De longe Se me deixou ver o Senhor, dizendo: Com amor eterno Eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.( Jeremias 31:30).
É uma noite incrível. A brisa é fresca, as estrelas resplandecem e a Lua está tão grande quanto um balão de ar quente. O Universo parece imenso. Minha mente se ocupa com os pensamentos em Deus. Alguma vez você já se perguntou por que o Senhor nos amou a ponto de dar a vida por nós? Como pode ser que o Rei do Universo Se importe com as coisinhas da nossa vida?
Por que Ele me ama? Sou pecadora – não valho muito aos meus olhos. Não sou famosa e não tenho um monte de títulos. Mas meu Senhor me ama tanto, assim mesmo! Não sei nem começar a falar-lhe sobre a quantidade desse amor. Ele cuida de mim. Ele me concede os desejos do meu coração e toma conta da minha vida, mesmo quando penso que sei o que estou fazendo.
Pergunto a mim mesma e pergunto a Ele: Senhor, que posso fazer por Ti? Como posso contar ao mundo o quanto amas a todos? Como mostrar-lhes o Teu amor ou o que tens feito e ainda fazes por mim?
Bem, posso começar dizendo: “Ele é tudo para mim.” Contarei a todos quanto O amo e porque O sirvo: é porque Ele me ama incondicionalmente. Você me ouviu? Ele me ama – nos ama – incondicionalmente. Quero bradar essa verdade de cima dos telhados, para que todos me ouçam. Ele está aqui ao meu lado quando preciso dEle, de dia ou de noite. E preciso do meu Jesus todos os dias da minha vida. Ah, como Ele me ama! O Céu é o lugar onde anseio estar, dando-Lhe meu louvor, mostrando-Lhe todo o meu amor, porque Ele cuida de tudo na minha vida. Ele é meu herói!
Respiro mais facilmente quando mantenho os olhos em Jesus, testificando do Seu amor, guardando Seus mandamentos e testemunhos, mostrando-Lhe que creio nEle, e mostrando aos outros o quanto Ele os ama. Ele espera que cada um de nós deseje verdadeiramente aquilo que Ele deseja para a nossa vida: tempo com cada um de nós, no Céu. Imagine: eu e meu Jesus, por toda a eternidade! Você não faria esse mesmo plano hoje?
Lembre-se: não importa o que você tenha feito, não importa o quanto você ache que tenha pecado, Deus aí está para juntar os pedaços da sua vida e perdoar-lhe os pecados. Tudo o que você precisa fazer é pedir. Não faça com que Ele espere mais tempo!(
Tammy Barnes-Taylor
).
quinta-feira, 17 de maio de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
"Escolha a Verdade!"
O lábio veraz permanece para sempre, mas a língua mentirosa, apenas um momento. Prov. 12:19.
A dona de casa entrou no açougue e pediu um frango de dois quilos. O açougueiro tirou o último frango que lhe restava, e disse: “Este é o último frango. Mas, infelizmente, só pesa um quilo e novecentos gramas. Acho que cem gramas não faz muita diferença, faz?” “Que pena!”, respondeu a dona de casa, “quero preparar uma receita especial e o frango tem que pesar exatamente dois quilos. Terei que ir a outro açougue.” “Não, não”, interrompeu o açougueiro. “Agora lembrei; tenho mais um frango na outra geladeira, espere só um minuto.” Ele levou o frango para dentro e retornou com o mesmo frango. Colocou-o na balança e, com esperteza, disse: “Aqui está, exatamente dois quilos.” “Obrigada!”, disse a senhora, “estou tão agradecida ao senhor que decidi levar os dois frangos!” A mentira não vai longe. Dá a impressão de que resolve o problema, mas é como um “band-aid” colocado sobre a ferida purulenta. Mais cedo ou mais tarde, a verdade se revela como um furacão que arrasa tudo o que a mentira constrói. Existem mentiras que inventamos para os outros e mentiras que fabricamos para nós mesmos. Ambas são irmãs siamesas. Acabamos acreditando em nossas próprias mentiras. Somos vítimas de nossas palavras. Ninguém coloca a faca em nossas costas. Somos nós que a cravamos no próprio peito. A boca fala o que o coração vive. A palavra expressa o que a mente pensa. Se a mentira é como a teia de aranha que vai enrolando a pobre vítima até sufocá-la, então a mente e o coração do mentiroso são uma teia de confusão, onde a penumbra reina. Ele não sabe se é dia ou noite, se vai ou se vem, se vive ou morre. Quando o ser humano abre o coração a Jesus, o Salvador ilumina os rincões mais escuros da alma. Chega a transparência, a vida desabrocha, brilha o coração e os olhos se incendeiam com a luz da autenticidade. Não fuja de Jesus . Fugir dEle é fugir da verdade e perder-se na escuridão e nas trevas da mentira. Faça de hoje um dia de reencontro com Jesus, com a verdade e com a justiça. Comece a iluminar em casa, na escola, no trabalho ou por onde for, porque “o lábio veraz permanece para sempre, mas a língua mentirosa, apenas um momento”. (Meditação Diaria 2007- Janela para o Céu).
