Por que vocês estão procurando entre os mortos Aquele que vive? Ele não está aqui! Ressuscitou!( Lucas 24:5, 6, NVI).
Há anos tenho buscado a orientação do Senhor. Lembro-me de um dia ensolarado, quando eu tinha uns 7 anos de idade. Minha avó estava sentada na varanda da frente, lendo a Bíblia, e fiquei curiosa para saber o que ela fazia. Oportunamente, encontrei uma Bíblia e tentei seguir o exemplo dela, mas, sendo criança, não a entendia, e aquilo teve curta duração.
Os anos passaram. A escola era difícil para mim, mas melhorei enquanto prosseguia. Depois do ensino médio, minha vida pareceu ficar em ponto morto; todos avançavam, menos eu. Ao amadurecerem e se tornarem adultas, as pessoas sonham com o que desejam se tornar.
Eu não tinha ambições específicas na época. Eu me via como esposa e mãe, cuidando de crianças enquanto meu esposo nos sustentava.
E, quando tinha 16 anos, conheci o homem com quem me casaria. Isso aconteceu há 44 anos.
Durante esses anos, sempre busquei a guia do Senhor. Em meio a essa busca, sintonizei várias transmissões de rádio e televisão, e fiz seus cursos bíblicos. Por algum tempo, nada mudou em minha vida, mas finalmente, através desses estudos, o Senhor Se apoderou de mim.
A semana turbulenta começou quando o Espírito Santo caiu sobre mim poderosamente e comecei a contar ao meu esposo sobre a alegria que estava sentindo, pela graça de Deus. Falei tanto sobre a Palavra de Deus que ele achou que eu tivesse enlouquecido. Ele procurou todos a quem conhecia, tentando conseguir auxílio para mim, mas, para seu espanto, ninguém pôde ajudá-lo.
Foi a semana antes da Páscoa. Meu esposo não foi à igreja comigo e com nosso filho, mas nos deixava lá e nos buscava depois. Naquela semana, quando nos buscou na igreja, ele me contou que havia ido ao cemitério, com a intenção de entrar, mas o portão estava trancado. Enquanto me contava isso, ele olhou o boletim da igreja que eu trouxera para casa. Nele havia a figura de uma lápide, com a inscrição: “Por que buscais entre os mortos ao que vive? Ele não está aqui, mas ressuscitou.” Com essas palavras, o Espírito Santo pôde tocar o coração e a vida dele. Hoje, meu esposo e eu estamos na igreja, servindo ao Senhor. Deus me guiou através dos anos, e minha busca se encerrou. (leonora Franklin).
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
"Dê ouvidos!"
E Ele lhes disse: Vinde repousar um pouco, à parte, num lugar deserto.( Marcos 6:31).
Se você se sente sobrecarregada hoje, não está sozinha. Houve ocasiões em que até Jesus Se sentiu assim. Os Evangelhos nos contam que, por vezes, Ele convidava os discípulos a se afastarem das multidões por um breve período de tempo, a fim de descansar. Em meu programa agitado, percebo quanto preciso me retirar, ter quietude por algum tempo. É durante esses momentos que Deus me fala, ilumina meu coração e expõe meus pecados. Preciso realmente das Suas palavras de amor e misericórdia quando Ele me corrige. Preciso das Suas palavras de esperança e cura, ao enfrentar meus temores. Precisamos aprender a confiar na quieta sabedoria que vem de Deus. Devemos aprender a confiar no sussurro do Espírito Santo. Precisamos aprender a nos refugiar na presença de Deus. Quanto mais tempo passarmos em Sua presença, mais perceberemos nossa necessidade de permitir que Ele tenha pleno controle sobre todos os aspectos da nossa vida. Ao estudarmos a vida de Jesus através dos Evangelhos, aprendemos que Ele tinha um relacionamento profundo com o Pai. Eis o segredo da vida de Jesus: aquelas horas com Deus. Em comunhão com Ele, Jesus tinha tempo para Se concentrar em Sua missão e tempo para restauração. Nós também devemos viver na presença do Pai. Mas o que significa isso? Significa separar tempo para passar com Ele. Tudo o mais flui a partir desse relacionamento. Não daquilo que fazemos, mas daquilo que somos nEle. Durante algumas manhãs, vejo-me assoberbada por tantas responsabilidades que o “vinde à parte” com Deus é empurrado para mais tarde naquele dia. Mas Deus é tão bom para mim! Ele sempre tem um modo bondoso de me interromper e me chamar para descansar um pouco. Quando Jesus pronunciou pela primeira vez as palavras do texto de hoje, Ele falava aos discípulos pouco depois de terem recebido a notícia da morte de seu amigo, João Batista. Mas, no contexto da nossa vida, é como se Jesus fizesse um convite pessoal para você e para mim. Venham à parte. Permitam que Eu lhes dê repouso. Repouso. Não é maravilhoso ter um Deus que nos convida a descansar com Ele e nEle? Você está pronta para aceitar Seu convite? (Raquel Queiroz da Costa Arrais).
