde de quando iniciou a tarefa. Ele foi capaz de cortar tora por tora, mas ao ser-lhe apresentado a trabalho como um todo, seu cumprimento parecia impossível.
Essa história representa bem o caso de muitos que estão indecisos. Eles sentem o desejo de ser cristãos, no entanto, as responsabilidades da vida cristã parecem-lhes tão grandes que temem fracassar, [e] estão quase certos de que nunca serão capazes de cruzar a linha de chegada se tentarem. Porém, ao levar esse assunto em consideração, não devem atentar para o fim da jornada cristã; não devem compreender e realizar tudo de uma vez.
Apenas um dia de cada vez com seus fardos e responsabilidades nos é apresentado.
Sim, queridos amigos, querida juventude, o amanhã não nos pertence. São os deveres de hoje que devem ser realizados. Se você decidir se colocar ao lado do Senhor e sair do mundo, separar-se, escolher tornar-se filho ou filha do Senhor Todo-Poderoso, abandonar as fileiras do inimigo, o serviço do pecado e de Satanás, determine-se a realizar sempre o dever que lhe cabe no presente. Busque os deveres de hoje, compreendendo que o Senhor tem exigências a seu respeito, que você é responsável para com o Criador; tais exigências devem ser cumpridas apenas um dia de cada vez. Na força de Deus, enfrente-as crendo que você pode vencer este dia (Signs of the Times, 31 de janeiro de 1878). (E.G.W.).






sexta-feira, 10 de maio de 2013

"Deus não tem memória curta!"

Algumas pessoas com problemas conjugais me contaram que achavam mais difícil esquecer do que perdoar. Com a maior boa vontade do mundo, elas tentavam perdoar e esquecer, mas nem sempre era possível. “O tempo cura tudo”, diziam, e gradualmente, as feridas, na maioria dos casos, se curavam. E é necessário que uma pessoa, com uma memória fraca, tenha uma grande quantidade de concentração no passado para lembrar-se de tudo o que supostamente deveria esquecer. No final, a memória vem em gotas, ou elas ficam tão confusas com outras coisas que há mais fantasia do que realidade.

Agora, pense em outra coisa. Deus não tem uma memória fraca. Ele não ignora o pecado e Ele é eterno. Então, aquilo que chamamos de passado é o presente para Ele; e o que ainda não aconteceu já é o agora dEle. Se isso é confuso, também é muito sério, porque significa que a mente considerável de Deus está plenamente consciente de tudo o que já aconteceu na vida de cada pessoa. E tudo que passou inclui uma impressionante quantidade de pecado – “uma multidão de pecados”.
Isto é uma descrição mais do que séria da razão pela qual as pessoas são seres responsáveis que devem comparecer perante Deus, e responder por seus pecados. Sem evasões, sem adiamentos, sem um advogado de defesa cheio de truques, somente o homem, Deus e uma multidão de pecados. Mas precisamos nos lembrar de uma coisa, Deus pode tirar os pecados, lança-los nas profundezas do mar, e afastá-los de nós levando-os para muito longe, assim como oriente dista do ocidente, e esquecer-se completamente deles. Tudo isto porque o sacrifício de Cristo pelos pecados se aplica a todos aqueles que vêm a Ele com arrependimento e fé. E, mais: Jesus é também o mais perfeito advogado e intercessor que a humanidade poderia dispor. O sacrifício dEle, na cruz, é suficiente! (Extraído da obra Getting into God, de Stuart Briscoe).



segunda-feira, 6 de maio de 2013

"Ter razão o tempo todo!"

Todo mundo deseja ter razão. Ninguém gosta de estar errado. Maior que nosso desejo de ter razão é a vontade de “estarmos certos”, de estarmos em harmonia com as outras pessoas. Queremos relacionamentos abertos, amorosos com todos, e ficamos perturbados quando ocorrem incompreensões, hostilidades ou ressentimentos. Há algo em nós que aborrece um relacionamento partido, assim como a natureza rejeita o vácuo. Somos levados a justificar a nós mesmos para termos a certeza de estarmos certos e não sermos a causa da separação.