A dona de casa entrou no açougue e pediu um frango de dois quilos. O açougueiro tirou o último frango que lhe restava, e disse: “Este é o último frango. Mas, infelizmente, só pesa um quilo e novecentos gramas. Acho que cem gramas não faz muita diferença, faz?” “Que pena!”, respondeu a dona de casa, “quero preparar uma receita especial e o frango tem que pesar exatamente dois quilos. Terei que ir a outro açougue.” “Não, não”, interrompeu o açougueiro. “Agora lembrei; tenho mais um frango na outra geladeira, espere só um minuto.” Ele levou o frango para dentro e retornou com o mesmo frango. Colocou-o na balança e, com esperteza, disse: “Aqui está, exatamente dois quilos.” “Obrigada!”, disse a senhora, “estou tão agradecida ao senhor que decidi levar os dois frangos!” A mentira não vai longe. Dá a impressão de que resolve o problema, mas é como um “band-aid” colocado sobre a ferida purulenta. Mais cedo ou mais tarde, a verdade se revela como um furacão que arrasa tudo o que a mentira constrói. Existem mentiras que inventamos para os outros e mentiras que fabricamos para nós mesmos. Ambas são irmãs siamesas. Acabamos acreditando em nossas próprias mentiras. Somos vítimas de nossas palavras. Ninguém coloca a faca em nossas costas. Somos nós que a cravamos no próprio peito. A boca fala o que o coração vive. A palavra expressa o que a mente pensa. Se a mentira é como a teia de aranha que vai enrolando a pobre vítima até sufocá-la, então a mente e o coração do mentiroso são uma teia de confusão, onde a penumbra reina. Ele não sabe se é dia ou noite, se vai ou se vem, se vive ou morre. Quando o ser humano abre o coração a Jesus, o Salvador ilumina os rincões mais escuros da alma. Chega a transparência, a vida desabrocha, brilha o coração e os olhos se incendeiam com a luz da autenticidade. Não fuja de Jesus . Fugir dEle é fugir da verdade e perder-se na escuridão e nas trevas da mentira. Faça de hoje um dia de reencontro com Jesus, com a verdade e com a justiça. Comece a iluminar em casa, na escola, no trabalho ou por onde for, porque “o lábio veraz permanece para sempre, mas a língua mentirosa, apenas um momento”. (Meditação Diaria 2007- Janela para o Céu).
domingo, 13 de maio de 2012
Bom Dia Mamães!!!!
Ontem à tarde fui assistir uma programação especial para as mamães de minha igreja. Esta homenagem foi feita pelos homens, especialmente para nós... Fiquei mt feliz por tudo o que fizeram e para a nossa surpresa no final tinha no salão uma linda mesa decorada com bolo e salgadinhos. Realmente estava td muito lindo, mas o que mais me impressionou foi uma frase que nosso pastor disse. A frase é o seguinte: "Ser mãe é algo indescritível, por mais que nós homens tentemos expressar o que é na verdade ser mãe, nunca haverão palavras certas para descrever esse milagre da vida. Creio que somente Deus, entende a dimensão daquilo que Ele mesmo criou; uma vida gerando outra vida."...Mas para mim o fato é que somos privilegiadas por sermos mulher, tendo ou não condições de gerar uma vida. Carregamos dentro de nós um sentimento maternal, muito forte, sentimento esse que muitas vezes damos até para o cachorrinho ou gatinho que encontramos abandonados na rua. Esse sentimento de amor, afeto, aceitação, vontade de cuidar, alimentar, proteger e se doar para outra ser, está em nossa genética e também na genética de nosso Criador. Privilegiadas somos, por termos dentro de nós atributos tão parecidos com os de Deus. Hoje existem mães que perderam seus filhos, filhos que já não tem mais suas mamães, mas a despeito das circunstâncias devemos agradecer, porque Deus nos escolheu para a linda e sublime missão de sermos mulheres e temos a possibilidade de sermos uma benção na vida de outra pessoa, ou até mesmo na vida de um animalzinho abandonado. Desejo um dia cheio de paz e benção para todas as queridas que vão ler esta mensagem. Feliz Dia mas Mães...(Tita).
sexta-feira, 11 de maio de 2012
"A Mãe que ora!"
