quarta-feira, 12 de setembro de 2012

"Deus responde as orações!"

 Ele clamará a mim, e Eu lhe darei resposta, e na adversidade estarei com ele; vou livrá-lo e cobri-lo de honra. Vida longa Eu lhe darei, e lhe mostrarei a Minha salvação. (Salmo 91:15, 16.
     ( "Um das experiências mais lindas que já li!").


 Cresci num lar cristão. Mas, na época em que eu tinha 18 anos, decidi que aquela vida não era para mim. Todavia, após passar 26 anos no mundo, entendi, por fim, que ele não me dava aquilo que eu estava procurando. A felicidade com a qual sonhava parecia fugir de mim. Numa sexta-feira à noite, levei meus dois filhos para a casa de minha mãe, porque tinha decidido que o suicídio seria a única via de escape. Antes de sair de lá, beijei meus meninos e me despedi dos meus irmãos, certa de que era a última vez que eu seria vista com vida. Cheguei à minha casa e fechei todas as portas e janelas. Não queria ser perturbada. Localizei logo o frasco de analgésicos e despejei todos na mão. Nesse exato momento, porém, me lembrei de que mamãe me havia ensinado a orar. Imediatamente, um clamor triste brotou do meu coração: “Ah, Deus, por favor, manda alguém com quem eu possa falar!” Eram dez horas da noite e eu não via como alguém poderia aparecer àquela hora. Mas os caminhos de Deus não são os nossos caminhos, e Ele usa qualquer meio necessário para resgatar os que Lhe pertencem. Em menos de 10 segundos, o telefone tocou. Desesperada como estava para ouvir o som de uma voz, peguei o telefone e, com voz extremamente aflita, atendi: “Alô?” A voz do outro lado da linha chamava alguém pelo nome; respondi que ele havia discado o número errado. Sua pergunta seguinte me deixou atônita. “Quando foi a última vez que você esteve na igreja?” perguntou ele. E continuou: “Pela sua voz, parece que você está deprimida.” Acontece que aquela pessoa era um cristão nascido de novo, lavado pelo sangue de Jesus e cheio do Espírito Santo! Seu número errado se transformou num estudo bíblico de uma hora e meia. Meu misterioso interlocutor me convidou para uma reunião de oração. Pela manhã, levantei-me bem cedo e me preparei para ir à igreja. Naquele mesmo ano, reconsagrei minha vida a Cristo e fui batizada. Quinze anos mais tarde, continuo vibrando de alegria diante do modo pelo qual o Senhor usou uma pessoa completamente estranha e um telefonema para salvar minha vida. ( Prisca Brouet ).

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

"As Excelências da Graça!"

O Deus de toda a graça, que os chamou para a Sua glória eterna em Cristo Jesus, depois de terem sofrido durante pouco de tempo, os restaurará, os confirmará, lhes dará forças e os porá sobre firmes alicerces. (1 Pedro 5:10).