Se você se sente sobrecarregada hoje, não está sozinha. Houve ocasiões em que até Jesus Se sentiu assim. Os Evangelhos nos contam que, por vezes, Ele convidava os discípulos a se afastarem das multidões por um breve período de tempo, a fim de descansar. Em meu programa agitado, percebo quanto preciso me retirar, ter quietude por algum tempo. É durante esses momentos que Deus me fala, ilumina meu coração e expõe meus pecados. Preciso realmente das Suas palavras de amor e misericórdia quando Ele me corrige. Preciso das Suas palavras de esperança e cura, ao enfrentar meus temores. Precisamos aprender a confiar na quieta sabedoria que vem de Deus. Devemos aprender a confiar no sussurro do Espírito Santo. Precisamos aprender a nos refugiar na presença de Deus. Quanto mais tempo passarmos em Sua presença, mais perceberemos nossa necessidade de permitir que Ele tenha pleno controle sobre todos os aspectos da nossa vida. Ao estudarmos a vida de Jesus através dos Evangelhos, aprendemos que Ele tinha um relacionamento profundo com o Pai. Eis o segredo da vida de Jesus: aquelas horas com Deus. Em comunhão com Ele, Jesus tinha tempo para Se concentrar em Sua missão e tempo para restauração. Nós também devemos viver na presença do Pai. Mas o que significa isso? Significa separar tempo para passar com Ele. Tudo o mais flui a partir desse relacionamento. Não daquilo que fazemos, mas daquilo que somos nEle. Durante algumas manhãs, vejo-me assoberbada por tantas responsabilidades que o “vinde à parte” com Deus é empurrado para mais tarde naquele dia. Mas Deus é tão bom para mim! Ele sempre tem um modo bondoso de me interromper e me chamar para descansar um pouco. Quando Jesus pronunciou pela primeira vez as palavras do texto de hoje, Ele falava aos discípulos pouco depois de terem recebido a notícia da morte de seu amigo, João Batista. Mas, no contexto da nossa vida, é como se Jesus fizesse um convite pessoal para você e para mim. Venham à parte. Permitam que Eu lhes dê repouso. Repouso. Não é maravilhoso ter um Deus que nos convida a descansar com Ele e nEle? Você está pronta para aceitar Seu convite? (Raquel Queiroz da Costa Arrais).
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
"O Presente da vida!"
Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a Sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos. (1 João 3:16).
De todas as histórias maravilhosas que chegaram ao escritório da Adventist Review, para mim não há história melhor para ilustrar a graça do que o presente da vida que Geri Kennedy concedeu ao seu irmão, Craig. Eu já tinha ouvido partes dessa história, mas Geri ainda se sentia relutante em partilhar detalhes tão pessoais. Por fim, ela permitiu que Myrna Tetz, que na época ocupava o cargo de coordenadora editorial, preparasse a história para ser publicada. Craig se encontrava em uma condição desesperadora. Sofria de insuficiência renal aguda. Ele precisava receber com urgência a doação de um rim. Geri lutou com a ideia do que poderia fazer para ajudá-lo. Se os testes fossem positivos, seria ela saudável o bastante para doar um de seus rins? De que maneira seu esposo, filhas e pais reagiriam diante de sua decisão de fazer isso por alguém que consumia álcool e fumava? Será que Craig se sentiria para sempre em débito? Após muita oração e reflexão, Geri decidiu seguir com o plano. Craig implorou para que ela não fizesse a doação. Ela respondeu que acreditava que Deus estava à frente de tudo e que tudo estava nas mãos dEle. – O que posso fazer para recompensá-la? – Craig perguntou. Geri respondeu com um largo sorriso: – Não se preocupe; farei uma lista. Em seguida, acrescentou: – Meu rim não bebe e não fuma, e vai à igreja todo sábado. Por favor, não tente mudar o estilo de vida dele. Na sala de cirurgia, a equipe médica colocou a maca de Geri e a de Craig lado a lado. Eles olharam um para o outro e deram as mãos. Craig perguntou com um olhar sério: – Onde está? – Onde está o quê? Com lágrimas escorrendo pela face, ele respondeu: – A lista. Nesse momento, as lágrimas de Geri começaram a rolar também. – Craig, não há lista nenhuma. Este é um presente. Eu o amo. Deus o ama. Ele nos ajudará a passar por isso. Nem um milhão de palavras poderia expressar o olhar de Craig, Geri recordou mais tarde. Tudo o que ele pôde fazer foi apertar mais forte a mão da irmã, sorrir em meio às lágrimas e acenar com a cabeça. E tudo deu certo. (William Johnsson).