Levantam-se seus filhos e lhe chamam ditosa; seu marido a louva, dizendo: Muitas mulheres procedem virtuosamente, mas tu a todas
sobrepujas. Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada.( Provérbios 31:28-30).
Cedo de manhã coloquei a bagagem no porta-malas do carro e, com uma oração, parti para a viagem de três horas até o aeroporto. Sentia-me cansada, mas tinha um ótimo livro em áudio e isso me manteria acordada durante o percurso. Depois de duas horas de viagem, vi um belíssimo cervo. O problema era que ele estava exatamente diante do meu carro! Tentei parar. Toquei a buzina – tudo inútil. Por infelicidade, aquela maciça criatura morreu instantaneamente. Fiquei assustada, mas grata por ainda estar viva. Meu carro anunciava os danos, enquanto várias luzes se acendiam no painel e uma fumaça saía por baixo do capô. Dentro de minutos, as luzes da polícia rodoviária da Pensilvânia surgiram atrás de mim. Um bondoso policial me distraiu enquanto tomava minhas informações. Pouco depois, o motorista do caminhão-guincho me informou que meu carro havia sofrido perda total. Eu me encontrava a duas horas de casa e a uma hora do aeroporto. Eram 3h15 da manhã – eu devia dizer da noite – e não sabia onde estava nem quem estaria acordado àquela hora para me auxiliar. Esperei até às 6 horas e então telefonei para minha mãe. Não lhe contei sobre o acidente, mas casualmente lhe perguntei se ela acabava de acordar. Como é seu hábito, ela contou que havia levantado no meio da noite para orar por mim. Novamente perguntei quanto ao horário em que ela teria levantado. Foi a hora do meu acidente! Quando lhe contei que, naquele momento, o carro havia sofrido perda total, tive certeza daquilo que já sabia: foram as orações da minha mãe que me preservaram a vida. Sou muito abençoada por ser filha dessa mulher incrível que vive ajoelhada. Eu me levanto e lhe chamo ditosa. Sim, Jesus ainda ouve as orações das mães. À medida que o Espírito sugere, ore por aqueles a quem você ama. Creio que estamos vivendo nos últimos dias deste mundo desmantelado, e nossas orações são necessárias agora, mais do que em qualquer outro tempo. É importante que as mães orem, mas é ainda mais vital que todas as mulheres, independentemente da idade, passem tempo em oração. Pense no quanto isso faz diferença! (Sharon Michael ).
Cedo de manhã coloquei a bagagem no porta-malas do carro e, com uma oração, parti para a viagem de três horas até o aeroporto. Sentia-me cansada, mas tinha um ótimo livro em áudio e isso me manteria acordada durante o percurso. Depois de duas horas de viagem, vi um belíssimo cervo. O problema era que ele estava exatamente diante do meu carro! Tentei parar. Toquei a buzina – tudo inútil. Por infelicidade, aquela maciça criatura morreu instantaneamente. Fiquei assustada, mas grata por ainda estar viva. Meu carro anunciava os danos, enquanto várias luzes se acendiam no painel e uma fumaça saía por baixo do capô. Dentro de minutos, as luzes da polícia rodoviária da Pensilvânia surgiram atrás de mim. Um bondoso policial me distraiu enquanto tomava minhas informações. Pouco depois, o motorista do caminhão-guincho me informou que meu carro havia sofrido perda total. Eu me encontrava a duas horas de casa e a uma hora do aeroporto. Eram 3h15 da manhã – eu devia dizer da noite – e não sabia onde estava nem quem estaria acordado àquela hora para me auxiliar. Esperei até às 6 horas e então telefonei para minha mãe. Não lhe contei sobre o acidente, mas casualmente lhe perguntei se ela acabava de acordar. Como é seu hábito, ela contou que havia levantado no meio da noite para orar por mim. Novamente perguntei quanto ao horário em que ela teria levantado. Foi a hora do meu acidente! Quando lhe contei que, naquele momento, o carro havia sofrido perda total, tive certeza daquilo que já sabia: foram as orações da minha mãe que me preservaram a vida. Sou muito abençoada por ser filha dessa mulher incrível que vive ajoelhada. Eu me levanto e lhe chamo ditosa. Sim, Jesus ainda ouve as orações das mães. À medida que o Espírito sugere, ore por aqueles a quem você ama. Creio que estamos vivendo nos últimos dias deste mundo desmantelado, e nossas orações são necessárias agora, mais do que em qualquer outro tempo. É importante que as mães orem, mas é ainda mais vital que todas as mulheres, independentemente da idade, passem tempo em oração. Pense no quanto isso faz diferença! (Sharon Michael ).