Recentemente peguei da prateleira de minha biblioteca pessoal um livro que me influenciou profundamente em minha juventude. Não pude encontrar uma única página sem ter algo sublinhado, e algumas páginas estavam quase totalmente grifadas. Aqui e ali encontrei asteriscos e de vez em quando algumas notas pessoais que escrevi, como: “Que trecho maravilhoso!” Na página de rosto, escrevi naquela época uma citação: “As preciosas graças do Espírito Santo não se desenvolvem num momento. [...] Por uma vida de santo esforço e firme adesão ao direito, devem os filhos de Deus confirmar seu destino.” Olho para a página de rosto e analiso a caligrafia com que a citação foi copiada. Sim, no ensino fundamental, recebi o prêmio de melhor caligrafia. É quase impossível acreditar que agora, após escrever milhares de palavras, rabisco as palavras com letra quase ilegível. Mas por que foram escolhidas aquelas palavras? Certamente elas eram um resumo de minhas aspirações, o mais profundo desejo de minha juventude ao vivenciar o milagre da salvação. Até que ponto essas palavras moldaram minha vida – até que ponto, quem sabe, cheguei perto do sagrado ideal, e até que ponto falhei vez após outra em atingir o objetivo – deixo com o Senhor, que é cheio de graça e misericordioso. Ah, o livro? Eis aqui algo que me intriga. Esse mesmo livro que abençoou e moldou a vida deste jovem sofre duros ataques ao longo dos últimos vinte anos ou mais. Ele tem sido criticado como um livro inadequado, um livro ruim, um livro desencorajador. Algumas pessoas o consideram de nenhuma serventia para a caminhada cristã. Exatamente o oposto, na verdade. Fui abençoado por meio dele. Será que isso faz de mim alguém melhor do que aqueles que não o leram? Claro que não. Esse livro falou comigo num momento crítico de minha vida. Ele elevou minha visão e me fez almejar alvos mais sublimes e buscar o melhor. Ele me trouxe uma mensagem feita sob medida. Para alguns ele foi recebido como uma ordem, até mesmo algo legalista. Posso ver hoje como isso foi possível. Desejo a todos os cristãos a bênção que encontrei, não importa o meio pelo qual ela vier: as excelências da graça. Ah, o livro? Mensagens aos Jovens, de Ellen G. White. E a citação na página de rosto? Testemunhos Para a Igreja, volume 8, página 314. (William Johnsson).

"Dia de Mudança!"

A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como pura e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo. (Tiago 1:27, NVI).

Por algum tempo, minha sogra falou em mudar-se, mas adiava o assunto porque, quando parava para pensar nele, o processo todo era desgastante. Mas chegou a hora de fazer a mudança. O prédio no qual morava estava ficando velho e a região da cidade se tornara um tanto insegura. Meu esposo e eu fizemos uma viagem para visitá-la e olhamos vários apartamentos próximos a um centro de compras. Ela se decidiu por um que era mais novo e alegre. Chegou o momento de encaixotar, e as senhoras da igreja dela a ajudaram a colocar as coisas dentro das caixas. Na manhã da mudança, cinco homens da igreja chegaram com caminhonetes e vans. Em menos de duas horas, tudo foi posto dentro dos veículos e transportado para o novo local. Todos saíram, já que tinham outras tarefas para aquele dia – ou melhor, todos exceto o pastor e sua esposa. O pastor ajudou meu marido a montar a cama e a colocar os móveis maiores no lugar. Para o almoço, fomos convidados para uma saborosa refeição preparada por outra irmã da igreja. Devido à sua idade, ela não podia ajudar a carregar as caixas, mas definitivamente sabia como preparar uma refeição deliciosa. A esposa do pastor passou a tarde limpando armários de cozinha e colocando cuidadosamente forros nas prateleiras. No fim do dia, ela foi para casa e retornou com um delicioso assado vegetariano e salada para nosso jantar. Que bênção foi ela! À noite, outra amiga passou por ali e se ofereceu para pendurar os quadros para a vovó. Ao ir para a cama naquela noite, entendi mais claramente o texto de Tiago, no qual somos admoestados a cuidar das viúvas. Não foi como se aquelas pessoas não tivessem outras coisas particulares para fazer naquele dia. A primeira senhora recebera a visita de sua irmã e cunhado que moravam em outra cidade, mas eles sentiram que era sua responsabilidade ajudar. Testemunhei em primeira mão o que uma igrejinha pôde fazer por minha sogra, uma das mães e viúvas em Israel. Na verdade, muitos textos bíblicos nos admoestam a cuidar das viúvas e dos órfãos – aqueles incapazes de fazê-lo por si mesmos. E há muitos exemplos bíblicos de como Deus cuidou de viúvas como Rute e Noemi, a viúva de Sarepta e a viúva de Naim. Não devíamos fazer a mesma coisa? Vera Wiebe

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

"Recebeu"?

 Nunca paramos de orar em favor de vocês. Pedimos a Deus que encha vocês com o conhecimento da Sua vontade e com toda a sabedoria e compreensão que o Espírito de Deus dá. (Colossenses 1:9, NTLH).