De todas as histórias maravilhosas que chegaram ao escritório da Adventist Review, para mim não há história melhor para ilustrar a graça do que o presente da vida que Geri Kennedy concedeu ao seu irmão, Craig. Eu já tinha ouvido partes dessa história, mas Geri ainda se sentia relutante em partilhar detalhes tão pessoais. Por fim, ela permitiu que Myrna Tetz, que na época ocupava o cargo de coordenadora editorial, preparasse a história para ser publicada. Craig se encontrava em uma condição desesperadora. Sofria de insuficiência renal aguda. Ele precisava receber com urgência a doação de um rim. Geri lutou com a ideia do que poderia fazer para ajudá-lo. Se os testes fossem positivos, seria ela saudável o bastante para doar um de seus rins? De que maneira seu esposo, filhas e pais reagiriam diante de sua decisão de fazer isso por alguém que consumia álcool e fumava? Será que Craig se sentiria para sempre em débito? Após muita oração e reflexão, Geri decidiu seguir com o plano. Craig implorou para que ela não fizesse a doação. Ela respondeu que acreditava que Deus estava à frente de tudo e que tudo estava nas mãos dEle. – O que posso fazer para recompensá-la? – Craig perguntou. Geri respondeu com um largo sorriso: – Não se preocupe; farei uma lista. Em seguida, acrescentou: – Meu rim não bebe e não fuma, e vai à igreja todo sábado. Por favor, não tente mudar o estilo de vida dele. Na sala de cirurgia, a equipe médica colocou a maca de Geri e a de Craig lado a lado. Eles olharam um para o outro e deram as mãos. Craig perguntou com um olhar sério: – Onde está? – Onde está o quê? Com lágrimas escorrendo pela face, ele respondeu: – A lista. Nesse momento, as lágrimas de Geri começaram a rolar também. – Craig, não há lista nenhuma. Este é um presente. Eu o amo. Deus o ama. Ele nos ajudará a passar por isso. Nem um milhão de palavras poderia expressar o olhar de Craig, Geri recordou mais tarde. Tudo o que ele pôde fazer foi apertar mais forte a mão da irmã, sorrir em meio às lágrimas e acenar com a cabeça. E tudo deu certo. (William Johnsson).
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
"Amarílis Vermelhas!"
Adorai o Senhor na beleza da Sua santidade. (1 Crônicas 16:29).
Na época do Natal, gosto de enfeitar a sala com amarílis vermelhas. São plantas altas, elegantes, com enormes flores de 18 centímetros. Depois de encerrada a floração, planto os bulbos ao ar livre, e por muitos anos sou recompensada com mais belezas de um vermelho vivo a cada primavera. No ano passado, no início de dezembro, comprei uma muda de amarílis com brotos de uns quinze centímetros de altura. Eu sabia que, por volta do Natal, ou mais tardar no ano-novo, teria várias flores grandes. Coloquei o vaso sob a luz solar indireta e, dito e feito! Fui recompensada com quatro flores enormes antes do Natal, e mais duas em janeiro. Eu estava muito ocupada na época do Natal para fazer algo mais do que ocasionalmente regar a planta e admirar as flores do outro lado da sala. Em janeiro, porém, tive um pouco mais de tempo para apreciar as flores. Um dia, parei para examiná-las de perto à luz do sol e descobri algo que não tinha notado antes: As pétalas pareciam salpicadas com finas partículas de purpurina vermelha, semelhantes a tecido com fios metálicos que fazem com que a roupa cintile. Fiquei tão admirada diante da minha descoberta que permaneci ali, incrédula, contemplando a planta por longo tempo. Cheguei a tirar fotos, tentando captar o fenômeno cintilante para mostrar a outros. Por muitos anos, cultivei amarílis vermelhas para o Natal, mas nunca tinha tomado tempo para examiná-las de perto, sob a luz direta do sol. Só então recebi o pleno impacto de sua beleza. Por mais notavelmente bela que seja a flor, a amarílis tem um tesouro oculto que só pode ser apreciado mediante uma observação de perto, sob luz direta. Ocorreu-me que Deus revela muito acerca de Si mesmo através da criação. Em alguns sentidos, Ele Se parece muito com a amarílis. Quanto mais chegamos a conhecê-Lo, mais complexidades do Seu divino caráter descobrimos. Somente tomando tempo para desenvolver um relacionamento íntimo com Ele é que começamos a apreciar a grandeza do Deus a quem servimos. Deus nos recompensa ao tomarmos tempo para nos maravilharmos diante da glória e do resplendor de Seu caráter cada dia, assim como quando contemplei as flores de amarílis à luz do sol. Deus não deixará de deleitar-nos quando volvermos nosso olhar para Ele. Então, adoraremos ao Senhor como somos instruídas em 1 Crônicas 16:29 – na beleza da Sua santidade. (Carla baker).