A mesma coisa é ainda mais verdadeira quanto ao relacionamento do homem com Deus. Por sermos rebeldes e desejarmos dirigir nossas próprias vidas, somos separados da comunhão com Deus. Pecado é separação. Mas também desejamos estar certos com Deus. Tentamos acertar a nós mesmos sendo bons o suficiente para merecer o amor divino. Mas, jamais poderemos ser bons o suficiente, porque em nosso interior encontra-se a ambivalência de desejar a Deus e rejeitá-Lo ao mesmo tempo.
Deus sabia que o homem era incapaz de estar com Ele, e por isso Ele veio em Jesus a fim de revelar a justiça que seria concedida como um dom. A cruz foi o acontecimento histórico, tangível, no qual Deus reconciliou – isto é, perdoou e aceitou – o homem consigo mesmo. É esta a justiça que Jesus anteviu na bem-aventurança acerca da fome e da sede. Precisamos ansiar com fome e sede por esse tipo de relacionamento correto com Deus. Paulo nos diz que esse relacionamento é um dom gratuito que deve ser apropriado pela fé. (Escrito por Lloyd Ogilvie)




terça-feira, 30 de abril de 2013

"Amigos que não gostam de conversar!"

A carta terminava assim: “Afinal de contas, parece mesmo que meu caso não tem solução. Sei que a oração me ajudaria a resolver o problema, mas não tenho vontade de orar. O pior de tudo é que quando oro, acabo tudo o que tinha para dizer em dois minutos. Dá a impressão de que minha oração não passa do teto”.

Já sentiu algo parecido alguma vez? A verdade é que, em todos estes anos trabalhando com jovens, descobri que o problema do jovem não é o fato de não saber que precisa orar. Todo mundo sabe que é necessário orar, e que a oração é o alimento da nova natureza. Todo sabem que o poder bem através da oração. A angústia do jovem está expressa na carta que registrei acima: “Pastor, não tenho vontade de orar”.
É preciso entender, em primeiro lugar, em que consiste a oração. “Orar”, disse Ellen White, “é o ato de abrir o coração a Deus como a um amigo”. Segundo esta declaração, orar nada mais é do que conversar com um amigo. E amigos gostam de conversar. É o que eles mais fazem. Se alguém não tem vontade de conversar com sue amigo, alguma coisa está errada.
Alguma barreira foi criada. A amizade está abalada e a solução não consiste em ler livros ou ouvir sermões que mostrem o dever de conversar com um amigo. É preciso que lhes ensinem como o resolver o problema com o amigo. Ele precisa de ajuda para que a amizade torne a ser como antes. Uma vez que o problema tenha sido resolvido, o diálogo com o amigo virá espontaneamente.
Em segundo lugar, é necessário saber que uma conversação entre amigos deve estar baseada na sinceridade. Num relacionamento de amigos verdadeiros não há lugar para fingimento ou hipocrisia. Cristo nos ama e o que Ele espera em nosso relacionamento é acima de tudo, sinceridade. É isso que Ele disse no Sermão do Monte. “Quando orarem, não sejam como os fingidos… não fiquem recitando sempre a mesma oração”.
Temos quase de cor uma oração para as manhãs e outra para as noites. Sempre o mesmo assunto. Podemos estar sem a mínima vontade de orar, mas nos ajoelhamos por disciplina e repetimos a oração costumeira, que geralmente não dura mais de dois minutos. E ao deitarmos, experimentamos a estranha sensação de que a nossa oração não passou do teto.
Por que não encarar a oração como a maravilhosa experiência de conversar com Jesus Cristo, em lugar de considera-la o nosso dever de cada dia?
O dia em que descobrirmos a alegria de falar assim com Deus, teremos descoberto o segredo de uma vida poderosa. Isso é andar com Deus. (Escrito pelo Pr. Alejandro Bullon)
Precisando de oração? Gostaria que eu orasse por você? Deixe seu pedido em http://oroporvoce.com



quinta-feira, 25 de abril de 2013

"Senhor, quanta fome no mundo!"