 O e-mail, quando funciona, é maravilhoso. Você compõe uma mensagem na tela do computador, dá um comando simples, e sua mensagem “vai para o espaço”. O destinatário pode lê-la dentro de segundos, quer se encontre na mesma cidade, quer esteja em outro continente. A comunicação eletrônica é quase tão misteriosa quanto a oração. Mas, às vezes, o e-mail não funciona. Quando conheci a internet, senti como se estivesse lançando ao mar uma mensagem dentro de uma garrafa, ao dar meu endereço de e-mail a uma tia querida. Eu sabia que ela usava o computador, mas quão “antenada” estaria ela? Para minha alegria, ela respondeu via e-mail. Eufórica por poder comunicar-me rapidamente e sem custo, prontamente lhe enviei um e-mail. Não houve resposta. Geralmente, quando uma mensagem não chega, o remetente é avisado. Entendi que ela o havia recebido, mas por que não respondia? Vários dias mais tarde, chegou um envelope à moda antiga. “Você recebeu meu e-mail?” perguntava minha tia. “Sim, sim, sim”, respondi de volta imediatamente por e-mail, mas outra vez não houve resposta. As mensagens por e-mail que ela me enviava continuavam chegando, mas as minhas para ela, não. Estávamos numa via de mão única na estrada da comunicação. Finalmente, porém, chegou a resposta. As mensagens estavam em outra “caixa de entrada”. Acho que o e-mail é semelhante àquela comunicação com Deus que ainda não compreendemos totalmente, chamada oração. Quantas vezes achamos que Deus não está respondendo às nossas orações, mas, na verdade, estamos procurando Suas respostas em lugares errados? Quando oro pela salvação de uma amiga, por exemplo, posso achar que Deus não me ouve porque ela não aceita meu convite para assistir à pregação de um evangelista. Mas Deus pode dirigir-Se a ela através de outro meio, mais eficaz. Muitas vezes, tenho dito a Deus exatamente como responder a uma oração, mas não noto que Ele providencia uma solução diferente daquela que eu imaginava! Teria Deus uma mensagem esperando por você numa “caixa de entrada” que você passou por alto?( Dolores Klinsky Walker ).

"Arte Divina!"

O céu anuncia a glória de Deus e nos mostra aquilo que as Suas mãos fizeram. (Salmo 19:1, NTLH).

 Nosso Deus é o Autor da arte. Quando criou aquilo que é necessário para manter a vida sobre a Terra, Ele cobriu tudo com uma camada de beleza. O grande Artista mostrou Seu poder criador e talento artístico em exuberante variedade, para satisfazer todos os gostos e preferências de Seus filhos. Ele também é o Autor da luz. Sem luz, nada poderia ser visto. Nas sombras, podemos perceber formas e silhuetas, mas não cores. Todavia, quando a luz brilha, revela-se toda a beleza das cores, formas, perspectivas, dimensões e tamanhos. De igual modo, precisamos da luz de Jesus brilhando sobre nós para que sejamos capazes de ver e apreciar toda a beleza da Sua criação. O arco-íris é um emblema da garantia que temos de que Deus cumpre Suas promessas. As brancas nuvens são símbolo da presença dos santos anjos da guarda, que nos protegem. As alegres flores nos revelam o sorriso de Deus, animando-nos porque Ele nos aceita. O voo suave dos passarinhos nos lembra a liberdade que encontramos em Jesus, e seus belos gorjeios trazem à mente nosso feliz louvor a Deus. As cores delicadas das penas das aves são uma festa para nossos olhos, e os frutos saborosos nos convidam a comer para a glória de Deus. As árvores brotam do solo e crescem, abrindo os ramos na direção do céu; suas folhas são como mãos erguidas, adorando o Criador. O vento e a brisa gentil declaram a renovação do nosso coração pela doce presença do Espírito Santo. A quietude de um lago se assemelha à paz mental que temos em Jesus. Os animais mansos retratam aqueles que dependem de nós para sobreviver. Os animais selvagens representam nosso inimigo espiritual, o leão ameaçador que deseja nos devorar. As imponentes montanhas simbolizam a Rocha eterna sobre a qual encontramos abrigo e nos sentimos seguros. Os vastos mares e oceanos são uma expressão da enorme multidão de santos salvos por Jesus. O brilho do Sol é um exemplo do resplendor incomparável que acompanhará a espetacular segunda vinda de nosso Salvador Jesus. Louvo a Deus porque Ele criou possibilidades infinitas para que apreciemos a natureza e a desfrutemos. Existe alguma coisa na criação de Deus que hoje lhe chamará a atenção, a fim de que você a admire e dê graças ao grande Artista. Procure-a! (Vasti S. Viana).

terça-feira, 4 de setembro de 2012

"Transformando Gostos!"

Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. (1 Coríntios 10:31, NVI).

Nasci em Lamas, uma cidade relativamente pequena da região de selva no nordeste do Peru. Lamas tem um clima muito agradável e é chamada de cidade de três andares, porque, geograficamente, está situada sobre três níveis. A cidade é habitada pelos nativos, que falam quechua, e por mestiços.
Em geral, os moradores são bondosos, alegres e simples. Têm uma entonação característica no sotaque, ao falarem espanhol, e isso às vezes pode parecer engraçado e fazer com que as pessoas que os ouvem pela primeira vez dêem risada. Eles têm muitos costumes, crenças, tradições e gostos que os fazem diferentes.
Até os 13 anos, morei no interior, rodeada por todo tipo de animais e vegetação luxuriante. E, lógico, seguia os costumes do povo. No tocante ao alimento, minha família e eu comíamos carne de todo tipo de animal imaginável. Quando pela primeira vez li a Palavra de Deus, em Levítico 11, entendi a mensagem concernente à minha saúde e a aceitei. Mas a mudança não foi tão fácil. Com o tempo, Deus gradualmente mudou meus gostos. Foi difícil para mim, no meu trabalho como doméstica, pois minhas tarefas incluíam o preparo das refeições para a família, que seguia a tradição local.
No ano seguinte ao da conclusão dos meus estudos secundários, o Senhor me deu o privilégio de fazer o curso superior em Lima, como aluna interna da Universidade União. Aquele era outro mundo para mim – tudo era novo e havia muito para aprender. Meus hábitos alimentares deram um giro de 180º, porque o colégio segue o regime vegetariano. Muitos alimentos que o refeitório do colégio servia, eu nunca tinha visto antes e, a princípio, não gostei nada. E um desses alimentos diferentes era salada de rabanete. Eu a detestava!
Então, comecei a pedir que Deus transformasse meus gostos e me ajudasse a cultivar o gosto pelos alimentos saudáveis. E Deus operou esse milagre! Hoje, prefiro o regime vegetariano.
O Senhor deseja que tenhamos saúde. Se necessário, Ele pode mudar nossos gostos, como fez com os meus. Aprendi que o regime vegetariano é a forma saudável de comer. Seja o que for que Deus a leve a fazer para melhorar a saúde, Ele a guiará e ajudará.
Margoli Saavedra Panduro

"Promessa Alentadora!"

 Pois o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente.( Sal. 9:18).

 Há quanto tempo você está suplicando por uma determinada bênção e o Senhor parece não Se importar com seu pedido? O salmista apresenta hoje uma promessa alentadora. Você não será para sempre “esquecido”, e não será perpetuamente frustrado. Não é uma grande notícia? Mas existe uma condição para que a promessa divina se cumpra. Você precisa ser um aflito necessitado. Aqui não se fala de dois tipos de pessoas. Você sabe que esta é uma poesia hebraica e a beleza da poesia hebraica não está na rima, e sim no paralelismo. O paralelismo é a repetição do mesmo pensamento em duas frases aparentemente diferentes. Assim, o necessitado da primeira frase é o aflito da segunda. Você pode estar aflito hoje, se estiver enfrentando algum problema. Mas não se sentir necessitado. A palavra hebraica para necessitado é ebyôn, e é usada pelo menos em três aspectos diferentes. Para referir-se a um estado de pobreza material, a uma pessoa que não tem posição social ou a uma atitude de humildade diante de Deus. Inclusive, o verbo hebraico necessitar, Abah, significa aceitar, consentir. Ninguém aceita a intervenção de outro se não for necessitado. Quando o ser humano acha que Deus está demorando a responder, é geralmente porque não chegou ao estado de necessidade espiritual que o leva a aceitar a intervenção divina em sua vida. Naquela noite, no mar da Galiléia, os discípulos lutaram com as ondas e o vento contrário enquanto tiveram forças. Eram pescadores acostumados às tempestades e tormentas. Para que pedir ajuda? Eles podiam resolver sozinhos o problema. Mas, na quarta vigília, lá pelas quatro ou cinco da manhã, quando não tinham mais forças, quando o orgulho e a suficiência humana haviam desaparecido e sentiam-se “necessitados”, Jesus apareceu andando sobre as águas para socorrê-los. Sentir-se necessitado não é um assunto de palavras nem de lágrimas. É uma atitude do coração. É o que você e eu precisamos aprender diariamente, porque a promessa do Senhor é que “o necessitado não será para sempre esquecido, e a esperança dos aflitos não se há de frustrar perpetuamente”. (Alejandro Bullón).