terça-feira, 27 de novembro de 2012
"Não se Assuste!"
Não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia. (Sal. 91:5).
Tudo estava escuro. Jean não enxergava um palmo à sua volta. Havia sombras por todo lado. Mais do que escuridão física, era emocional. Tinha o coração cheio de trevas: dúvidas, revolta, mágoa e medo. Acabava de sepultar o corpo da esposa morta num acidente de trânsito. Os amigos e parentes já haviam ido embora. Ele estava só, ou quase só. Seus três filhos pequenos dormiam ao lado. Eram eles a causa maior de sua preocupação. Como enfrentar a vida sem a esposa amada? Como ocupar no coração das crianças o vazio deixado por ela? Por que Deus tinha permitido aquilo? O futuro se apresentava escuro e a escuridão o amedrontava. De repente, a voz do filho de cinco anos o trouxe à realidade. “Pai”, disse o garoto, “está tudo escuro, não consigo enxergar você. Mas sei que você está aí, não está?” Duas lágrimas rolaram pela face de Jean. Quando a criança voltou a dormir, ele disse a Deus em seu coração: “Ó, Senhor, está tudo escuro na minha vida. Há tanta dor e tristeza. Não consigo Te enxergar. Mas Tu estás aí, não estás?” A noite é a lei da vida. Se há sol, há sombras. Elas chegam hoje ou amanhã. Elas sempre chegam. Ai de mim se eu não souber onde procurar a luz. O Salmo 91 fala de um esconderijo. Deus é o refúgio. Ele está pronto para cobrir Seus filhos com Suas asas, como a galinha protege os seus pintinhos. É por isso que Davi proclama aos quatro ventos: “Não te assustarás do terror noturno.” Abra as janelas da sua alma. Deixe o sol entrar. Não tema. Não se esconda. Desabroche como o casulo. Cada vez que a tormenta chegar à sua vida, lembre-se de que por cima das nuvens o sol continua brilhando. Hoje é um novo dia. Se as coisas não deram certo até aqui, continue lutando em nome de Jesus. Na hora em que desistiram, muitos derrotados não sabiam quão perto estavam da vitória. Não desista. Nada pode derrotar a quem se refugia em Deus. Com esses pensamentos em mente, encare os desafios da vida. Se a sua confiança está depositada em Deus, “não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia”. (Alejandro Bullón).
Tudo estava escuro. Jean não enxergava um palmo à sua volta. Havia sombras por todo lado. Mais do que escuridão física, era emocional. Tinha o coração cheio de trevas: dúvidas, revolta, mágoa e medo. Acabava de sepultar o corpo da esposa morta num acidente de trânsito. Os amigos e parentes já haviam ido embora. Ele estava só, ou quase só. Seus três filhos pequenos dormiam ao lado. Eram eles a causa maior de sua preocupação. Como enfrentar a vida sem a esposa amada? Como ocupar no coração das crianças o vazio deixado por ela? Por que Deus tinha permitido aquilo? O futuro se apresentava escuro e a escuridão o amedrontava. De repente, a voz do filho de cinco anos o trouxe à realidade. “Pai”, disse o garoto, “está tudo escuro, não consigo enxergar você. Mas sei que você está aí, não está?” Duas lágrimas rolaram pela face de Jean. Quando a criança voltou a dormir, ele disse a Deus em seu coração: “Ó, Senhor, está tudo escuro na minha vida. Há tanta dor e tristeza. Não consigo Te enxergar. Mas Tu estás aí, não estás?” A noite é a lei da vida. Se há sol, há sombras. Elas chegam hoje ou amanhã. Elas sempre chegam. Ai de mim se eu não souber onde procurar a luz. O Salmo 91 fala de um esconderijo. Deus é o refúgio. Ele está pronto para cobrir Seus filhos com Suas asas, como a galinha protege os seus pintinhos. É por isso que Davi proclama aos quatro ventos: “Não te assustarás do terror noturno.” Abra as janelas da sua alma. Deixe o sol entrar. Não tema. Não se esconda. Desabroche como o casulo. Cada vez que a tormenta chegar à sua vida, lembre-se de que por cima das nuvens o sol continua brilhando. Hoje é um novo dia. Se as coisas não deram certo até aqui, continue lutando em nome de Jesus. Na hora em que desistiram, muitos derrotados não sabiam quão perto estavam da vitória. Não desista. Nada pode derrotar a quem se refugia em Deus. Com esses pensamentos em mente, encare os desafios da vida. Se a sua confiança está depositada em Deus, “não te assustarás do terror noturno, nem da seta que voa de dia”. (Alejandro Bullón).