comi demais,
comi para fazer como faz toda gente,
porque me haviam convidado,
porque estava em sociedade e era difícil agir doutro jeito.
E cada prato,
cada bocado,
e cada colherada custava a passar.
Comi demais, Senhor.
Enquanto, no mesmo momento, em minha cidade,
mais de 1.500 pessoas – tenho nas mãos uma lata vazia,
faziam fila para a sopa popular.
Enquanto aquela mulher, na mansarda onde mora,
comia o que apanhava de manhã nas latas do lixo.
Enquanto esses garotos, em seus cortiços repartiam
entre si os restos frios da magra refeição dos velhos do Asilo.
Enquanto dez, cinquenta, cem, mil desgraçados, no
mesmo instante, pelo mundo afora, torciam-se de dor,
morriam de fome diante dos seus, desesperados.
Senhor, é atroz, pois eu bem sei,
e comigo muitos homens sabem.
Sabem que não só alguns infelizes sofrem fome, mas
centenas, à porta de suas casas.
Sabem que não só uma centena de infelizes, mas
milhares sofrem fome em seus próprios países.
Sabem que não somente milhares
mas milhões sofrem de fome, pelo mundo afora.
Os homens traçaram o mapa da fome;
aqui estão as zonas da morte, que se impõem, terríveis.
Os algarismos brandem sua verdade implacável.
Para mais de 800 milhões de seres humanos, o mínimo
mensal dos países ricos representa o máximo anual.
Um terço da humanidade está subalimentado.
Morrem vários milhões de homens à míngua, no decorrer
De um só fome na Índia.
Os hindus vivem em média 26 anos apenas.
Senhor, vês este mapa, lês estes algarismos,
não como o estatístico, sereno, em seu escritório,
mas como um pai de família numerosa,
que se debruça sobre a fronte de cada um de seus filhos.
Senhor, vês este mapa, lês estes algarismos desde sempre;
Tu os lias, Tu os vias, quando contavas para mim a
história do rico à mesa e do Lázaro faminto.
Tu os vias, Tu os lias, quando narravas para mim
o Juízo Final.
“…Eu tive fome…
É terrível, Senhor!
És Tu que fazes fila para a sopa popular,
És Tu que comes o que sobra nas latas de lixo,
És Tu que agonizas torturado pela fome,
És Tu que morres a um canto, sozinho, com 26 anos,
enquanto, no outro ângulo do grande salão do mundo,
ao lado de alguns membros da nossa família – eu como,
sem ter fome, o que seria preciso para Te salvar.
“… Tenho fome…”
Poderás dizer-me isso sempre, Senhor, se eu deixar um
só instante de me dar.
Jamais acabarei de servir a sopa a meus irmãos – são
tão numerosos.
Sempre haverá alguns que não receberam sua porção;
jamais acabarei de lutar para ter sopa para todos os
meus irmãos.
Não é fácil, Senhor, dar de comer ao mundo.
Prefiro fazer minha oração, regularmente, limpamente,
prefiro jejuar nas sextas-feiras,
prefiro visitar meu pobre,
prefiro dar dinheiro às quermesses e orfanatos,
mas tudo isto ainda não basta,
tudo isto é nada,
se um dia puderes me dizer: “Estou com fome”.
Senhor, eu já não sinto fome;
Senhor, eu já nem quero mais ter fome;
Senhor, eu só quero comer o que me for preciso para
viver e Te servir e lutar por meus irmãos.
Pois tens fome, Senhor,
Pois morres de fome, Tu, enquanto estou saciado.
(Michel Quoist)
“Porque tive fome e Me deste de comer” (Mateus 25:35)



segunda-feira, 22 de abril de 2013

"O Visto, por favor?!"




O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo. Prov. 28:26.



O visto. Um simples visto. Fiquei parado dois dias em Madri por falta de visto para entrar na Guiné Equatorial. Erro de informação? Falta dela? Informação incompleta? A essa altura não adianta mais tentar descobrir a causa. Estou em Madri, sem poder viajar, enquanto centenas de pessoas me aguardam em Malabo, a capital da ex-colônia espanhola.
Sentado na sala de espera do Hotel Astúrias, no centro de Madri, penso uma e outra vez na importância de um visto. Quando você precisa viajar para algum país, é dever do país adaptar-se àquilo que você acha, ou é seu dever cumprir os requisitos que o país exige? Eu achava que a taxa podia ser paga no consulado, mas o consulado exigia que a taxa fosse paga no banco. Quando a informação chegou a mim, os bancos já haviam fechado e não adiantou explicar a importância da minha presença em Malabo. Não consegui o visto. Fiquei em Madri e só poderei viajar no vôo que partirá depois de amanhã.
Tudo bem, amanhã os bancos estarão abertos e o problema estará solucionado. Mas agora penso na vida eterna. Chegará um dia em que todos teremos que apresentar o visto de entrada no reino dos Céus. A Bíblia afirma isso categoricamente. O Céu não é o fruto da imaginação de gente que tenta sublimar a dor e o sofrimento deste mundo. O Céu também não é a fuga para pessoas fracas, incapazes de enfrentar com responsabilidade, brio e coragem as agruras desta vida. O Céu existe. É uma das verdades mais cristalinas da Bíblia.
Quando a história deste mundo chegar ao fim, todos – queiramos ou não; acreditemos ou não – teremos que apresentar o visto de entrada. Nesse dia, não terá muito valor o que “achamos”, ou “pensamos”, ou “acreditamos”. Não terá muito valor qualquer explicação ou justificativa. Não é dever do país adaptar-se ao que você acha, é seu dever cumprir os requisitos que o país exige.
Por isso, hoje, antes de iniciar a luta da vida, verifique se o seu visto está pronto. Não é o que você acha, é o que Deus diz. Não é o que você imagina, é o que afirma a Palavra de Deus. Lembre-se: “O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.”(Alejandro Bullón).