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

"Ele ouve nosso clamor!"


Lancem sobre Ele toda a sua ansiedade, porque Ele tem cuidado de vocês. 1 Pedro 5:7, NVI

Assim como inúmeras famílias na metade dos anos 1800, os Hickman e os McDowell, do Centro-Oeste, decidiram viajar para a Califórnia em busca de uma vida melhor. Uniram-se à caravana.

A família Hickman carregou seu carroção coberto com aquilo que sabia ser necessário para a viagem, bem como com alguns pertences familiares que simplesmente queriam ter consigo quando chegassem ao Oeste. Outras famílias fizeram a mesma coisa. Eleanor, filha deles, simplesmente precisava ter a boneca e a caixa da boneca para se sentir à vontade.

O caminho era difícil para os viajantes, difícil para os bois que puxavam os carroções e difícil para aqueles que precisavam desembarcar e caminhar por quilômetros. Não demorou para que os pais tomassem a difícil decisão de aliviar a carga, deixando algumas coisas à beira do caminho. Que tristeza para a mãe ver sua cadeira de balanço, depois uma cômoda, deixadas à margem da estrada enquanto viajavam. Mas, dentro de pouco tempo, isso não foi suficiente.

Disseram a Eleanor que sua boneca e a caixa deviam ser deixadas sobre o capim. Que momento traumático para a garotinha! As lágrimas deslizavam e ela chorava em voz alta. Um filho adolescente da família McDowell notou que Eleanor estava pesarosa e lhe perguntou qual era o problema. Ela contou que seu pai dissera que ela devia deixar para trás seus pertences mais queridos. Alexander voltou pela trilha e pegou a boneca e a pequena caixa. Ele disse a Eleanor que as carregaria. Quando chegaram à região de Sacramento, ele entregou a Eleanor suas preciosidades.

A família McDowell viu que a Califórnia não era o que esperava, e sentia muita saudade dos parentes. Em pouco tempo, fizeram o caminho de volta à sua antiga casa. Vários anos mais tarde, Alexander decidiu retornar para o Oeste e, quando visitou a família Hickman, notou como Eleanor estava crescida. Não demorou para pedi-la em casamento. Eleanor e Alexander foram os bisavós do meu esposo.
Deus também está só esperando para carregar nossos fardos. Ele está atento, e ouve nosso clamor.
(Carol Stickle).

"Ajuntar no verão!"

O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha. (Prov. 10:5).