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
"Ore Mais!"
O Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos. (Prov. 15:29).
Juana voltava para casa depois da reunião em que me ouvira falar da existência do poder e do amor maravilhoso de Deus. Naquela noite, milhares de pessoas foram tocadas pelo Espírito Santo e muitas delas foram à frente, aceitando a Jesus como seu Salvador. Juana não. Ela era atéia, não cria em Deus. Participou daquela reunião só porque não teve coragem de rejeitar o convite de uma amiga, a quem devia favores. O que ninguém sabia é que naquela noite Juana tinha orado a Deus no seu coração. Ela O havia desafiado. Disse que se Deus era poderoso, poderia fazer com que seu esposo, a quem não via fazia mais de vinte anos, entrasse em contato com ela, e então acreditaria em Deus. Quando abriu a porta de casa, o telefone tocou. Era o esposo. Juana contou esse testemunho em lágrimas. “Eu sei que para Deus não existem impossíveis”, disse. O Senhor sempre atende à oração do justo, afirma o provérbio de hoje. Sempre, não de vez em quando. Sempre. Não do jeito que você deseja, mas sempre Ele está pronto a responder quando você abre o coração carente. Juana era atéia. Deus responde à oração de alguém que não acredita nEle? Essas são coisas maravilhas da fé. Para Deus, não conta a maneira como você viveu. Para Ele, só conta o momento em que, arrependido, você reconhece sua situação e volta os olhos ao Senhor. O Senhor está longe dos perversos, diz a primeira parte do texto: Está “longe”, râhoq em hebraico, não é um assunto de distância da presença divina. Os “perversos” são descritos na Bíblia como aqueles que menosprezam os ensinamentos divinos, se enganam ou vivem como se Deus não existisse. Com essa atitude, afastam-se do Senhor. E quando num momento de dificuldade pedem ajuda, porque até os mais contumazes descrentes clamam a Deus na hora da morte, a oração dessas pessoas não chega ao trono de graça. Não é o arrependimento que os leva a invocar o nome de Deus. É o medo das conseqüências do mal. Busque a Jesus em oração. Converse com Ele, conte-Lhe as suas lutas e tristezas. Acredite que sua oração será respondida porque “o Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos”. (Alejandro Bullón).
Juana voltava para casa depois da reunião em que me ouvira falar da existência do poder e do amor maravilhoso de Deus. Naquela noite, milhares de pessoas foram tocadas pelo Espírito Santo e muitas delas foram à frente, aceitando a Jesus como seu Salvador. Juana não. Ela era atéia, não cria em Deus. Participou daquela reunião só porque não teve coragem de rejeitar o convite de uma amiga, a quem devia favores. O que ninguém sabia é que naquela noite Juana tinha orado a Deus no seu coração. Ela O havia desafiado. Disse que se Deus era poderoso, poderia fazer com que seu esposo, a quem não via fazia mais de vinte anos, entrasse em contato com ela, e então acreditaria em Deus. Quando abriu a porta de casa, o telefone tocou. Era o esposo. Juana contou esse testemunho em lágrimas. “Eu sei que para Deus não existem impossíveis”, disse. O Senhor sempre atende à oração do justo, afirma o provérbio de hoje. Sempre, não de vez em quando. Sempre. Não do jeito que você deseja, mas sempre Ele está pronto a responder quando você abre o coração carente. Juana era atéia. Deus responde à oração de alguém que não acredita nEle? Essas são coisas maravilhas da fé. Para Deus, não conta a maneira como você viveu. Para Ele, só conta o momento em que, arrependido, você reconhece sua situação e volta os olhos ao Senhor. O Senhor está longe dos perversos, diz a primeira parte do texto: Está “longe”, râhoq em hebraico, não é um assunto de distância da presença divina. Os “perversos” são descritos na Bíblia como aqueles que menosprezam os ensinamentos divinos, se enganam ou vivem como se Deus não existisse. Com essa atitude, afastam-se do Senhor. E quando num momento de dificuldade pedem ajuda, porque até os mais contumazes descrentes clamam a Deus na hora da morte, a oração dessas pessoas não chega ao trono de graça. Não é o arrependimento que os leva a invocar o nome de Deus. É o medo das conseqüências do mal. Busque a Jesus em oração. Converse com Ele, conte-Lhe as suas lutas e tristezas. Acredite que sua oração será respondida porque “o Senhor está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos”. (Alejandro Bullón).