"Lições das Flores!"
Há um lugar onde me sento para fazer a devoção pessoal cada manhã: uma cadeira especial no canto do meu quarto. Posso olhar para fora por uma janela bem alta, e ver o céu e o topo de uma árvore. A floração já se foi quase toda, agora que a primavera vai avançada, mas notei um lindo buquezinho de flores certa manhã. Foi um presente só para mim. Então, pensei em todas as flores que desabrocham em lugares onde ninguém as vê. Elas florescem e morrem, fazendo o que devem fazer. Erguem para o Céu a pequena face em silencioso louvor a Deus, sendo uma bênção para abelhas e borboletas – e talvez um ocasional visitante do reino animal. O mundo se torna mais rico simplesmente por sua presença, mesmo que o ser humano jamais coloque os olhos nelas. Podemos ser bem semelhantes a essas flores – pequenas e aparentemente insignificantes, mas não sem importância no esquema geral das coisas. Podemos achar que aquilo que fazemos não tem muito valor, mas ainda podemos acrescentar beleza a um mundo sombrio para uma pessoa, simplesmente sorrindo ou dizendo uma palavra bondosa. As pequenas flores que desabrocham silenciosamente sem nosso conhecimento são um tremendo testemunho do amor de Deus pelo mundo. Da mesma forma, encontramo-nos sempre sob o cuidado de nosso Salvador. Nada está além da Sua observação. Ele cuida do nosso crescimento espiritual com embevecida atenção, suprindo sempre nossas necessidades. Tem conhecimento de cada tormenta que enfrentamos. Sabendo quão ternamente Ele nos ama, podemos encarar destemidamente cada novo dia. E podemos fazê-lo com plena confiança, sabendo que Ele nos abençoará com duradoura alegria e satisfação, como a luz solar que partilha com a flor escondida os seus cálidos raios portadores de vida e nutrição. E, como as flores, podemos crescer para abençoar ricamente os outros, apenas vivendo a vida que fomos chamadas a viver. Pense nas pessoas ao seu redor. Como seria o mundo se ninguém fizesse sua parte, a menos que recebesse reconhecimento e elogios? (Joan Green ).
quarta-feira, 9 de maio de 2012
"Lembranças Vívidas!"
Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes Meus pequeninos irmãos, a Mim o fizestes. (Mateus 25:40).
Era uma região muito antiga da cidade. Lembro-me daquele dia, há tanto tempo, quando eu era uma criança de uns cinco anos de idade. Meus pais me levaram àquela parte da cidade porque ali morava o pai da minha mãe. Ao entrarmos no prédio desbotado, vi vários homens deitados sobre catres, com o que parecia longos tubos de uns 30 cm nas mãos. Eu nunca antes havia visto algo parecido. Olhando mais de perto, vi que os homens sopravam numa extremidade do tubo e a água dentro do tubo borbulhava. Mais tarde, fiquei sabendo que aquilo era um narguilé, um aparato para fumar, no qual a fumaça é aspirada através de um recipiente de água, e resfriada antes de alcançar a boca. Essa era uma forma de relaxamento para o vovô, que sempre se sentiu sozinho depois que vovó foi para a China e ele nunca mais ouviu falar dela, depois que a China foi invadida pelo Japão. Como não havia cadeiras, meus pais e eu simplesmente ficamos por ali enquanto eles conversavam com o vovô, que só falava chinês. Logo fiquei cansada de estar em pé e minha mãe me deu uma laranja, dizendo que eu podia ir para a calçada do lado de fora e comer a fruta. Não havia ninguém por perto enquanto eu descascava a laranja, e como não vi latas de lixo, simplesmente joguei