As estatísticas indicam que mais de 80% dos americanos vivem permanentemente endividados. O cartão de crédito é bem mais utilizado do que dinheiro vivo. A publicidade aumenta a febre do consumo e há quem pense que dever uma média razoável, não é dever. E que dever é uma maneira inteligente de viver com o dinheiro dos outros. O conselho bíblico é diferente. Não gaste tudo que recebe. Ajunte no verão, guarde, aproveite os tempos de “vacas gordas”, e quando chegarem os tempos difíceis você saberá onde encontrar. O provérbio aconselha não somente a poupar. Ensina como aproveitar as oportunidades da vida. O verão não dura para sempre. A juventude não é eterna. Nenhum emprego é seguro. Existem portas abertas. Mas a noite vem, quando é preciso fechá-las. Tudo passa. As oportunidades vão e vêm. Nada é permanente. Desperdiçar oportunidades é pior do que desperdiçar dinheiro. O dinheiro não compra as oportunidades. Mas se você aproveitá-las conseguirá dinheiro A diferença entre os vitoriosos e os derrotados é o aproveitamento das oportunidades. Não há lugar para a indecisão. Por que adiar o que pode ser feito hoje? Por que esperar janeiro para começar de novo? Por que aguardar o verão, se antes dele chegará o inverno implacável, cobrando a falta de previsão? O que você faz com o presente, hoje, determinará seu futuro. Hoje é o dia. Agora é verão. Tempo de plantar e de colher. Tempo de guardar e armazenar. Essa é a juventude, tempo de aprender e preparar-se para os dias quando as forças e as oportunidades forem escassas. Faça um balanço de sua vida. O que precisa ser feito na sua vida hoje? Que decisão precisa tomar? Até quando vai adiá-la? Deus está sempre pronto a conceder sabedoria e estender a mão ao desfalecido, mas lembre-se: “O que ajunta no verão é filho sábio, mas o que dorme na sega é filho que envergonha.” (Alejandro Bullón).

sábado, 1 de setembro de 2012

"O Botão de Rosa!"

Povo de Israel, Eu sempre os amei e continuo a mostrar que o Meu amor por vocês é eterno.( Jeremias 31:3, NTLH).

Saí de Okanagan Falls, Colúmbia Britânica, Canadá, e me dirigia a Williams Lake, quando o vi parado à margem da estrada, com o braço estendido e o polegar erguido. Meu primeiro impulso foi passar direto, mas a impressão de que devia dar-lhe carona me fez ir para o acostamento, passar os objetos que estavam sobre o assento dianteiro para o de trás e destravar a porta. Ele entrou, agradecendo por eu ter parado. Fiz a pergunta proverbial: “Para onde você vai?” “Para Kelowna.” Ele tinha um compromisso. Eu lhe disse que passaria por lá. Enquanto eu dirigia, tivemos uma conversa interessante. Chegando a Kelowna, parei onde ele queria desembarcar. Ele me ofereceu um pequeno botão de rosa, tirado de sua mochila. Isso realmente me surpreendeu. Peguei a flor e lhe agradeci. Ele saiu, fechou a porta e se foi. Meu impulso natural foi desprezar o presente. Era uma coisinha insignificante – mas bonita, delicada, suave como veludo, com um pedacinho de caule que prontamente envolvi com um tecido úmido. Por que você está aqui, entre meus dedos? Qual é o seu propósito, botãozinho de rosa? Lembrei-me das promessas que Deus me fez, ao longo dos anos. Uma promessa após outra me mostra que sou valorizada. Sou preciosa. Sou amada. Pertenço a um Pai que nunca muda, que é firme, digno de confiança. Ele me trouxe até aqui e não me abandonará agora. É meu auxílio hoje, amanhã e para sempre. E me fará superar tudo. Avisaram-me que o medo, a preocupação e a ira me separam do Seu cuidado. Suas promessas são abraços, beijos e, sim, disciplina também. São bilhetes de amor que me fortalecem. No tempo de Deus, este botão de rosa se tornará tudo o que Ele designou que eu fosse. Tudo o que Ele quer que eu seja. Tudo o que Ele sonhou que eu fosse e tudo o que Ele sabia que eu podia ser, por Sua causa. Sob Seus cuidados, o botão de rosa desabrocha até alcançar seu tamanho, sua cor, seu perfume, sua textura, seu propósito. Perfeito em cada estágio do crescimento, partilhando sua bênção pela mão amorosa do Criador. “Quando eu fizer com que você desabroche até a plenitude, June, você será tudo o que Eu a criei para ser. Com amor, Papai.” Ainda guardo o botão de rosa, e me lembro do Caroneiro do Botão de Rosa. Muito obrigada, Pai!( June Y. Powers).
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