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
"Atitude de Gratidão!"
Deem graças ao Senhor, porque Ele é bom. O Seu amor dura para sempre!( Salmo 136:1, NVI).
Ação de graças é uma atitude de gratidão. Em 1 Tessalonicenses 5:18, lemos: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Ao contrário da cultura ocidental de ação de graças, na qual as mesas ficam repletas de peru, purê de batata, recheios e tortas de abóbora, meus avós enfeixavam um décimo de sua colheita e o entregavam à igreja. Isso demonstrava seu espírito de gratidão. Testemunhar sua fidelidade a cada ano, enquanto crescia, alicerçou minha compreensão daquilo que significa ser grato ao Criador do Universo, ao Provedor da vida para cada planta que cresce e cada ser vivo que respira. Certa vez, fiz uma palestra matinal de Ação de Graças, centralizada na essência da gratidão, comparada com o nascimento de uma borboleta. Ela não começa a vida como uma criatura linda, voadora e feliz. Começa como uma lagarta que rasteja. No momento certo, ela tece um casulo ao seu redor e então, ainda dentro do casulo, é transformada numa bela, colorida e alada borboleta, aparentemente dizendo: “Muito obrigada, muito obrigada!” Nosso crescimento, como seres humanos, segue o mesmo padrão. Bebês, criados à imagem de Deus, são dependentes de nutrição e amor. Enquanto crescem, Deus Se ocupa formando e moldando-os conforme Seu caráter através das experiências – incluindo as provações – da vida. Visitando a fábrica de vidro Murano em Veneza, Itália, vi um quadro autêntico de como Deus me molda. Observar como o vidro é colocado sob o fogo e moldado da forma como os artesãos desejam, me fez lembrar que cada lágrima que desliza indica o modo pelo qual Deus me molda à semelhança do Seu caráter. Aqueles belos candelabros e lâmpadas eram autênticas criações testadas pelo fogo. Ter sido apurada no fogo me faz sair como ouro puro. Na verdade, 1 Pedro 1:7 nos diz que nossa fé genuína é ainda mais preciosa que ouro. Saber que Deus está ocupado em me transformar e moldar, habilitando-me para o Céu, me dá esse espírito de gratidão como um fôlego de vida. Jó, em meio ao seu turbilhão, disse: “Bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21). Em resposta a seus amigos, disse: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15, NVI). Ser agradecido significa andar pela estrada da gratidão, pois o espírito de ação de graças nasce na adversidade e nas dificuldades da vida.( Edna B. Bacate-Domingo).