sexta-feira, 19 de abril de 2013

"Precisa de riquezas?"

Pelo jeito das coisas, você é alguém impressionante. Você tem uma bela moradia. E suponho que os seus vizinhos concordariam que você é um trabalhador esforçado… subindo direto para o topo do sucesso, certo? Compreendo que você não está tão cheio de grana, assim; mas veja bem, ninguém está passando fome. Longe disso. O seu emprego é razoavelmente seguro. Ganhando mais dinheiro do que nunca, você está no caminho. No entanto, espere; quero saber sobre a “outra metade”. Estas coisas que mencionei são todas exteriores – físicas e materiais. O que desejo saber é como vão as coisas internamente.

Você parece seguro e bem-sucedido, mas ainda não contou a metade, certo? Parte de você é insegura e temerosa. Por baixo, você é bem fraco. Você aparenta ser feliz, calmo e realizado, mas metade ainda não foi dito, foi? Você se pergunta aonde tudo isso vai leva-lo. Sua busca desassossegada por mais, e o seu desejo de calma e contentamento sereno parecem polos separados… Lá no íntimo, nada sorri dentro de você.
O seu salário é bom, suas posses materiais estão aumentando, mas novamente a metade não foi dita. A verdade é que você está vazio por dentro e fingindo por fora. Nenhuma das coisas que você possui em todo o seu “reino” tem-lhe trazido a felicidade que você anseia. Então, você está pensando: “Talvez, se eu pudesse conseguir um emprego melhor” ou “ter uma casa maior”, ou … ou…
Não permita que a fumaça do “mais dinheiro” lhe cegue os olhos para a verdade. Para ser rico, é necessário muito mais do que fazer dinheiro. Sêneca, o romano, estava certo: “o dinheiro nunca fez ninguém rico”. Você quer riquezas? Então ouça a Jesus: “Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a Sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”.
Para tentar encontrar a verdadeira riqueza, tente mudar de reino. (Extraído da obra Living on the Ragged Edge, de Charles Swindoll)



quinta-feira, 18 de abril de 2013

"O hoje é tudo o que tenho!"

Um dos aspectos mais perturbadores da ansiedade é a preocupação com o futuro. Soren Kierkegaard disse: “Que é a ansiedade? É o dia seguinte”. O capítulo ainda não escrito de nossa vida é que perturba a maioria de nós. Jesus nos oferece a solução: deixe que o amanhã cuide de si; viva hoje ao máximo (Mateus 6:34). A mensagem de Cristo é que se vivermos hoje da maneira que Ele sugere, o amanhã será mais glorioso do que jamais ousamos imaginar, pois o que fazemos hoje está inseparavelmente relacionado com o que acontecerá amanhã.

Podemos influenciar o futuro através de como lidamos com o que está acontecendo. Jesus diz que há oportunidade suficiente hoje para vermos o Seu poder em operação contra o mal. Concentre-se nessa realidade e o amanhã será uma oportunidade de êxito. Uma vez que o nosso “amanhã” último, a vida eterna, esteja seguro, podemos viver sem reservas cada dia.
A maioria de nós se preocupa tanto com o futuro que não desfruta o presente. Preocupamo-nos com o que viverá e falhamos em experimentar o que é. Prosseguimos em preparação como se um novo plano, relacionamento ou oportunidade tornará tudo diferente. É bom fazer planos, mas não ao ponto de olvidar a voz de Deus nos momentos mais difíceis da vida.
As sementes da colheita do amanhã são plantadas hoje. A maneira de as cultivarmos é que determinará o que colheremos. Não se esqueça de viver… hoje. (Escrito por Lloyd Ogilvie)



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