as cascas na calçada. Porém, saindo não sei de onde, apareceu uma criança de rua, suja e desalinhada, com roupas que certamente precisavam ser lavadas. Para meu espanto, essa pessoa – que parecia uma menina – pegou rapidamente as cascas da laranja e começou a devorá-las. Fiquei olhando, atônita, pois nunca tinha visto alguém comer cascas de laranja, e sabia que tinham gosto amargo. A menina comeu tudo e, quando terminou, sumiu rapidamente. A caminho de casa, contei à minha mãe o que tinha visto e ela disse: “Sim, existem pessoas tão pobres que comem qualquer coisa.” A mídia, hoje, apresenta cenas trágicas de crianças morrendo de fome, com o estômago distendido e até moscas andando pelo rosto delas. Fico feliz pela oportunidade de dar dos meus recursos para ajudar não só os famintos, mas os enfermos e solitários como meu velho avô. Jesus nos disse, em Sua Palavra, que aquilo que fazemos para ajudar os outros é como se fosse feito para Ele. Aileen L. Young
Era uma região muito antiga da cidade. Lembro-me daquele dia, há tanto tempo, quando eu era uma criança de uns cinco anos de idade. Meus pais me levaram àquela parte da cidade porque ali morava o pai da minha mãe. Ao entrarmos no prédio desbotado, vi vários homens deitados sobre catres, com o que parecia longos tubos de uns 30 cm nas mãos. Eu nunca antes havia visto algo parecido. Olhando mais de perto, vi que os homens sopravam numa extremidade do tubo e a água dentro do tubo borbulhava. Mais tarde, fiquei sabendo que aquilo era um narguilé, um aparato para fumar, no qual a fumaça é aspirada através de um recipiente de água, e resfriada antes de alcançar a boca. Essa era uma forma de relaxamento para o vovô, que sempre se sentiu sozinho depois que vovó foi para a China e ele nunca mais ouviu falar dela, depois que a China foi invadida pelo Japão. Como não havia cadeiras, meus pais e eu simplesmente ficamos por ali enquanto eles conversavam com o vovô, que só falava chinês. Logo fiquei cansada de estar em pé e minha mãe me deu uma laranja, dizendo que eu podia ir para a calçada do lado de fora e comer a fruta. Não havia ninguém por perto enquanto eu descascava a laranja, e como não vi latas de lixo, simplesmente joguei as cascas na calçada. Porém, saindo não sei de onde, apareceu uma criança de rua, suja e desalinhada, com roupas que certamente precisavam ser lavadas. Para meu espanto, essa pessoa – que parecia uma menina – pegou rapidamente as cascas da laranja e começou a devorá-las. Fiquei olhando, atônita, pois nunca tinha visto alguém comer cascas de laranja, e sabia que tinham gosto amargo. A menina comeu tudo e, quando terminou, sumiu rapidamente. A caminho de casa, contei à minha mãe o que tinha visto e ela disse: “Sim, existem pessoas tão pobres que comem qualquer coisa.” A mídia, hoje, apresenta cenas trágicas de crianças morrendo de fome, com o estômago distendido e até moscas andando pelo rosto delas. Fico feliz pela oportunidade de dar dos meus recursos para ajudar não só os famintos, mas os enfermos e solitários como meu velho avô. Jesus nos disse, em Sua Palavra, que aquilo que fazemos para ajudar os outros é como se fosse feito para Ele. Aileen L. Young
"Coração vazio!"
"Todos nós buscamos em algo ou em alguém, sentinmentos que preencham o vazio que existe dentro de cada um de nós!"
segunda-feira, 7 de maio de 2012
"O Linguarudo que prosperou!"
O Senhor estava com José, de modo que este prosperou. (Gênesis 39:2).