Ação de graças é uma atitude de gratidão. Em 1 Tessalonicenses 5:18, lemos: “Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” Ao contrário da cultura ocidental de ação de graças, na qual as mesas ficam repletas de peru, purê de batata, recheios e tortas de abóbora, meus avós enfeixavam um décimo de sua colheita e o entregavam à igreja. Isso demonstrava seu espírito de gratidão. Testemunhar sua fidelidade a cada ano, enquanto crescia, alicerçou minha compreensão daquilo que significa ser grato ao Criador do Universo, ao Provedor da vida para cada planta que cresce e cada ser vivo que respira. Certa vez, fiz uma palestra matinal de Ação de Graças, centralizada na essência da gratidão, comparada com o nascimento de uma borboleta. Ela não começa a vida como uma criatura linda, voadora e feliz. Começa como uma lagarta que rasteja. No momento certo, ela tece um casulo ao seu redor e então, ainda dentro do casulo, é transformada numa bela, colorida e alada borboleta, aparentemente dizendo: “Muito obrigada, muito obrigada!” Nosso crescimento, como seres humanos, segue o mesmo padrão. Bebês, criados à imagem de Deus, são dependentes de nutrição e amor. Enquanto crescem, Deus Se ocupa formando e moldando-os conforme Seu caráter através das experiências – incluindo as provações – da vida. Visitando a fábrica de vidro Murano em Veneza, Itália, vi um quadro autêntico de como Deus me molda. Observar como o vidro é colocado sob o fogo e moldado da forma como os artesãos desejam, me fez lembrar que cada lágrima que desliza indica o modo pelo qual Deus me molda à semelhança do Seu caráter. Aqueles belos candelabros e lâmpadas eram autênticas criações testadas pelo fogo. Ter sido apurada no fogo me faz sair como ouro puro. Na verdade, 1 Pedro 1:7 nos diz que nossa fé genuína é ainda mais preciosa que ouro. Saber que Deus está ocupado em me transformar e moldar, habilitando-me para o Céu, me dá esse espírito de gratidão como um fôlego de vida. Jó, em meio ao seu turbilhão, disse: “Bendito seja o nome do Senhor!” (Jó 1:21). Em resposta a seus amigos, disse: “Embora Ele me mate, ainda assim esperarei nEle” (Jó 13:15, NVI). Ser agradecido significa andar pela estrada da gratidão, pois o espírito de ação de graças nasce na adversidade e nas dificuldades da vida.( Edna B. Bacate-Domingo).
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
"Preste atenção nos sinais!"
Olhando o céu, vocês sabem como vai ser o tempo. E como é que não sabem explicar o que querem dizer os sinais desta época? Mateus 16:3, NTLH

Não estava me sentindo bem naquele dia – havia contraído uma gripe durante a viagem – mas, assim mesmo, estava voltando de Trinidad para minha casa em St. Lucia. Quando o avião fez um pouso em Barbados, a caminho de St. Lucia, saí do avião na frente da minha companheira de viagem, Carmen, uma colega de trabalho e amiga. Normalmente esperamos uma pela outra, mas eu estava com um pouco de pressa, ansiosa por descansar meu corpo dolorido. Na pressa, simplesmente segui uma multidão de pessoas à minha frente.
Em pouco tempo, eu me vi parada numa fila da alfândega. Olhei em volta, à procura de Carmen. Ela não se encontrava em lugar nenhum. Estaria eu no lugar errado?
Aproximei-me de uma funcionária da alfândega, entreguei-lhe meus documentos e perguntei se estava no lugar certo. Ela confirmou meus piores temores. Apontou para trás, para as portas por onde eu havia entrado. Uma grande placa dizia “Chegadas”, mas eu estava em trânsito. Como deixei de ver a placa?
Entrei por outro conjunto de portas, orando enquanto andava. Dessa vez, tive certeza de que veria Carmen, mas ela não se encontrava em lugar nenhum. Comecei a ficar realmente preocupada. Como fui me perder tanto, em tão pouco tempo? Olhei pelas janelas de vidro e reconheci a área onde devia estar, mas, de alguma forma, não sabia como chegar lá. O aeroporto estava em reforma, e as saídas e entradas regulares estavam bloqueadas. Olhei meu bilhete e percebi que era hora de embarcar. Orei: Deus, por favor, não me permitas perder o voo para casa!
Nesse momento, uma comissária de bordo entrou por uma porta e lhe perguntei como chegar ao portão certo. Ela apontou para a saída. Passei rapidamente por ela e desci o corredor até o portão. Na metade do caminho, vi Carmen aproximar-se da grande porta automática de vidro. Que alívio!
Se eu tão somente houvesse prestado atenção a alguns sinais importantes, em vez de seguir a multidão, não me haveria perdido. Aquilo que teria sido uma caminhada fácil e breve até o avião seguinte se transformou em apuros desnecessários e pânico. Quase perdi o voo para casa. Ao se aproximar a volta de Jesus, não sigamos a multidão, mas prestemos atenção especial aos sinais ao nosso redor, para não perder o único voo para o lar eterno.
Cavelle S. Regis
"Justiça Salvadora!"
Porque no evangelho é revelada a justiça de Deus, uma justiça que do princípio ao fim é pela fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé.”( Romanos 1:17).