Às vezes, pessoas “boas” são de difícil convivência. Certa vez, alguém disse: “Viver com os santos no Céu – oh, que glória! Mas viver com os santos na Terra – essa é outra história!” José, um dos personagens mais conhecidos do Antigo Testamento, foi um bom garoto. Mas conseguiu irritar de tal maneira os 11 irmãos que eles passaram a odiá-lo e não conseguiam pensar sequer numa palavra agradável para lhe dizer. O problema foi que José, filho nascido na velhice, era o favorito de Jacó. O pai não fez questão de esconder sua preferência; presenteou José com algo especial, uma bela túnica. Uma atitude nada sábia, pois semeou discórdia e inveja no círculo familiar. José, por sua vez, agravava ainda mais o problema. Desfilava com a túnica pomposa que o separava de seus irmãos. Até mesmo no dia em que Jacó lhe ordenou que fizesse uma longa caminhada para verificar se os irmãos estavam bem, José vestiu a túnica. Provavelmente ele achasse que estava acima dos irmãos. Além disso, José era linguarudo. “Contava ao pai a má fama deles [seus irmãos]” (Gn 37:2). Havia também os sonhos que ele descrevia com tanto orgulho: os feixes de trigo dos irmãos curvando-se perante o dele; o Sol, a Lua e as 11 estrelas curvando-se perante ele. O último passou dos limites até mesmo para Jacó, que o repreendeu. O ciúme aumentava; o ódio ardia como fogo. Assim que tiveram uma oportunidade, os irmãos se vingaram. Pegaram o linguarudo, arrancaram-lhe a túnica luxuosa e o jogaram num poço. Em seguida, o venderam para uma caravana de mercadores que passava por ali. Em um único dia, José deixou de ser o filho favorito e passou a ser um escravo rumo a uma terra estrangeira. Mas também deixou de ser linguarudo para se transformar no servo de Deus. Propôs em seu coração que, a despeito de qualquer circunstância, seria fiel ao Deus de seu pai. “Sua alma fremiu ante a elevada resolução de mostrar-se fiel a Deus – de agir, em todas as circunstâncias, como convinha a um súdito do reino do Céu. [...] A experiência de um dia foi o ponto decisivo na vida de José. Sua terrível calamidade o transformou de uma criança mimada em um homem ponderado, corajoso e senhor de si” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 214). José enfrentou muitas outras lutas, mas prosperou em tudo. Ele escolheu servir a Deus, e Deus não Se esqueceu dele. (William Johnsson).
Às vezes, pessoas “boas” são de difícil convivência. Certa vez, alguém disse: “Viver com os santos no Céu – oh, que glória! Mas viver com os santos na Terra – essa é outra história!” José, um dos personagens mais conhecidos do Antigo Testamento, foi um bom garoto. Mas conseguiu irritar de tal maneira os 11 irmãos que eles passaram a odiá-lo e não conseguiam pensar sequer numa palavra agradável para lhe dizer. O problema foi que José, filho nascido na velhice, era o favorito de Jacó. O pai não fez questão de esconder sua preferência; presenteou José com algo especial, uma bela túnica. Uma atitude nada sábia, pois semeou discórdia e inveja no círculo familiar. José, por sua vez, agravava ainda mais o problema. Desfilava com a túnica pomposa que o separava de seus irmãos. Até mesmo no dia em que Jacó lhe ordenou que fizesse uma longa caminhada para verificar se os irmãos estavam bem, José vestiu a túnica. Provavelmente ele achasse que estava acima dos irmãos. Além disso, José era linguarudo. “Contava ao pai a má fama deles [seus irmãos]” (Gn 37:2). Havia também os sonhos que ele descrevia com tanto orgulho: os feixes de trigo dos irmãos curvando-se perante o dele; o Sol, a Lua e as 11 estrelas curvando-se perante ele. O último passou dos limites até mesmo para Jacó, que o repreendeu. O ciúme aumentava; o ódio ardia como fogo. Assim que tiveram uma oportunidade, os irmãos se vingaram. Pegaram o linguarudo, arrancaram-lhe a túnica luxuosa e o jogaram num poço. Em seguida, o venderam para uma caravana de mercadores que passava por ali. Em um único dia, José deixou de ser o filho favorito e passou a ser um escravo rumo a uma terra estrangeira. Mas também deixou de ser linguarudo para se transformar no servo de Deus. Propôs em seu coração que, a despeito de qualquer circunstância, seria fiel ao Deus de seu pai. “Sua alma fremiu ante a elevada resolução de mostrar-se fiel a Deus – de agir, em todas as circunstâncias, como convinha a um súdito do reino do Céu. [...] A experiência de um dia foi o ponto decisivo na vida de José. Sua terrível calamidade o transformou de uma criança mimada em um homem ponderado, corajoso e senhor de si” (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 214). José enfrentou muitas outras lutas, mas prosperou em tudo. Ele escolheu servir a Deus, e Deus não Se esqueceu dele. (William Johnsson).
sexta-feira, 4 de maio de 2012
"Cuida da minha Amiga!"
Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti. (Marcos 5:19).
O telefone está tocando. É um som familiar que programei para as ligações de Celeste. Corro, entusiasmada, para atender, e digo “Alô”. Nenhuma resposta. Meu coração dispara. Sei que a resposta deve ser que o exame deu positivo. Alguns momentos depois, sua resposta lacrimosa o confirma. Ela tem câncer de mama. Como pode um momento mudar a vida de uma pessoa? Enquanto ainda aguarda no consultório médico, ela me dá os detalhes, os fatos que acaba de saber. Estou chocada. Desliguei o telefone e me sentei ali, assimilando a informação. Ela estivera fazendo exames de um nódulo que encontrara na mama. Toda vez que mandava examiná-lo, ela me ligava para dar o resultado, sem imaginar que acabaria dessa maneira. Lembro-me de quando me mudei para o Tennessee. Eu sabia que era ali que eu devia estar, pois a guia de Deus fora clara. Mas foi triste o momento de deixar meus amigos, especialmente Shellie. Somos praticamente parentes. Quando me mudei para Tennessee, orei pedindo uma companheira do coração, uma alma gêmea, sem sonhar que o Senhor responderia a uma oração tão simples como essa. Não pensei nisso até conhecer Celeste. Era parecida com Shellie, mas em muitas maneiras, diferente. Ela tem sido uma grande amiga, confidente e apoiadora. Foi por isso que a notícia representou um golpe. Ela é como irmã para mim, e me dói o fato de que ela tenha que enfrentar essa batalha. Ela e eu nos divertimos muito juntas. Ela me apoia em toda atividade que eu decidir empreender, seja qual for, mesmo que ela não participe diretamente. Então, aqui estou na extremidade da linha telefônica, sentindo-me incompetente como amiga para enfrentar a tarefa. Ela se sairia melhor deste lado. Senhor, Tu sabes que eu amo Celeste, mas sei que a amas ainda mais. Por favor, sê com ela e conforta-a, e, se for da Tua vontade, cura-a. Por favor, guia meus atos e ajuda-me a ser a amiga que ela tem sido para mim. Muito obrigada pelos muitos, muitos amigos que me deste. Não permitas que eu aja de modo indiferente com nenhum deles. Amém! Mary M. J. Wagoner-Angelin
O telefone está tocando. É um som familiar que programei para as ligações de Celeste. Corro, entusiasmada, para atender, e digo “Alô”. Nenhuma resposta. Meu coração dispara. Sei que a resposta deve ser que o exame deu positivo. Alguns momentos depois, sua resposta lacrimosa o confirma. Ela tem câncer de mama. Como pode um momento mudar a vida de uma pessoa? Enquanto ainda aguarda no consultório médico, ela me dá os detalhes, os fatos que acaba de saber. Estou chocada. Desliguei o telefone e me sentei ali, assimilando a informação. Ela estivera fazendo exames de um nódulo que encontrara na mama. Toda vez que mandava examiná-lo, ela me ligava para dar o resultado, sem imaginar que acabaria dessa maneira. Lembro-me de quando me mudei para o Tennessee. Eu sabia que era ali que eu devia estar, pois a guia de Deus fora clara. Mas foi triste o momento de deixar meus amigos, especialmente Shellie. Somos praticamente parentes. Quando me mudei para Tennessee, orei pedindo uma companheira do coração, uma alma gêmea, sem sonhar que o Senhor responderia a uma oração tão simples como essa. Não pensei nisso até conhecer Celeste. Era parecida com Shellie, mas em muitas maneiras, diferente. Ela tem sido uma grande amiga, confidente e apoiadora. Foi por isso que a notícia representou um golpe. Ela é como irmã para mim, e me dói o fato de que ela tenha que enfrentar essa batalha. Ela e eu nos divertimos muito juntas. Ela me apoia em toda atividade que eu decidir empreender, seja qual for, mesmo que ela não participe diretamente. Então, aqui estou na extremidade da linha telefônica, sentindo-me incompetente como amiga para enfrentar a tarefa. Ela se sairia melhor deste lado. Senhor, Tu sabes que eu amo Celeste, mas sei que a amas ainda mais. Por favor, sê com ela e conforta-a, e, se for da Tua vontade, cura-a. Por favor, guia meus atos e ajuda-me a ser a amiga que ela tem sido para mim. Muito obrigada pelos muitos, muitos amigos que me deste. Não permitas que eu aja de modo indiferente com nenhum deles. Amém! Mary M. J. Wagoner-Angelin
quarta-feira, 2 de maio de 2012
"Uma víbora dentro de casa!"
No fim, ele morde como serpente e envenena como víbora.( Provérbios 23:32).