Muito tempo atrás, um jovem sincero tentou tudo o que a igreja de sua época tinha a oferecer, e nada deu certo. Uma nova religião nasceu. Martinho Lutero, intelectualmente dotado, mas atribulado em espírito, renunciou ao mundo e a seus prazeres para seguir a vida solitária do claustro. Monge da ordem franciscana, ele castigou seu corpo na tentativa de encontrar paz com Deus. Orações, jejuns, penitências, vigílias – ele era incansável em sua busca. “Fui um bom monge, e segui as regras de minha ordem de maneira tão rígida que posso dizer que, se um monge alcançasse o Céu por seu comportamento, eu seria essa pessoa”, Lutero escreveu mais tarde. “Se tivesse continuado um pouco mais, teria me matado com as vigílias, orações, leituras e outras obras.” Lutero, então, teve a oportunidade de visitar Roma. Cheio de alegria, contemplou todos os lugares sagrados e as relíquias encontradas ali que, segundo acreditava, poderiam saciar a alma sedenta. Mas todas elas falharam em trazer-lhe o conforto que tanto almejava. A igreja prescreveu a confissão, e foi exatamente isso que ele fez por horas a fio, até esgotar a paciência de seu confessor. Mas, no silêncio da noite, ele se lembrou de algo que não tinha confessado. Ou pior: e se houvesse outros pecados dos quais não conseguisse se lembrar? A igreja também prescreveu algo místico: lançar-se no oceano do amor de Deus. Mas, ao contemplar Cristo vindo para julgar o mundo, Lutero não conseguiu amá-Lo. “Amar Deus? Eu O odiava!” Foi sua resposta desesperadora. Em seguida, ele foi escolhido para ensinar Bíblia na Universidade de Wittenberg. Começando com Salmos, ele se deparou com o clamor de desamparo que Jesus proferiu da cruz: “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Sl 22:1). Esse também era o clamor do coração de Lutero! Ele concluiu Salmos, começou Romanos e, em seguida, Gálatas. Lutando para compreender o que Paulo quis dizer com “justificação”, ele finalmente descobriu que “a justiça de Deus é a justificação pela qual, por meio da graça e da absoluta misericórdia, Deus nos justifica pela fé”. Lutero foi libertado, e nasceu a Reforma. (William Jonhsson).
Muito tempo atrás, um jovem sincero tentou tudo o que a igreja de sua época tinha a oferecer, e nada deu certo. Uma nova religião nasceu. Martinho Lutero, intelectualmente dotado, mas atribulado em espírito, renunciou ao mundo e a seus prazeres para seguir a vida solitária do claustro. Monge da ordem franciscana, ele castigou seu corpo na tentativa de encontrar paz com Deus. Orações, jejuns, penitências, vigílias – ele era incansável em sua busca. “Fui um bom monge, e segui as regras de minha ordem de maneira tão rígida que posso dizer que, se um monge alcançasse o Céu por seu comportamento, eu seria essa pessoa”, Lutero escreveu mais tarde. “Se tivesse continuado um pouco mais, teria me matado com as vigílias, orações, leituras e outras obras.” Lutero, então, teve a oportunidade de visitar Roma. Cheio de alegria, contemplou todos os lugares sagrados e as relíquias encontradas ali que, segundo acreditava, poderiam saciar a alma sedenta. Mas todas elas falharam em trazer-lhe o conforto que tanto almejava. A igreja prescreveu a confissão, e foi exatamente isso que ele fez por horas a fio, até esgotar a paciência de seu confessor. Mas, no silêncio da noite, ele se lembrou de algo que não tinha confessado. Ou pior: e se houvesse outros pecados dos quais não conseguisse se lembrar? A igreja também prescreveu algo místico: lançar-se no oceano do amor de Deus. Mas, ao contemplar Cristo vindo para julgar o mundo, Lutero não conseguiu amá-Lo. “Amar Deus? Eu O odiava!” Foi sua resposta desesperadora. Em seguida, ele foi escolhido para ensinar Bíblia na Universidade de Wittenberg. Começando com Salmos, ele se deparou com o clamor de desamparo que Jesus proferiu da cruz: “Meu Deus! Meu Deus! Por que Me abandonaste?” (Sl 22:1). Esse também era o clamor do coração de Lutero! Ele concluiu Salmos, começou Romanos e, em seguida, Gálatas. Lutando para compreender o que Paulo quis dizer com “justificação”, ele finalmente descobriu que “a justiça de Deus é a justificação pela qual, por meio da graça e da absoluta misericórdia, Deus nos justifica pela fé”. Lutero foi libertado, e nasceu a Reforma. (William Jonhsson).
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