O noticiário aquele dia apresentou uma história estranha. Uma mulher morreu depois de ter sido picada por uma cobra venenosa. Ela dirigiu sozinha até a sala de emergência mais próxima (para o espanto da equipe médica), mas faleceu alguns dias depois de lutar contra o veneno mortal. A polícia foi à casa da vítima para capturar a víbora, tomando precauções para se proteger. Dentro do local, não encontraram apenas uma víbora, mas outras serpentes em gaiolas, além de uma grande quantidade de animais exóticos. Estranho? Sim e não. Antes de julgarmos essa pessoa, talvez devêssemos perguntar-nos se as víboras e outras criaturas exóticas encontram abrigo em nossa vida. Ao advertir contra o poder sedutor do vinho, o sábio Salomão descreveu o cintilar dessa bebida no copo e a maneira como escorre suavemente, mas lembrou: “no fim, ele morde como serpente e envenena como víbora” (Pv 23:32). Fico imaginando o que levou aquela mulher a manter cobras venenosas em sua casa. Talvez tenha sido sua aparência. Já vi víboras, como a víbora de Russell da Índia, cuja pele é composta por sequências complexas. Talvez tenha sido a adrenalina de manter um animal que apenas com uma picada podia levá-la à morte. Qualquer descuido e já seria tarde demais. O pecado é como a víbora. Um pecado acariciado é como uma víbora de estimação. Sabemos que é mortal. Falta de conhecimento não é o problema. Mas o mantemos mesmo assim em nossa de casa. Ninguém mais sabe que ele está lá e o quanto o achamos atrativo. Talvez várias outras criaturas perigosas e peçonhentas encontrem abrigo em nossa vida. Quem sabe seja exatamente o exemplo dado por Salomão – o álcool. Ou talvez as drogas. Ou a pornografia. Não importa o que seja, ele morde como serpente e envenena nossa vida eterna. A graça de Deus é a graça que tudo supera. Ele deseja que caminhemos na plenitude da nova vida ao permanecermos nEle. Mas temos nosso papel a desempenhar. “O que nós não vencermos nos vencerá, operando a nossa destruição. [...] Um mau traço de caráter que seja, um só desejo pecaminoso, acariciado persistentemente, acabará neutralizando todo o poder do evangelho” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 32-34, itálico acrescentado). Livre-se dessa víbora antes que ela o mate!
O noticiário aquele dia apresentou uma história estranha. Uma mulher morreu depois de ter sido picada por uma cobra venenosa. Ela dirigiu sozinha até a sala de emergência mais próxima (para o espanto da equipe médica), mas faleceu alguns dias depois de lutar contra o veneno mortal. A polícia foi à casa da vítima para capturar a víbora, tomando precauções para se proteger. Dentro do local, não encontraram apenas uma víbora, mas outras serpentes em gaiolas, além de uma grande quantidade de animais exóticos. Estranho? Sim e não. Antes de julgarmos essa pessoa, talvez devêssemos perguntar-nos se as víboras e outras criaturas exóticas encontram abrigo em nossa vida. Ao advertir contra o poder sedutor do vinho, o sábio Salomão descreveu o cintilar dessa bebida no copo e a maneira como escorre suavemente, mas lembrou: “no fim, ele morde como serpente e envenena como víbora” (Pv 23:32). Fico imaginando o que levou aquela mulher a manter cobras venenosas em sua casa. Talvez tenha sido sua aparência. Já vi víboras, como a víbora de Russell da Índia, cuja pele é composta por sequências complexas. Talvez tenha sido a adrenalina de manter um animal que apenas com uma picada podia levá-la à morte. Qualquer descuido e já seria tarde demais. O pecado é como a víbora. Um pecado acariciado é como uma víbora de estimação. Sabemos que é mortal. Falta de conhecimento não é o problema. Mas o mantemos mesmo assim em nossa de casa. Ninguém mais sabe que ele está lá e o quanto o achamos atrativo. Talvez várias outras criaturas perigosas e peçonhentas encontrem abrigo em nossa vida. Quem sabe seja exatamente o exemplo dado por Salomão – o álcool. Ou talvez as drogas. Ou a pornografia. Não importa o que seja, ele morde como serpente e envenena nossa vida eterna. A graça de Deus é a graça que tudo supera. Ele deseja que caminhemos na plenitude da nova vida ao permanecermos nEle. Mas temos nosso papel a desempenhar. “O que nós não vencermos nos vencerá, operando a nossa destruição. [...] Um mau traço de caráter que seja, um só desejo pecaminoso, acariciado persistentemente, acabará neutralizando todo o poder do evangelho” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 32-34, itálico acrescentado). Livre-se dessa víbora antes que ela o mate!
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